"A Dança dos Dragões" de George R. R. Martin

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Autor: George R. R. Martin
P.V.P.: 19,03 € (aqui)
Data 1ª Edição: 2011
Nº de Edição:
ISBN: 9789896373689
Nº de Páginas: 576
Dimensões: 160 x 230 mm
Colecção: -
Editora: Saída de Emergência

"A Guerra dos Tronos é a mais importante obra de fantasia desde que Bilbo encontrou o Anel."
-SF Reviews.net

"George R. R. Martin apresenta um mundo vibrante e real, personagens soberbamente construídas, enredos complexos mas coerentes, descrições de cortar a respiração e uma prosa muito acima daquilo a que o género nos habituou."
-Amazon.com

"Agarra-nos e nunca mais larga. Brilhante!
-Robert Jordan

"Martin tem a capacidade de nos arrebatar de uma forma que os outros autores de fantasia não conseguem, talvez porque também não tenham a sua capacidade para desenvolver personagens. Seja nas sangrentas cenas de batalhas ou nos retratos íntimos dos laços familiares, A Guerra dos Tronos possui uma força crua e emocional que não nos deixa indiferentes. Martin também dispensa todos os clichés tolkianos, como elfos, espadas mágicas e dark lords, focando-se antes em pessoas reais e apenas sugerindo o sobrenatural. Acredite: A Guerra dos Tronos é a mais importante obra de fantasia desde que Bilbo encontrou o Anel."
-SF Reviews.net

"A Guerra dos Tronos é a obra-prima da fantasia moderna e reúne o que de melhor o género tem para oferecer: magia, mistério, intriga, romance e aventura."
-Locus

"A melhor fantasia dos últimos 50 anos."
-The Denver Post


Sobre a obra:
O Norte jaz devastado e num completo vazio de poder. A Patrulha da Noite, abalada pelas perdas sofridas para lá da Muralha e com uma grande falta de homens, está nas mãos de Jon Snow, que tenta afirmar-se no comando tomando decisões difíceis respeitantes ao autoritário Rei Stannis, aos selvagens e aos próprios homens que comanda. Para lá da Muralha, a viagem de Bran prossegue. Mas outras viagens convergem para a Baía dos Escravos, onde as cidades dos esclavagistas sangram e Daenerys Targaryen descobre que é bastante mais fácil conquistar uma cidade do que substituir de um dia para o outro todo um sistema político e económico. Conseguirá ela enfrentar as intrigas e ódios que se avolumam enquanto os seus dragões crescem para se tornarem nas criaturas temíveis que um dia conquistarão os Sete Reinos?

Ler Excerto

Sobre autor:

Em jovem, Martin foi um ávido leitor e coleccionador de banda desenhada. O número 20 (de Novembro de 1960) da revista Quarteto Fantástico contém uma carta ao editor que ele escreveu no liceu, assinada como George R. Martin. Ele dá crédito à atenção que recebeu com esta carta, bem como o interesse que se seguiu em fanzines, como aquilo que lhe despertou o interesse em tornar-se escritor.

Martin escreveu ficção curta no princípio da década de 1970 e ganhou vários Prémios Hugo e Nébula antes de começar a escrever romances mais tarde nessa década. Embora muito do seu trabalho seja fantasia ou horror, alguns dos seus trabalhos iniciais eram ficção científica ambientada numa história futura pouco definida. Também escreveu pelo menos um exemplo de ficção político-militar, "Night of the Vampyres", incluído na antologia de Harry Turtledove The Best Military Science Fiction of the 20th Century.

Nos anos 80 dedicou-se ao trabalho na televisão e na edição de livros. Na televisão, trabalhou na nova Twilight Zone e na série A Bela e o Monstro. Como editor, supervisionou o longo ciclo Wild Cards, que se desenrola num universo partilhado, no qual um vírus alienígena conferia estranhos poderes ou desfiguramentos a uma fatia da humanidade durante a Segunda Guerra Mundial, afectando a história do mundo daí em diante (a ideia foi inspirada pelos super-heróis da banda desenhada e pelo RPG Superworld, no qual Martin era mestre de jogo). Entre os autores que contribuíram para a série Wild Cards contaram-se Stephen Leigh, Lewis Shiner, Howard Waldrop, Walter Jon Williams e Roger Zelazny.

O conto homónimo de Martin foi adaptado ao cinema em Nightflyers (1987).

Em 1996, Martin regressou à escrita de histórias longas, iniciando o seu longo ciclo As Crónicas de Gelo e Fogo (segundo parece inspirado nas Guerras das Rosas e em Ivanhoe). Em Novembro de 2005, A Feast for Crows, o quarto livro da série, chegou ao número 1 na lista de best-sellers do New York Times e também atingiu o número 1 na lista de best-sellers do The Wall Street Journal. Além disso, A Feast for Crows foi nomeado para um prémio Quill e um British Fantasy Award. A série recebeu elogios de escritores, editores, leitores e críticos.

Em Janeiro de 2007 foi anunciado que a HBO Productions comprou os direitos de emissão para toda a série As Crónicas de Gelo e Fogo, com o autor a ser também co-produtor executivo no projecto. O plano é que cada livro da série seja transformado numa temporada de episódios para televisão. A produção terá lugar na Europa ou na Nova Zelândia e diz-se que Martin concordou em escrever o guião de um episódio por temporada. Espera-se para breve a divulgação de mais pormenores.

Martin também foi professor de jornalismo (no qual detém o grau de mestre) e director de torneios de xadrez. No tempo livre, colecciona miniaturas medievais e continua a acarinhar a sua colecção de banda desenhada, que inclui os primeiros números do Homem-Aranha e do Quarteto Fantástico. Embora seja bastante activo na internet, faz notar: "Escrevo num computador completamente diferente daquele que uso para o email e a internet, em parte para me defender de vírus, worms e pesadelos deste tipo. (...) Escrevo em WordStar 4.0 numa máquina puramente DOS."

Os críticos descreveram o trabalho de Martin como escuro e cínico. O seu primeiro romance, Dying of the Light, estabeleceu o tom para a maior parte do trabalho seguinte; ambienta-se num mundo em grande medida abandonado que se vai tornando lentamente inabitável enquanto se afasta do seu sol. Esta história e muitas das outras histórias de Martin, possuem um profundo sentido de melancolia. As suas personagens são frequentemente infelizes, ou pelo menos insatisfeitas, e muitas ostentam elementos de heróis trágicos. O crítico T. M. Wagner escreve "Que nunca se diga que Martin não partilha do gosto de Shakespeare pela tragédia sem sentido". No entanto, esta melancolia pode constituir um obstáculo para alguns leitores. O Grupo Inchoatus escreve: "Se esta ausência de alegria vos perturbar, ou se procuram alguma coisa mais afirmativa, então provavelmente deverão procurar noutro sítio."

As suas personagens são também multifacetadas, cada uma possui passados, inspirações e ambições intrincadas. A Publisher Weekly escreve sobre a sua fantasia épica As Crónicas de Gelo e Fogo: "A complexidade de personagens como Daenarys [sic], Arya ou o Regicida manterão os leitores a virar até o vasto número de páginas contidas neste volume, pois o autor, como Tolkien ou Jordan, consegue fazer-nos preocupar com os seus destinos". Mas a ninguém é dado um golpe de sorte pouco realista, e o azar, os ferimentos e a morte (e até a falsa morte) podem acontecer a qualquer personagem, por mais ligado que o leitor se sinta a ela. Martin descreveu uma vez os seus motivos para matar personagens como "... quando as minhas personagens estão em perigo, quero que tenham medo de virar a página, (portanto) preciso de mostrar logo desde o início que não estou a brincar."

Martin tem uma boa relação com o seu fã-clube oficial, a Brotherhood without Banners, e já os elogiou pelas festas e actividades filantrópicas. Em Dezembro de 2006, a organização tem mais de 1000 membros oficiais listados no seu sítio web.

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