A Filha do Papa de Luís Miguel Rocha

23:34

P.V.P.: 15,93 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 432
Editora: Porto Editora
Regresso ao Vaticano com A Filha do Papa
Novo thriller de Luís Miguel Rocha elogiado por Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe

O novo thriller de Luís Miguel Rocha, o primeiro autor português a figurar no top do New York Times, chama-se A Filha do Papa e está à venda a partir de 11 de março. Dois dos principais escritores portugueses da atualidade, José Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe, leram, antecipadamente, esta nova obra e elogiaram o autor.
Depois do enorme sucesso de A Mentira Sagrada, publicado pela Porto Editora em 2011, A Filha do Papa, uma obra cheia de ação, centra-se na figura de Pio XII e lança uma pergunta: terá sido o antissemitismo a verdadeira razão da não beatificação do papa?
A Filha do Papa será promovido em digressão nacional (cf. pág. 2).

DIGRESSÃO NACIONAL
À semelhança do que aconteceu com A Mentira Sagrada, A Filha do Papa vai ser divulgado em digressão nacional.
O lançamento do livro está já agendado para o ciclo literário Porto de Encontro, no Porto, a 17 de março. Haverá lugar, também, a uma apresentação em Lisboa e a sessões em dezenas de cidades do país.
A Porto Editora anunciará oportunamente todos os pormenores relativos a esta digressão.
Sobre a obra:
Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?
Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano – a filha do Papa Pio XII. Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa. Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?

Ler Excerto
Sobre autor:
Luís Miguel Rocha nasceu em 1976 na cidade do Porto, onde mora depois de ter residido dois anos em Londres. Foi repórter de imagem, tradutor e guionista. Atualmente, dedica-se em exclusivo à escrita.
A Filha do Papa é o seu sexto livro, depois de Um País Encantado (2005), O Último Papa (2006), Bala Santa (2007), A Virgem (2009) e A Mentira Sagrada (2011).
As suas obras estão publicadas em mais de 30 países e foi o primeiro autor português a entrar para o top do The New York Times. O Último Papa, bestseller internacional, vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo.

www.luismiguelrocha.com | www.facebook.com/luismrocha
Imprensa:
Há por aí a moda de classificar os livros com estrelas. Cinco para os muito bons. Aos que li de Luís Miguel Rocha, não daria eu essas cinco, que são de pechisbeque e coitadinhas, mas as três com que a Michelin distingue a qualidade e o talento dos cozinheiros do topo. Porque não haja dúvida: no uso dos ingredientes, no preparo das cenas, no ritmo, no desenho dos personagens, no "cozinhar" do enredo, Luís Miguel Rocha é um grand chef.
José Rentes de Carvalho

Um mestre de contar histórias. Exímio a mostrar cada instante e cada pormenor, como se projetasse cinema na nossa imaginação. Este livro é um vírus. Domina-nos.
Valter Hugo Mãe

LMR tem um dom para arquitectar histórias fascinantes e criar personagens vivas, que se destacam das páginas e nos arrastam com elas a uma velocidade vertiginosa pelas ruas de Roma e os meandros do Vaticano. Nenhum pormenor é deixado ao acaso: a escrita é cuidada, a trama complexa e o ritmo viciante.
Tânia Ganho, escritora

Luís Miguel Rocha sabe tudo sobre Papas.
Jô Soares, humorista

Luís Miguel Rocha pega-nos pela mão e leva-nos numa viagem alucinante pelos meandros da Igreja e seus mistérios com uma escrita cativante e uma história envolvente que a cada página nos deixa a desejar mais e mais!
Paula Neves, atriz

Há duas coisas que não posso ter em casa: chocolates e livros novos do Luís Miguel Rocha. Que vício! Aperte o cinto e agarre-se, ele está de regresso!
Diogo Beja, locutor de rádio

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1 comentários

  1. Pelas críticas de imprensa ou melhor por quem as assina....fiquei logo impressionado (eu que nem me costumo impressionar com frequência) com este novo livro de Luís Miguel Rocha.
    A fórmula é a mesma e como se costuma dizer "em equipa que ganha não se mexe" é o que vende... e acho que faz muito bem, pois os tempos não estão para brincadeiras e já não se sabe o dia de amanhã.
    Mas como apreciador de gastronomia e sem necessitar de estrelas Michelin como refere o ilustre José Rentes de Carvalho, gosto de variar um bocadinho a receita.
    Vou mesmo passar. Bom Apetite.
    Amén.

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