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"Heresia" de S. J. Parris

15:54


Autor: S. J. Parris
P.V.P.: 18,90 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-26-3039-9
Nº de Páginas: 448
Dimensões: 155 x 235 mm
Colecção: Literatura
Editora: Civilização Editora
Homicídios macabros nos pátios do Lincoln College, em Oxford, e um monge, mágico, cientista e herético para os resolver. Com uma acção que decorre em Inglaterra, em 1583, Heresy, o novo livro de S.J. Parris, com a chancela da Civilização Editora, é um romance histórico sobre um homem à frente do seu tempo: Bruno Giordano.

Considerado pelo The Guardian “um thriller histórico evocativo de uma época e bem escrito”, o novo livro de S.J. Parris recria – de forma ficcionada – a vida do monge e filósofo italiano, Bruno Giordano, um homem acusado de heresia pela Inquisição por defender teorias tão revolucionárias como a heliocêntrica de Copérnico. Segundo a autora de Heresy, o ter andado sempre em viagem, o facto de ser “um fugitivo sem paradeiro certo”, transformou-o “numa figura próxima das principais cortes da Europa”.

Bruno Giordano é uma “personagem fascinante, alguém com uma vida que conduz perfeitamente à ficção” sobre a qual Parris pretendia escrever desde os tempos de estudante, quando descobriu esta figura histórica. Para a escritora, a publicação deste “romance de homicídios misteriosos, como um quebra-cabeças, um policial” sobre uma figura perseguida – e, ao mesmo tempo, Iluminada – teve também por objectivo levar os leitores a interessarem-se por este período conturbado.

Heresia é o primeiro livro de uma trilogia sobre as aventuras empolgantes do místico e herético Bruno Giordano.

Sobre a obra:
A estreia do monge Giordano Bruno, mágico, cientista e herege, numa nova série de thrillers históricos para fãs de C. J. Sansom e da Inglaterra da época de O Nome da Rosa.
Inglaterra, 1583. Um país inundado pela paranóia e pela conspiração, mas um porto de abrigo para um monge radical em fuga. Giordano Bruno, com as suas teorias de astronomia, fugiu da Inquisição para a corte de Isabel I. Ali, atrai as atenções de Francis Walsingham, chefe dos espiões e inimigo dos conspiradores católicos. Bruno é infiltrado na Universidade de Oxford, que se crê ser um antro de dissidentes franceses. Rapidamente Bruno dá por si envolvido nas intrigas do colégio universitário e distraído por uma bela jovem. Pouco depois, começa a investigar uma série de assassinatos horríveis, relacionados entre si por cartas com pistas. As cartas sugerem que as vítimas eram culpadas de heresia. Mas estará Bruno a ser ajudado ou induzido em erro, ou será ele o próximo alvo? Perseguindo um assassino astuto e determinado pelos claustros sombrios de Oxford, Bruno apercebe-se de que nem sempre os sábios conseguem distinguir a verdade da heresia. Mas alguns estão prontos a matar por ela!

Imprensa Internacional:
“Um thriller histórico evocativo de uma época e bem escrito.”
The Guardian

“Parris entrelaça factos históricos e compreensão da psicologia humana quando Bruno, um humanista perigosamente avançado para o seu tempo, principia a sua demanda para acender as luzes do Iluminismo na Europa.”
The Times

“Uma história rica, sombria e absolutamente cativante, com um ritmo perfeito e povoada por um magnífico elenco de personagens.”
Mark Mills

“Fascinante… O período é incrivelmente realista e a história absolutamente cativante.”
Conn Igulden

Sobre o autor:
S. J. Parris é o pseudónimo de Stephanie Merritt. Nascida em 1974, colaborou como crítica e jornalista numa série de jornais e revistas (, incluindo The Times, the Daily Telegraph, the New Statesman, Arena e Die Welt), na rádio e na televisão. Escreve, desde 1998, para o The Observer.
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"Escritos Pornográficos" de Boris Vian

13:52


Autor: Boris Vian
P.V.P.: 17,00 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: -
Nº de Páginas: 96
Dimensões: - x - mm
Colecção: Três Sinais
Editora: Guerra & Paz Editores
«Sexualmente, quer dizer, com a minha alma.»
Boris Vian
Sobre a obra:
A primeira tradução portuguesa de Escritos Pornográficos chega esta semana às livrarias. Com ilustrações de Pedro Vieira, esta obra expõe a «Liberdade» – título de um dos textos – de amar sob todas as formas, da dimensão carnal do amor, que revela as suas luzes e sombras.
Esta obra reúne diversos textos, irreverentes e com um apurado sentido de humor, em prosa e poesia, e é precedida de um ensaio sobre a «Utilidade de Uma Literatura Pornográfica».
Cinquenta anos depois da morte de Boris Vian, a Guerra & Paz reinventa um dos livros mais originais do provocador autor que, ainda hoje, inspira e cria polémica.

Sobre o autor:
Boris Vian (1920 – 1959) nasceu em Ville d'Avray, e ao mesmo tempo que foi escritor, foi também músico, cantor, tradutor, actor, inventor e engenheiro. Um dos escritores franceses mais importantes do século XX, deixou-nos uma vasta obra que inclui poesia, romances, contos, entre outros.
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"As Mulheres de D. Manuel I" de María Pilar Queralt Del Hierro

13:47


Autor: María Pilar Queralt Del Hierro
P.V.P.: 23,00 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-626-247-1
Nº de Páginas: 330
Dimensões: 160 x 235 mm
Colecção: Romance
Editora: Esfera dos Livros
Depois do sucesso dos livros Eu, Leonor Teles e Memórias da Rainha Santa a historiadora María Pilar Queralt del Hierro traz-nos a história de As Mulheres de D. Manuel I. Isabel, Maria e Leonor, as damas do rei. A autora vem a Lisboa nos dias 6 e 7 de Outubro explicar como três mulheres marcaram a vida do Rei Afortunado.

D. Manuel I governou sempre com a vontade de impulsionar e mostrar Lisboa como uma capital europeia, nesse sentido incentivou a construção do Mosteiro dos Jerónimos e apoiou Vasco da Gama nas suas expedições por mares e terras ainda por descobrir.

Numa altura em que assinalamos o Centenário da República parece-nos importante salientar o trabalho que foi feito por alguns monarcas portugueses.

Sinopse:
D. Manuel estava nervoso, aquela era a mulher que sempre amara. Que sempre desejara. Já a noiva sentia-se resignada, na verdade, depois de ter ficado viúva de D. Afonso, filho de D. João II e herdeiro do trono de Portugal, sonhara enveredar por uma vida religiosa, ao serviço de Deus e dos mais necessitados. Mas quis o destino que os seus pais a entregassem a D. Manuel I, primo do seu falecido sogro.
Isabel de Aragão tornava-se a primeira das damas do novo soberano de Portugal, mas o casamento durou pouco mais de um ano e, para grande tristeza de D. Manuel, a sua doce mulher esvaiu-se em sangue aquando do nascimento do seu primeiro filho, D. Miguel.
Era preciso arranjar uma nova mulher. D. Maria de Aragão, sua cunhada com quem casou em 1500. Mas mais uma vez o fim seria trágico. D. Manuel voltava a cair numa profunda tristeza ao ver a sua amante, fiel companheira e conselheira dar o último suspiro em 1517.
Não era justo passar pelo mesmo sofrimento. D. Manuel ameaçou abdicar em nome do seu filho D. João, retirar-se para um mosteiro, mas para surpresa de muitos, ao olhar para o retrato de D. Leonor de Aragão, prometida do seu filho e herdeiro D. João III, o soberano enamorou-se de novo.

Sobre o autor:
María Pilar Queralt del Hierro é autora de Eu, Leonor Teles e Memórias da Rainha Santa, ambos publicados com grande sucesso pela Esfera dos Livros.
Nascida em Barcelona, editou em 1984 Balaguer, uma biografia do poeta e político catalão sobre o qual incidiu a sua tese de licenciatura. Este livro significou o início de uma carreira dedicada ao romance biográfico de personagens históricas. Em 1995, publicou o seu primeiro volume de relatos, Cita en azul, uma obra que a crítica espanhola qualificou de «obra-prima absolutamente recomendável».
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"A Cidade do Homem" de Amadeu Lopes Sabino

13:41


Autor: Amadeu Lopes Sabino
P.V.P.: 18,50 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: -
Nº de Páginas: 566
Dimensões: - x - mm
Colecção: -
Editora: Sextante Editora
A Cidade do Homem, o novo romance de Amadeu Lopes Sabino, leva-nos ao século XVIII em Portugal e no Brasil A Sextante Editora acaba de publicar o mais recente livro de Amadeu Lopes Sabino, intitulado A Cidade do Homem. Neste romance regressamos ao século XVIII português e brasileiro através da biografia de António Dinis da Cruz e Silva, autor de O Hissope, a famosa sátira à querela protocolar entre o bispo e o deão da Sé de Elvas.

Este livro tem a particularidade de estar escrito segundo o Novo Acordo Ortográfico e inclui um conjunto de ilustrações que vão complementando a narrativa.

A apresentação deste romance está marcada para o dia 21 de Outubro, na livraria Bulhosa de Entrecampos.
Sobre a obra:
Romance, ficção documentada, relato das errâncias de um narrador europeu do século XXI através do universo mental do iluminismo, A Cidade do Homem é a biografia imaginada de António Dinis da Cruz e Silva (1731-1799), magistrado e poeta árcade que viveu, trabalhou e poetou em Portugal e no Brasil. Participante ativo nas polémicas que, durante o consulado de Pombal, agitaram o Reino e a Europa, foi juiz militar em Elvas e autor de O Hissope, sátira à querela protocolar entre o bispo e o deão da Sé da cidade alentejana. Presente desde o início no imaginário do protagonista, o Brasil torna-se o cenário da narrativa com a transferência de Cruz e Silva para a Relação do Rio de Janeiro em 1776. A partir desse ano, servidor da Justiça e de Apolo, julgou e poetou nas capitanias do Sul, sobretudo em comarcas do Rio e de Minas, privando com os juristas e árcades locais. Em 1792, seria membro do tribunal que julgou e condenou na capital do Brasil os inconfidentes mineiros, entre eles os seus companheiros mais próximos nas lides judiciais e na poesia. Numa digressão através da História e das ideias em busca da polis racional, A Cidade do Homem centrase na condenação dos conspiradores à morte ou ao degredo, evocando uma época que, na Europa, em Portugal e no Brasil nas vésperas da independência, prenunciou os antagonismos e as hecatombes do nosso tempo.
Sobre o autor:
Amadeu Lopes Sabino, nascido em Elvas em 1943, ocupa um lugar singular na literatura portuguesa contemporânea: romancista e novelista da expatriação e dos exílios, exteriores e interiores, a sua obra é muitas vezes uma evocação da sua vivência no estrangeiro, «amarga como muitas, mas, como poucas, libertadora», no dizer de Eduardo Lourenço, no prefácio a Identidades fugidias. Com uma escrita marcada «pela agilidade da narração e por um requintado hedonismo» (António José Saraiva e Óscar Lopes, in História da literatura portuguesa), Amadeu Lopes Sabino é autor de uma obra que Álvaro Manuel Machado, no seu Dicionário de literatura portuguesa, carateriza como «uma irónica interrogação sobre o passado dito glorioso de Portugal e, simultaneamente, um pendor autorreflexivo, cosmopolita e quase autobiográfico».
Principais obras: Após Aljubarrota (Centelha, Coimbra, 1978); O cavaleiro cego (A Regra do Jogo, Lisboa, 1982); O retrato de Rubens (D. Quixote, Lisboa, 1985); A capa escarlate (Presença, Lisboa, 1989); Novelas imperfeitas (Quetzal, Lisboa, 1991); A homenagem a Vénus (Presença, Lisboa, 1997); A Lua de Bruxelas, (Campo das Letras, Porto, 2000); Vidas apócrifas (D. Quixote, Lisboa, 2005).

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Opinião

Opinião: "Wicked Lovely (Amores Rebeldes)" de Melissa Marr

16:38



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Opinião:
Neste livro, o primeiro de uma saga, a autora apresenta-se com uma história muito boa. Aislinn, é a nossa personagem principal, que tem a capacidade de visualizar coisas que outros não conseguem, ou seja, esta consegue ver aquilo que paira entre os humanos, e que estes não são capazes de as ver – as fadas – isto é o segredo que a acompanha. Sem mãe, nem pai, Aislinn, vive e é criada com a sua avó, que também é portadora deste dom. A sua avó, ensinou-a a andar normalmente, sem que ela denunciasse que conseguia ver as fadas, tal como 3 regras, que deveriam ser sempre cumpridas, sendo que: nunca olhar para fadas invisíveis, não falar com fadas invisíveis e nunca chamar à sua atenção.
Aislinn, sem entender porquê, vê-se perseguida por duas fadas. Keenan, o Rei do Verão,é uma fada que precisa encontrar a Rainha do Verão, mas a tem um problema pois, a Rainha do Inverno, anda a congelar o mundo e tanto as fadas de Verão, como os restantes humanos podem morrer. Keenan, é então levado a escolher umas entre os mortais, uma mortal, e leva-la a tocar o bastão da Rainha do Inverno para verificar se esta é definitivamente a sua Rainha do Verão, que procura a séculos. É então que, Keenan consegue descobrir Aislinn, que é a tal, a sua Rainha, assim ela começa a sua transformação em fada, sem que assim se aperceba. Aislinn vê-se então entre a indecisão de escolher a vida junto daquele que a procurou durante séculos,a fada Keenan, ou junto daquele que sente ligação por ela Seth.
Uma história diferente e muito boa. Simples, com um novo conceito que não está saturado de ser usado, as fadas, estas estão longe do que é estereótipo de fada boa, bela e pequena, sendo antes o contrário. Esta obra faz desta autora, uma autora a seguir e de interesse.
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"Sangue Felino" de Charlaine Harris

16:44

Disponível a 1 de Outubro


Autor: Charlaine Harris
P.V.P.: 17,85 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-637-263-7
Nº de Páginas: 288
Dimensões: 160 x 230 mm
Colecção: -
Editora: Saída de Emergência
A série que já conquistou também os tops em Portugal

“A Saga do Sangue Fresco continua a ser uma das melhores da geração de vampiros.” - BOOKLIST
Sobre a obra:
Traída pelo seu namorado vampiro de longa data, Sookie Stackhouse, empregada de bar do Louisiana, vê-se obrigada não apenas a lidar com um possível novo homem na sua vida (Quinn, um metamorfo muito atraente), mas também com uma cimeira de vampiros há muito agendada.
Com o seu poder enfraquecido pelos estragos do furacão em Nova Orleães, a rainha dos vampiros locais encontra-se em posição vulnerável perante todos aqueles que anseiam roubar o seu poder. Sookie vê-se obrigada a decidir de que lado ficará. E a sua escolha poderá significar a diferença entre a sobrevivência e a catástrofe completa...

«É impossível não adorar a sensual e vivaz Sookie, certamente uma das heroínas mais cativantes a guiar-nos pelo mundo das trevas em muito tempo. Possivelmente desde sempre.» - BOOKPAGE
Sobre o autor:
Charlaine Harris escreve romances de mistério além dos livros de Sookie
Stackhouse. Vive no Sul do Arkansas com o marido, três filhos, dois cães, dois furões e um pato. Leitora ávida, cinéfila moderada e halterofilista ocasional, o seu passatempo preferido é incentivar os filhos em desportos variados, instalada em bancadas desconfortáveis.

«Harris escreve com competência e segurança.» - THE NEW YORK TIMES BOOK REVIEW

«Uma autora de raro talento.» - PUBLISHERS WEEKLY

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"Sonho Febril" de George R.R. Martin

16:41

Disponível a 1 de Outubro


Autor: George R.R. Martin
P.V.P.: 19,61 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-637-275-0
Nº de Páginas: 400
Dimensões: 160 x 230 mm
Colecção: -
Editora: Saída de Emergência
Do autor best-seller das Crónicas de Gelo e Fogo, um dos melhores romances da literatura de vampiros
Sobre a obra:
Rio Mississípi, 1857. Abner Marsh, respeitável mas falido capitão de barcos a vapor, é abordado por um misterioso aristocrata de nome Joshua York que lhe oferece a oportunidade única de construir o barco dos seus sonhos. York tem os seus próprios motivos para navegar o rio Mississípi, e Marsh é forçado a aceitar o secretismo do seu patrono, não importando o quão bizarros ou caprichosos pareçam os seus actos.
Mas à medida que navegam o rio, rumores circulam sobre o enigmático York: toma refeições apenas de madrugada, e na companhia de amigos raramente vistos à luz do dia. E na esteira do magnífico barco a vapor Fevre Dream é deixado um rasto de corpos… Ao aperceber-se de que embarcou numa missão cheia de perigos e trevas, Marsh é forçado a confrontar o homem que tornou o seu sonho realidade.

Venha conhecer a lenda do Fevre Dream e a sua jornada inesquecível pelo grandioso rio Mississípi.
Sobre o autor:
GEORGE R. R. MARTIN trabalhou dez anos em Hollywood como argumentista e produtor de diversas séries e filmes de grande sucesso. Autor de várias colectâneas de contos e noveletas, foi em meados de anos 90 que começou a sua obra mais famosa, As Crónicas de Gelo e Fogo. É a saga de fantasia mais vendida da actualidade e uma adaptação televisiva encontra-se em curso pela HBO. Um autor multifacetado, a sua obra estende-se a diversos géneros como o horror, a fantasia, a ficção científica, e a prova disso são os títulos Dying of the Light, Windhaven (com Lisa Tuttle), The Armageddon Rag e Sonho Febril.
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"O Homem do Castelo Alto" de Philip K. Dick

16:37

Disponível a 1 de Outubro


Autor: Philip K. Dick
P.V.P.: 18,85 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-637-276-7
Nº de Páginas: 288
Dimensões: 160 x 230 mm
Colecção: -
Editora: Saída de Emergência
Com ensaio de Nuno Rogeiro

Um dos maiores clássicos da história da ficção científica
Sobre a obra:
Estamos em 1962. A Segunda Guerra Mundial terminou há dezassete anos e a população já teve tempo de se adaptar à nova ordem mundial. Mas não tem sido fácil: o Mediterrâneo foi drenado, a população de África foi eliminada e os Estados Unidos da América divididos entre nazis e japoneses.
Na zona neutra que divide as duas superpotências vive o homem do castelo alto, autor de um bestseller de culto, uma obra de ficção que oferece uma teoria alternativa da história mundial em que o Eixo perdeu a guerra. O romance é um grito de revolta para todos aqueles que sonham derrubar os invasores. Mas poderá ser mais do que isso?
Subtil e complexo, O Homem do Castelo Alto permanece como o melhor romance de história alternativa jamais escrito.
Sobre o autor:
Philip K. Dick nasceu em Chicago, em 1928, e viveu grande parte da sua vida na Califórnia. Após frequentar a Universidade da Califórnia, da qual desistiu, deu início à sua carreira profissional como escritor de numerosos romances, ensaios e colectâneas de contos, todos no género
da ficção científica. Em 1963, venceu o prémio Hugo por O Homem do Castelo Alto, ao que se seguiram outras obras, prémios e adaptações cinematográficas.
É actualmente considerado um dos mais influentes escritores da segunda metade do século XX, tendo as suas ideias visionárias causado grande impacto na cultura contemporânea. Morreu em 1982, em Santa Ana, Califórnia.

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"Royal Flash" de George MacDonald Fraser

16:32

Disponível a 1 de Outubro


Autor: George MacDonald Fraser
P.V.P.: 18,85 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-637-277-4
Nº de Páginas: 272
Dimensões: 160 x 230 mm
Colecção: -
Editora: Saída de Emergência
O romance histórico mais original e divertido que vai ler este ano
Sobre a obra:
A sua cobardia só é comparável à sua cara de pau. Harry Flashman tem tudo para ser o maior herói do Império Britânico.
E esta é a sua odisseia!

Dos salões vitorianos de Londres às fronteiras exóticas do Império, prepare-se para conhecer o maior herói do seu tempo (raios, de todos os tempos!)

Após o seu regresso do Afeganistão como herói de guerra, Flashman vê-se envolvido com a bela e perigosa Lola Montez e o malévolo Otto Von Bismarck numa batalha de engenhos que irá decidir o destino de um continente. Dando início a uma aventura épica, o nosso galã embrulha-se numa sucessão desesperada de fugas, disfarces, encontros amorosos e combates singulares que atravessam os salões de jogo e masmorras de Londres para culminar nas salas de trono da Europa.
Será que os talentos de Flashman irão salvar o nosso sortudo cobarde das garras de Otto Von Bismarck e da bela Lola Montez?
Sobre o autor:
George MacDonald Fraser (1925-2008) esteve num Regimento escocês na Índia e no Médio Oriente, trabalhou na imprensa na Grã-Bretanha e no Canadá e, além da série Flashman, deu ao prelo muitos outros romances de sucesso, o último dos quais Black Ajax.
Milhares de leitores em todo o mundo têm apreciado também os três volumes de contos sobre o soldado McAuslan. Escreveu inúmeros guiões de cinema, nomeadamente Os Três Mosqueteiros, Os Quatro Mosqueteiros e um filme de James Bond, Operação Tentáculo.

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"A Eleita de Kushiel" de Jacqueline Carey

16:28

Disponível a 1 de Outubro

Autor: Jacqueline Carey
P.V.P.: 19,85 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-637-262-0
Nº de Páginas: 368
Dimensões: 160 x 230 mm
Colecção: -
Editora: Saída de Emergência
Adoro os seus livros e recomendo-os vivamente. Está escrito de forma muito elegante com um narrador inesquecível. - Juliet Marillier
Sobre a obra:
Terre d’Ange é um lugar de beleza sem igual. Diz-se que os anjos deram com a terra e a acharam boa… e que a raça resultante do amor entre anjos e humanos se rege por uma simples regra: ama à tua vontade. Phèdre nó Delaunay foi vendida para a servidão em criança. O seu contrato foi comprado por um fidalgo, o primeiro a reconhecê-la como alguém atingido pelo Dardo de Kushiel, eleita para toda a vida experimentar a dor e o prazer como uma coisa só. Ele adestrou Phèdre nas artes palacianas e nos talentos de alcova — e, acima de tudo, na habilidade de observar, recordar e analisar.
Quando tropeçou numa trama que ameaçava os próprios alicerces da sua pátria, ela abriu mão de tudo o que lhe era mais querido para salvá-la.
Sobreviveu, e viveu para que outros contassem a sua história, e se eles embelezaram o conto com tecido de mítico esplendor, não ficaram muito aquém da realidade. As mãos dos deuses pousam pesadamente sobre a fronte de Phèdre, e ainda não deram a sua missão por terminada. Embora a jovem rainha que jaz sentada no trono seja bem amada pelo povo, há quem creia que outro deveria usar a coroa… e aqueles que escaparam à ira dos poderosos ainda não acabaram as suas tramas de poder e vingança.
Sobre o autor:
Jacqueline Carey é uma autora bestseller publicada um pouco por todo o mundo. A sua lista de prémios não deixa os créditos por mãos alheias. Ávida leitora desde muito nova, Jacqueline começou a escrever ficção como hobby enquanto ainda estudava.
Depois de se graduar em psicologia e literatura inglesa, ingressou num programa que lhe permitiu viver uma temporada em Inglaterra, onde trabalhou numa livraria.
O seu desejo de escrever intensificou-se e tornou-se uma paixão. O seu sucesso chegou dez anos mais tarde, com uma entrada directa para os 10 livros mais vendidos nos Estados Unidos e um respeitável número de prémios atribuídos pelos mais diversos quadrantes da literatura.
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Divulgação

[Sextante] Campanha Centenário da República

16:22

Campanha Centenário da República

A Sextante Editora decidiu juntar-se às celebrações do centenário da República e reuniu um
conjunto de livros de ficção e não ficção que têm como pano de fundo a queda da Monarquia e a instauração da República portuguesa. Indispensáveis para qualquer leitor interessado ou estudioso, estes livros têm vindo a complementar o grande acervo de edições sobre este tema que ocorreram nos últimos dois anos.
Fazem parte desta campanha A Revolução portuguesa 1907-1910, de Machado Santos, 1908 – Um olhar sobre o Regicídio, de Margarida Ramalho, As cidadãs, de Filomena Marona Beja, A crise da República e a Ditadura Militar, de Luís Bigotte Chorão, Cinco de Outubro, de Lourenço Pereira Coutinho e E AGORA? Por uma nova República, de Manuel Maria Carrilho.
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Novidades

[Clube do Autor] Primeiros Lançamentos

14:08

A chegada dos primeiros livros do Clube do Autor às livrarias nacionais, a 7 de Outubro, marca oficialmente o arranque do novo projecto editorial liderado por João Gonçalves. Dama de Espadas – Crónica dos Loucos Amantes, de Mário Zambujal, e Kanikosen – O Navio dos Homens, de Takiji Kobayashi, um fenómeno literário que está a conquistar a Europa, são as primeiras apostas da nova editora.

Com estes dois primeiros títulos, o Clube do Autor inicia a construção de um catálogo que se pretende generalista, constituído por autores nacionais e estrangeiros, na área da ficção e não ficção, e, numa primeira fase, vocacionado para o público adulto.

Ambos estão disponíveis nas livrarias a partir de 7 de Outubro.


Dama de Espadas – Crónica dos Loucos Amantes, de Mário Zambujal, o escritor que ao longo dos anos tem conquistado várias gerações de leitores é uma obra singular sobre as conturbadas relações entre homens e mulheres, um livro bem-humorado e despretensioso, escrito no registo único e inconfundível inaugurado com a Crónica dos Bons Malandros.









De Takiji Kobayashi, Kanikosen – O Navio dos Homens, é um clássico japonês convertido em bestseller internacional com mais de 1.600.000 exemplares vendidos só no Japão. Classificado pelo Le Monde des Libres como “uma obra-prima”, Kanikosen surpreende pela actualidade do tema (a precariedade laboral e as inevitáveis consequências sociais) e pela força e crueza do relato.

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Opinião

Opinião: "Pátria" de R. A. Salvatore

12:50



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Opinião:
Este livro – Pátria – é o primeiro volume d’A Trilogia do Elfo Negro. Neste livro é explorado Drizzt, o elfo negro, uma das personagens mais lendárias da fantasia. É na cidade proibida, rodeada por trevas nas profundezas da terra, que se esconde Menzoberranzan dominada pelos drow, os temidos elfos negros, que governam o complexo sistema de Casas em constante batalha, onde no decorrer desta batalha nasce uma criança com olhos de cor púrpura, que deixa de imediato que a família adivinhe aquilo que viria e que diferenças este possui, este é Drizzt Do’Urden. Estes elfos negros, são seguidores da Deusa Aranha. Deusa esta, que dá valor à sua crueldade e à incessante ambição. Drizzt Do’Urden, é um elfo cheio de coragem e de alegria, destemido e com excelentes qualidades de guerreiro, mas que não entende aquilo que se passa na sua sociedade, o que o leva a seguir o caminho oposto àquilo que são as ideias do local onde nasce.
R.A. Salvador, leva-nos no livro de fácil leitura, com uma escrita simples, a acompanhar Drizzt Do’Urden, desde o seu nascimento prosseguindo no seu desenvolvimento au longo deste primeiro volume. Apresenta-nos aqui, os drow, que são elfos, mas que vivem nas profundezas, com estes ele mostra-nos que ao invés do que estamos habituados nos elfos, que são bons e assim, aqui estes são maus, e praticam coisas más.
Será com certeza, um livro que agradará os fãs do fantástico e se calhar de alguns vídeo jogos (recentes não vejo assim nenhum, mas antigos, lembro-me de alguns títulos de RPG que adorei, mas não cito os títulos).
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Novidades

"O Livro dos Avós" de Jorge Gabriel

12:02


Autor: Jorge Gabriel
P.V.P.: 14,95 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-20-4323-6
Nº de Páginas: 260
Dimensões: - x - mm
Colecção: -
Editora: Livros d'Hoje

Sobre a obra:
Este livro, da autoria do famoso apresentador de televisão Jorge Gabriel, conhecido por ser um apaixonado pelos Avós, é uma colectânea de divertidos jogos com ilustrações e diversas histórias, para que possa partilhar em família, e acima de tudo, é o livro que permite que todos os avós possam passar tempo de qualidade com os seus netos.

Sobre o autor:
Jorge Gabriel foi o apresentador do programa semanal «Roda dos Milhões», da SIC. Durante muito tempo a sua grande paixão foi a rádio. Começou em 1984, no "Musicomania", na Antena 1. Mais tarde entra para o desporto da Comercial e colabora no desporto da TSF. Em 1992, foi seleccionado para jornalista de desporto da SIC. Começa a colaborar no concurso "Donos do Jogo", integrado no programa diário "Donos da Bola", onde chegou a apresentador. Em 2003, apresenta "O Preço Certo em Euros", a gala "Pirilampo Mágico" e participa como actor na série "A Minha Sogra é Uma Bruxa". E até 2004 é o rosto do "Quem Quer Ser Milionário”. Torna-se imagem de diversas campanhas publicitárias e vence o Globo de Ouro para melhor apresentador. Em 2005 integra o trio de comentadores do programa "Trio de Ataque", apresenta o concurso "O Cofre" e o programa "Música no Ar". Entre 2007 e 2008 apresenta os concursos "Sabe Mais Que Um Miúdo de 10 anos" e "Quem Quer Ser Milionário". Em 2010 conduz o concurso "O Cubo". Desde 2002, diariamente, apresenta o programa das manhãs da RTP "Praça da Alegria” com Sónia Araújo.
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"O Mistério do Colar Desaparecido" de Enid Blyton

19:23


Autor: Enid Blyton
P.V.P.: 9,08 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-555-522-2
Nº de Páginas: 184
Dimensões: - x - mm
Colecção: -
Editora: Oficina do Livro

Não percas mais uma aventura dos Cinco Descobridores e do seu Cão!


Sobre a obra:
Ninguém reconhece o Gordo na pele de uma vendedora de balões nem de outras personagens como o velho Johnny.

Os seus disfarces estão melhores do que nunca!

E bem vai precisar deles, agora que uma quadrilha de ladrões audaciosos está a deixar a Polícia às aranhas.

É mais um mistério à medida dos Cinco Descobridores e do seu Cão!

Excerto
«O silêncio foi absoluto: os Descobridores olhavam estupefactos para o seu chefe, com profunda admiração. Que ideia original! Nenhum dos ladrões se lembraria de desconfiar de uma figura de cera! A Bé quase conseguia ver o Gordo vestido de Napoleão, imóvel como uma estátua, a ver e a ouvir tudo o que se passava à sua volta.»


Sobre a autora:
Enid Blyton, de nacionalidade inglesa, é autora de muitos livros de aventuras para crianças e adolescentes. Escreveu histórias que ficaram para sempre no imaginário dos portugueses, como Os Cinco ou Os Sete, e criou personagens que ainda hoje fazem parte do nosso quotidiano, como o nosso amigo e tão conhecido Noddy.

Os seus livros estão traduzidos em mais de 90 línguas. Ao longo da sua vida terá escrito mais de 800 obras.

Da mesma colecção, a Oficina do Livro já publicou O Mistério da Casa Queimada, O Mistério da Gata Desaparecida, O Mistério do Quarto Secreto e O Mistério das Cartas Anónimas.
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Novidades

"Contos de Andersen para Crianças sem Medo" de Alice Vieira e Carla Nazareth

19:18


Autor: Alice Vieira e Carla Nazareth
P.V.P.: 13,90 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-555-529-1
Nº de Páginas: 54
Dimensões: - x - mm
Colecção: -
Editora: Oficina do Livro

Para crianças (e adultos) que se atrevem a levar a imaginação mais longe.


Sobre a obra:
Em Contos de Andersen para Crianças sem Medo poderás conhecer histórias de encantar que o tempo trouxe de longe e que Alice Vieira escolheu e… escreveu!

O Pequeno Abeto
O Acendedor
Os Sapatos Vermelhos
A Polegarzinha
O Pião e a Bola

Diverte-te a ler e a descobrir a sabedoria que cada conto tem para te dar!

Sobre as autoras:
Alice Vieira nasceu em Lisboa há algumas décadas. Estudou para professora – e nunca ensinou ninguém. Sempre sonhou ser jornalista – e foi. Nunca pensou ser escritora – e é. A vida tem destas coisas. Comemorou, em 2009, trinta anos de carreira literária.
É autora de Contos de Grimm para Meninos Valentes, também da Oficina do Livro.

Carla Nazareth nasceu no ano de 1975, em Moçambique. Viveu grande parte da sua vida em Coimbra, mas reside em Lisboa desde 1993. É licenciada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, cidade da qual guarda a luz que reflecte as cores, as oportunidades oferecidas e as coisas que acontecem. Trabalha desde 1998 como designer de comunicação e, a partir de 2001, inicia a sua actividade como ilustradora infantil.
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Divulgação

"Entrevista com a República" de António Simões do Paço

15:48


Autor: António Simões do Paço
P.V.P.: 15,00 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: -
Nº de Páginas: 200
Dimensões: - x - mm
Colecção: -
Editora: Guerra & Paz Editores

Sobre a obra:
Entrevista com a República, o novo livro de António Simões do Paço, é lançado no dia 1 de Outubro, às 18h30 na Livraria Leya na CE Buccholz, em Lisboa. A apresentação está a cargo do Professor Dr. Luís Farinha, investigador do Instituto de História Contemporânea.
Através de títulos como o Diário de Notícias, A Capital ou O Século, mas também de debates parlamentares, editoriais e depoimentos, o jornalista António Simões do Paço dá voz aos protagonistas que há 100 anos mudaram o rumo de Portugal.
Um livro único na área inclui também um dicionário de figuras da República – como João Chagas, Afonso Costa, Brito Camacho ou Amélia Santos –, a composição de todos os seus Governos, os Presidentes entre 1910 e 1926 e uma cuidada cronologia.

Sobre o autor:
António Simões do Paço nasceu em Lisboa, em 1957. É jornalista, editor e historiador. Foi editor da revista História, em 2001. Coordenou a edição de mais de uma dezena de colecções e obras de História, área em que prepara actualmente o seu doutoramento. É autor de Salazar, o ditador (Bertrand, 2010) e de Francisco Louçã – Biografia (Bertrand, 2009). É, também, coordenador e co-autor de Os Anos de Salazar, um retrato da sociedade portuguesa durante o Estado Novo, em 30 volumes (Planeta de Agostini, 2008).


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