O Sino da Islândia de Halldór Laxness

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P.V.P.: 17,91 €
Data de Edição: 2012
Nº de Páginas: 446
Editora: Cavalo de Ferro

Sobre a obra:
No final do século XVII, o emissário e carrasco do rei da Dinamarca recebe ordens para confiscar o sino de Þingvellir, velho símbolo da independência islandesa, e para o levar desmantelado em peças até Copenhaga. Jón Hreggviðsson, um agricultor pobre e rude, a braços com a lei pelo roubo de corda, é acusado do seu homicídio e condenado à morte. A sua atribulada fuga e o longo processo que se seguirá ocupará a justiça durante mais de 30 anos.
Arnas Arnæus, erudito e bibliotecário islandês, que percorre o seu país para encontrar os fragmentos desaparecidos da Edda em verso - os poemas épicos fixados no século XIII envolve-se num caso amoroso com Snæfríður, a filha do magistrado que viria a condenar Jón.
Como os caminhos destas personagens se cruzarão é o que nos conta Halldór Laxness que, com mão de mestre, transforma a história de O Sino da Islândia numa homenagem à tradição heroica islandesa, usando como cenário reais conflitos políticos e sociais ocorridos de 1650 a 1790 entre a potência dinamarquesa e a oprimida colónia islandesa.

O Sino da Islândia, pela primeira vez aqui traduzido para português, foi aclamado como uma das obras maiores do prémio nobel islandês, tendo sido adaptado pelo próprio autor ao teatro, numa peça de clamoroso sucesso.
Sobre autor:
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1955

Halldór Laxness nasce na Islândia em 1902 e torna-se lenda no seu próprio tempo. Em 1955 é galardoado com o Prémio Nobel da Literatura. Logo em 1927, um crítico escreve sobre ele: «Finalmente! Finalmente! A Islândia tem um novo grande escri­tor.» A partir daí seguem-se várias obras-primas: "Salka Valka", «Gente independente», «A luz do mundo», «O sino da Islândia», «A central nuclear», «Os felizes guerreiros», «Os peixes sabem cantar», «Paraíso reclamado», «Sob o glaciar» e "Guosgjafapula". Para além dos romances, Laxness escreveu também contos, ensaios, teatro, poesia e vários romances autobiográficos. A sua obra está traduzida em mais de 45 línguas e publicada em mais de 500 edições, com enorme sucesso em todo o mundo, nunca antes editada em Portugal. Halldór Laxness é um verdadeiro mágico com as palavras. Ele detém uma vasta gama de estilos e temas: nenhum dos seus romances se assemelha. Laxness consegue sempre surpreender o leitor, é detentor de uma imaginação e de recursos técnicos inesgotáveis. É muito feliz na expressividade e na caracterização brilhante das personagens. No seu percurso, Halldór Laxness nunca se cingiu apenas a um ideal ou crença. Inicia a sua carreira enquanto católico, depois torna-se socialista, e mais tarde perde o interesse por todas as doutrinas - excepto talvez pelo Taoismo. Laxness falece aos 96 anos, consagrado como um dos maiores escritores de sempre.
Imprensa:
«Laxness é um mestre da imaginação, a oitava maravilha do mundo literário.»
Die Welt

«Através do pensamento das suas personagens e de diálogos magistrais, Laxness ilumina uma época ao mesmo tempo que faz da epopeia de um homem o símbolo da perseverança de um povo. O Sino da Islândia é uma obra-prima.»
José Riço Direitinho, Público

«[Laxness] é como um cantor das antigas sagas que nos canta o Homem em todo o seu esplendor e mesquinhez.»
Marguerite Duras

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