Roy Blue Está na Cidade de Patrícia Madeira | eBook Gratuito

13:20

P.V.P.: -,- € 
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: -
Editora: Escrytos

Sobre a obra:
Com temas muitos distintos, que vão do amor, à solidão, à velhice, ao sexo, à morte, à amizade, à unreality TV até ao fantástico, "O Armazém e Outras Estórias" é uma colectânea de contos que nos revela a ansiedade e a insegurança que temos connosco próprios, que jamais ousaremos contar a alguém, e a certeza que estamos sozinhos mesmo quando rodeados pelos nossos mais queridos. São 18 estórias escritas numa perspectiva individual e intimista, ilustradas por João Raposo. Roy Blue está na cidade conta a estória de um músico de jazz que termina a sua digressão europeia em Lisboa.
Sobre autor:
Nasceu em Coimbra, Portugal. Estudou no Porto. Fez teatro e jornalismo universitário, fez rádio em estações amadoras e regionais, desenvolveu um programa de música étnica como membro de uma organização não governamental. Trabalhou como redactora em diversas agências nacionais e multinacionais.

Em 2001, publicou o seu 1.o livro de ficção "2001, Instantâneos de Sapo", pela Oficina do Livro. Em 2003 publicou o seu segundo livro de ficção, "Lau Mim", sob a chancela Temas e Debates.

Actualmente vive em Lisboa, onde para além de trabalhar na área de estratégia e conteúdos de comunicação, escreve ficção.
Imprensa:
«“Lau Mim” tem ritmo, graça e verdade. Dá a conhecer bastante do que passa pela cabeça e pelo corpo de quem está na  adolescência. Vodka, charros, pilas e dúvidas entram no livro com naturalidade. Sem sermão. É exactamente sem sermão, mas com 
atenção, que o leitor “não adolescente” deve olhar para “Lau Mim”. E se acaso se sentir tentado a contar os seus 15 anos ao adolescente mais próximo, prepare-se para ser olhado como a mais bizarra das jurássicas criaturas…»
Rita Pimenta “O Prazer de Matar a Barbie”, in Público, Suplemento “Mil Folhas”, 4 de Outubro de 2003

«Patrícia Madeira tem um modo divertido de escrever, onde mistura humor, malícia e cumplicidade. “2001, Instantâneos de Sapo” é a sua estreia na ficção. Ela sabe acompanhar as aventuras-desventuras de Pedro e desenha para lá de um grupo, intolerável como quase todos os grupos, figuras que surpreendem pela autenticidade e pela rapidez com que são rubricadas. Mas não há só desenho  caprichoso de personagens. Há também neste livro nunca tão optimista como deixa transparecer, um sentido muito agudo de época. (...) John Carey escreveu no seu prefácio de “Pure Pleasure” (Penguin Books, 2000): “Ponha o seu livro de lado e ligue a TV e a  sensação de descontracção é imediata. Isso deve-se a grande parte do seu espírito ter parado de trabalhar”. Numa primeira leitura, “2001, Instantâneos de Sapo” é concebido para ser divertido, estamos num mundo sem complexos de culpa mas o relógio tic-tac do pensamento e até mesmo da dúvida não param por causa disso. Pedro, Marta, Sónia, o bando todo, vivem num universo onde o dinheiro não é problema, a liberdade foi conquistada pelos papás, os consumos estão aí. Onde também dá a impressão que basta premir o botão de “rewind” na realidade (como nos vídeo-gravadores) para baralhar afectos e tornar a dar, “pode fazer-se um pouco de tudo e a qualquer hora” menos ao domingo, há estímulos, vibrações, “fast fuck”, desculpem o meu francês, vodka maçã e tolerância infinita. Mas arranhe-se esta superfície e pode surgir outra luz: revejam-se os instantâneos de D. Adosinda e o episódio da Ervanária. Afinal, no meio de tanta euforia, há gente a despedir-se. (...) Se se lê essa coisa desactualizada que são os livros porque nos dão prazer, se é esse o critério, então “2001, Instantâneos de Sapo” é o pecado óbvio que responde à chamada.»
José Vaz Pereira “Vodka Maçã”, in Diário de Notícias, Suplemento DNa, 31 de Março de 2001

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