"Os filhos de Alexandria" de Françoise Chandernagor

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Data de Edição: 2012
ISBN: 978-972-0-07167-5
Nº de Páginas: 336
Editora: Sextante Editora

Os filhos de Alexandria
A história singular da filha de Cleópatra por Françoise Chandernagor

A Sextante Editora publica, no dia 5 de julho, Os filhos de Alexandria, romance de Françoise Chandernagor galardoado com o Grand Prix Palatine du Roman Historique 2011. Nesta história simultaneamente dramática e apaixonante, cruzam-se personagens históricas como Cleópatra, Marco António e seus filhos, das quais se destaca Selena, a narradora, que testemunhará o destino trágico da sua família.
Françoise Chandernagor é uma das grandes autoras do romance histórico em França e, atualmente, preside a Academia Goncourt, da qual é membro desde 1995.

Sobre a obra:
Alexandria: a joia de um império que António e Cleópatra vão arrastar na sua queda. Dos amores do Imperator e da rainha do Egito tinham nascido três crianças. Príncipes efémeros, que cresciam entre o ouro e a púrpura do bairro real juntamente com o seu meio-irmão mais velho, o menino faraó nascido da relação de César e Cleópatra. Quatro crianças com um destino trágico.
Com dez anos no momento da tomada da cidade e do suicídio dos pais, a pequena Selena, única sobrevivente desta ilustre família, não esquecerá nunca a aniquilação do seu reino, da sua dinastia, dos seus deuses.
Com sensibilidade e força romanesca, Françoise Chandernagor inicia a narração da vida desconhecida da última dos Ptolomeus neste primeiro volume do tríptico A rainha esquecida.

Sobre autor:
Françoise Chandernagor nasceu numa família de maçons da Creuse cruzados com descendentes de um escravo indiano. Após um começo de carreira nas altas magistraturas do Estado, dedicou integralmente a sua vida à escrita, a partir de 1993. O seu primeiro romance, A alameda do rei (1981), atingiu 600 000 exemplares de vendas em França e foi traduzido em todo o mundo.
É, desde 1995, membro da Academia Goncourt, presidindo atualmente ao júri do Prémio Goncourt.


Imprensa:
A sua conquista do Egito é um feito ao mesmo tempo erudito e popular.
Bernard Pivot, Le Journal du Dimanche

Chandernagor conta com talento a história do mais célebre casal da Antiguidade. E o milagre acontece: uma lição de História acompanhada de uma soberba lição de literatura.
Frédéric Valloire, Valeurs Actuelles

Lugar de honra para as sensações, os gestos e os sentimentos. O fantasma de Selene e todos os espetros que ela arrasta consigo ganham cor. Esperamos com impaciência a continuação desta magia.
Marie-Françoise Leclère, Le Point

Chandernagor escreve num estilo direto, por vezes cru, mas sempre inventivo e literário. Recria o Egito com o à-vontade e o brio de uma paixão inteligente.
Patrick Grainville, Le Figaro littéraire

Rigor factual e narrativa enérgica: um cocktail vencedor. A romancista inicia o leitor na política romana, nos costumes, na poesia, nas paixões e na vida quotidiana da Antiguidade.
Emmanuel Hecht, L’Express

Graças à formidável erudição e talento da romancista, somos transportados à Alexandria cosmopolita do último século antes da nossa era.
Bernard Loupias, Le Nouvel Observateur

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