"Cama de Gato" de Kurt Vonnegut

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Data de Edição: 2012
ISBN: 9789722524582
Nº de Páginas: 216
Editora: Bertrand Editora

A sua obra mais (re)conhecida é sem dúvida Matadouro Cinco ou a Cruzada das Crianças, mas Vonnegut é também autor de vários romances, ensaios e peças de teatro. Depois da publicação em agosto passado de Matadouro Cinco, dá-se continuidade à obra deste “hilariante profeta da desgraça” com Cama de Gato.

Sobre a obra:
O doutor Felix Hoenikker, um dos «pais» da bomba atómica, deixou à humanidade um legado fatídico. Foi ele o inventor do gelo-nove, um químico letal capaz de congelar o mundo inteiro.
As investigações de John, o escritor que está a preparar uma biografia de Felix, conduzem-no aos três excêntricos filhos do cientista, a uma ilha nas Caraíbas onde se pratica a religião bokononista e, mais tarde, ao amor e à loucura.
Narrado com um humor desarmante e uma ironia amarga, este livro de culto acerca da destruição global é uma sátira hilariante e assustadora sobre o fim do mundo e a loucura dos homens.
«alguém ou alguma coisa me impeliu a estar em certos lugares em determinados momentos, sem falha. Foram providenciados meios e motivos, tanto convencionais como bizarros. E segundo o plano, a cada dado instante, em cada dado lugar, lá estava este Jonah aqui:
Escutem:
Quando eu era mais novo – duas mulheres, 250 000 cigarros e 750 litros de cerveja atrás…
Quando eu era muito mais novo, comecei a reunir material para um livro a ser intitulado O Dia Em Que o Mundo Acabou.»

Sobre autor:
Kurt Vonnegut nasceu em Indianapolis a 11 de novembro de 1922 e morreu em Nova Iorque a 11 de abril de 2007. Licenciou-se em Química e alistou-se no exército americano, com o qual combateu na Segunda Guerra Mundial. Foi feito prisioneiro e presenciou o bombardeamento de Dresden. Após a Guerra, formou-se em Antropologia É autor de vários romances, ensaios e peças de teatro, entre os quais se destaca Matadouro 5 ou A cruzada das Crianças de 1969.

Imprensa:
«Um hilariante profeta da desgraça»
The New York Times

«Único… um dos autores que nos mapeia as paisagens, que dá nomes aos lugares que melhor conhecemos.»
Doris Lessing, The New York Times Book Review

«O nosso melhor humorista negro… Rimo-nos em autodefesa.»
The Atlantic Monthly

«Vonnegut olhava para o mundo bem nos olhos e nunca vacilava»
J. G. Ballard

«Um satírico inimitável e que não imita ninguém»
Harper’s Magazine

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