"Da Índia, com amor" de Júlia Nery

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Data de Edição: 2012
ISBN: 978-972-0-04398-6
Nº de Páginas: 248
Editora: Sextante Editora

Da Índia, com amor
A história de uma portuguesa na Goa do século XVI sob o olhar de Júlia Nery

500 anos após a presença portuguesa em Goa, a Sextante Editora publica, no dia 24 de maio, um novo romance histórico de Júlia Nery, Da Índia, com amor, um extraordinário e desconhecido testemunho da vida das mulheres portuguesas na Carreira da Índia.
Narrado sob o ponto de vista de uma mulher nobre portuguesa que se vê obrigada a sair da sua terra natal, Da Índia, com amor remete-nos para a Goa do século XVI, onde nos cruzamos com personalidades ímpares da nossa História, como D. Afonso de Albuquerque, S. Francisco Xavier, D. João de Castro e o próprio Luís de Camões.
Júlia Nery tem já uma vasta obra sobre diferentes épocas e lugares. O seu romance anterior, Crónica de Brites, sobre a Padeira de Aljubarrota,
foi publicado pela Sextante Editora em 2008.

O lançamento de Da Índia, com amor está marcado para o dia 5 de junho, às 18:30, na livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa. A apresentação estará a cargo de Miguel Real.

Sobre a obra:
Da Índia, com amor dá-nos as cores, formas, luz e sombras das figuras, ambientes e emoções de um vasto painel da presença dos portugueses em Goa, na época da sua afirmação no Oriente. Com Joana e Violante, órfãs d’el-rei, viajamos na Carreira da Índia. Joana nos fará testemunhas da sua viagem interior, por dentro da saudade, amor e aventuras, dúvidas de si e da sua fé, abalada pelo confronto com outra cultura, até ao momento em que, naufragada, despojada, perdida em terras de cafres, ouvimos as últimas palavras da sua narrativa: sei quem sou. A narração do futuro caberá a outros.

Sobre autor:
De raízes beirãs, Júlia Nery, nasceu em Lisboa no século xx e vive numa aldeia perto de Cascais, onde foi professora do ensino secundário e deputada à Assembleia Municipal. Publicou a sua primeira obra de ficção em 1984: Pouca terra… poucá terra... Conciliando o seu trabalho de professora, de formadora na área específica da Didática da Língua e de dinamizadora de oficinas de escrita, continuou a publicar obras de ficção e de teatro: O cônsul, O plantador de naus a haver (Prémio Eça de Queirós, 1994), Na casa da língua moram as palavras, Infantas de Portugal, Valéria, Valéria, www.morte.com, O segredo perdido, Crónica de Brites, Aquário na gaiola, os dois últimos editados pela Sextante. Tem obra traduzida em francês e alemão.

Imprensa:
Júlia Nery sabe engendrar histórias, sabe contá-las e, sobretudo, sabe escrevê-las.
Luiz Fagundes Duarte

… [um] livro admirável, com voz e corpo, sentimentos e ansiedades. Um livro a não perder.
Elle [sobre Crónica de Brites]

Crónica de Brites, retratando a vida aventurosa de Brites de Almeida, a «Padeira de Aljubarrota», constitui-se como uma narrativa de cunho clássico, com utilização vernacular da língua. Júlia Nery trabalha com sucesso a língua portuguesa […], realçando o efeito de verosimilhança histórica desejado.
Miguel Real [idem]

Embora nunca nomeado, o herói d’O cônsul existiu mesmo. É Aristides de Sousa Mendes. E o romance tem por argumento o caso histórico vivido por esse diplomata português, recriado de modo magistral por Júlia Nery. A estória da História foi bem servida por uma linguagem forte, uma bela voz assinada, que nos deixa em suspenso à espera de um próximo romance.
Helena Barbas [sobre O cônsul]

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