Agora Fico Bem de Jenny Downham

22:34

P.V.P.: 14,94 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 278
Editora: Bertrand Editora

Sobre a obra:
Inspiradora, comovente, divertida e profundamente marcante, não é exagero dizê-lo. É assim a história de Agora fico Bem, o primeiro romance da inglesa Jenny Downham, cujo sucesso levou de imediato a comparações com J. K. Rowlings.
O livro começa com um desejo. Nada muito complicado. Tessa, a jovem a quem restam apenas alguns meses de vida, quer ter relações sexuais antes de morrer. E quer também conduzir "às escondidas", experimentar drogas, roubar coisas de uma loja... viver o tempo que resta!
Cumprir cada item da lista das 10 coisas a fazer antes de morrer torna-se assim a única ambição de Tessa perante o seu imutável destino.
Agora fico Bem é por isso um romance brilhante, comovente mas curiosamente cheio de vida. E mesmo partindo de um tema doloroso, passado com leveza e doçura, é um texto verdadeiro e tocante, sem ser piegas.
Sobre autor:
Jenny Downham tem 43 anos e é mãe solteira de 2 filhos. Foi actriz num grupo de teatro e diz que aprendeu a contar histórias por ter de improvisar para o público relutante para o qual representava (instituições de jovens em risco, prisões, hospitais). Este é o seu primeiro romance, mas já está a trabalhar no próximo. Teve um êxito imediato e estrondoso, e foi por isso comparada a J.K. Rowling.
Imprensa:
«Este romance não deixará de comover as pessoas que o lerem...vai sentir-se feliz por estar vivo».
Heat

«A linguagem de grande lucidez torna suportável uma história dolorosa, bela e transcendente».
Kirkus Reviews

«Pode parecer demasiado deprimente para se exprimir por palavras (mas é apenas uma indicação da originalidade inspirada de Antes de Eu Morrer, de Jenny Downham) o facto de o leitor acabar as últimas páginas muito emocionado por estar vivo... Não importa que idade tem o leitor. Este livro nunca mais irá deixá-lo.»
New York Times Book Reviews

«A eloquente rapariga às portas da morte pode parecer um lugar-comum da ficção para adolescentes, mas esta estreia britânica rompe com todos os modelos. Downham não recua perante nada na sua história arrebatadora e excepcionalmente vibrante».
Publisher's Weekly

«Numa prosa luminosa e absolutamente verosímil, Downham merece todas as lágrimas que arranca aos leitores. Não duvido de que haverá muitos: leitores e, como é evidente, lágrimas».
Entertainment Weekly

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