Crime e Castigo - O Povo não É Sereno de Pedro Almeida Vieira; ilustração de Enio Squeff

23:52

P.V.P.: 14,99 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 232
Editora: Editorial Planeta

Sobre a obra:
Em Portugal diz-se que o respeitinho é muito bonito. Mas nunca foi muito praticado. Em tempos passados, mesmo com uma Justiça justiceira, que mandava matar à mínima suspeita, os portugueses tinham forças e artes para se manifestarem, revoltarem, conspirarem e aldrabarem as autoridades. Quando apanhados, raramente havia clemência: antes tortura, degredo, forca, decepamentos, fuzilamentos e o mais que houvesse à mão. Em Crime e Castigo - O Povo não É Sereno apresentam-se alguns dos casos mais célebres de crimes económicos, conspirações contra reis, atentados contra figuras do Estado e sublevações nas colónias, sobretudo no Brasil, entre os séculos xv e xix. Eis um retrato feito de dor e sangue que percorre, em 25 narrativas, crimes e castigos num país que, afinal, como começámos a demonstrar no primeiro volume desta obra, nunca foi de brandos costumes.
Sobre autor:
Pedro Almeida Vieira nasceu em Coimbra em 1969, vivendo a sua juventude em Anadia e tendo-se licenciado em Engenharia Biofísica pela Universidade de Évora. Depois de uma experiência no associativismo ambiental, tornou-se jornalista em 1995, tendo colaborado sobretudo com o Expresso, Fórum Ambiente, Grande Reportagem e Diário de Notícias, entre outras publicações.
Nos últimos anos recebeu três prémios de imprensa e foi também distinguido em 2003 com o Prémio Nacional do Ambiente "Fernando Pereira".
É autor de O Estrago da Nação, um ensaio jornalístico sobre o estado do ambiente em Portugal, considerado por dois críticos do semanário Expresso como um dos dez melhores livros de 2003. Estreou-se na escrita de ficção em 2004 com o romance Nove Mil Passos que evoca a construção do Aqueduto das Águas Livres.
Imprensa:
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