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Tieta do Agreste de Jorge Amado

15:34

P.V.P.: 20,61 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 656
Editora: Dom Quixote

Sobre a obra:
Tieta, mulher de carácter forte forjado pela vivência sofrida, volta à terra natal, a cidadezinha de Sant’Ana do Agreste, no interior da Baía, depois de ter passado 25 anos no Sul do país como meretriz. Tendo feito fortuna em São Paulo, gerenciando moças para políticos e empresários, retorna agora em busca de um paraíso que vê perderse. No seu regresso, está cercada de riqueza e poder, em contraste com a sua partida, quando foi expulsa pelo próprio pai. A presença de Tieta em Sant’Ana do Agreste deixa marcas profundas: enquanto a cidade se transforma pela chegada do progresso, trazido pela ex-pastora de cabras e ex-prostituta, as relações entre os habitantes também mudam a um ritmo vertiginoso. Relações de poder e corrupção, religiosidade, liberdade sexual, moda e consumo, conflito entre progresso e preservação ambiental são assuntos que, incorporados no enredo do livro, ganham tratamento crítico bem-humorado. Esta combinação faz de Tieta do Agreste uma narrativa experimental e inovadora - uma obra maior, que alcançou imenso sucesso na televisão, tanto no Brasil como em Portugal.
Sobre autor:
Jorge Amado nasceu em Pirangi, Baía, em 1912 e faleceu a 6 de Agosto de 2001. Viveu uma adolescência agitada, primeiro, na Baía, no início dos seus estudos, depois no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito e começou a dedicar-se ao jornalismo. Em 1935 já se tinha estreado como romancista com O País do Carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), seguindo-se Terras do Sem Fim (1943) e S. Jorge dos Ilhéus (1944). Politicamente de esquerda, foi obrigado a emigrar, passando por Buenos Aires, onde escreveu O Cavaleiro da Esperança (1942), biografia de Carlos Prestes, depois pela França, pela União Soviética... regressando entretanto ao Brasil depois de ter estado na Ásia e no Médio Oriente. Em 1951 recebeu o Prémio Estaline, com a designação de "Prémio Internacional da Paz". Os problemas sociais orientam a sua obra, mas o seu talento de escritor afirma-se numa linguagem rica de elementos populares e folclóricos e de grande conteúdo humano, o que vai superar a vertente política. A sua obra tem toques de picaresco, sem perder a essência crítica e a poética. Além das já citadas, referimos, na sua vasta produção: Jubiabá (1935), Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Seara Vermelha (1946), Os Subterrâneos da Liberdade (1952). Mas é com Gabriela, Cravo e Canela (1958), Os Velhos Marinheiros (1961), Os Pastores da Noite (1964) e Dona Flor e os Seus Dois Maridos (1966) em que o romancista põe de parte a faceta politizante inicial e se volta para temas como a infância, a música, o misticismo popular, a turbulência popular e a vagabundagem, numa linguagem de sabor poético, humorista, renovada com recursos da tradição clássica ligados aos processos da novela picaresca. O seu sentimento humano e o amor à terra natal inspiram textos onde é evidente a beleza da paisagem, a tradição cultural e popular, os problemas humanos e sociais - uma infância abandonada e culpada de delitos, o cais com as suas misérias, a vida difícil do negro da cidade, a seca, o cangaço, o trabalhador explorado da cidade e do campo, o "coronelismo" feudal latifundiário perpassam significativamente na obra deste romancista dos maiores do Brasil e dos mais conhecidos no mundo. Fecundo contador de histórias regionais, Jorge Amado definiu-se, um dia, "apenas um baiano romântico, contador de histórias". "Definição justa, pois resume o carácter do romancista voltado para exemplos de atitudes vitais: românticas e sensuais... a que, uma vez por outra, empresta matizes políticos...", como diz Alfredo Bosi em História Concisa da Literatura Brasileira. Foi-lhe atribuído o Prémio Camões em 1994.
Imprensa:
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A Loja dos Suicídios de Jean Teulé

00:53

P.V.P.: 10,79 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 222
Editora: Editora Guerra & Paz
A sua vida foi um fracasso? Connosco, a sua morte será um sucesso!

«Morto ou reembolsado!»
Eis o slogan da Maison Tuvache, uma lojinha que comercializa tudo o que há de mais fino e eficaz para a lúgubre empresa do suicídio. Há dez gerações que a Loja dos Suicídios satisfaz 100% da clientela: morrem todos e não fica nenhum para reclamar.

O romance que vai alegrar todos os deprimidos. Bestseller em 20 países.
Sobre a obra:
Mishima, o pai, é especialista em mortes violentas e dirige o negócio com mão de ferro. Lucrèce, a matriarca, é grande adepta dos envenenamentos e detém as receitas mais fatais. A prole, composta por Vincent, que projecta um parque de diversões temático, e Marilyn, que se vê obrigada a renunciar ao suícidio para manter o bom nome da família, aumenta com o nascimento de Alan, a criança que traz com ela uma terrível maldição: a alegria de viver.

O pequeno Alan passa os dias a cantarolar, a consolar os clientes e, pior que tudo, a rir. Sim, Alan gargalha. Alan é um optimista. E prepara-se para sabotar com gáudio e devoção o próspero negócio de família.
Sobre autor:
Jean Teulé é autor de quatorze romances, entre os quais Montespan, Prémio Maison de la Presse e Grande Prémio Palatine du Roman Historique, também publicado em Portugal, que chegará ao grande ecrã em 2013.
A Loja dos Suicídios foi adaptado a filme de animação em 2012, por Patrice Leconte, e está traduzido em dezanove idiomas.
Imprensa:
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O Redentor de Jo Nesbø

00:49

P.V.P.: 17,91 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 520
Editora: Dom Quixote

Sobre a obra:
Oslo. Noite gelada. Quem se deslocou ao centro para as últimas compras de Natal faz uma pausa numa movimentada praça para ouvir o concerto de rua do Exército de Salvação, mas um súbito estrépito cala a música e um homem cai no chão atingido por um tiro à queima roupa. O inspetor Harry Hole e a sua equipa têm pouco a que se agarrar para iniciar a investigação: não têm qualquer suspeito, não encontraram a arma do crime e desconhecem as motivações do criminoso. Mas é quando o assassino percebe que atingiu o homem errado que Harry Hole se começa a deparar com enigmas perturbadores. Depois de um perspicaz trabalho de investigação a equipa concentra-se num suspeito. Ferido, sem dinheiro, com seis balas apenas no carregador e sem sítio para dormir numa gelada cidade nórdica, o assassino desespera, mas nada o demove do seu único propósito: eliminar o seu alvo. 
Sobre autor:
JO NESBØ tem um nome que termina com uma letra que nem sequer existe no nosso alfabeto. Pronuncia-se como o Ö alemão - ou, como explica o autor, «tal e qual como Peter Sellers diz "bomb" no filme da Pantera Cor-de-Rosa». Jo Nesbø nasceu em 1960. Só começou a escrever aos 37 anos. Leu - os favoritos são Hemingway e Nabokov -, jogou futebol com ambições profissionais (mas os ligamentos dos joelhos não o acompanharam), foi guitarrista num grupo rock . Tornou-se um autor em ascensão há dez anos; as suas histórias com Harry Hole são multipremiadas, e é a grande vedeta dos autores escandinavos, um dos mais talentosos e bem sucedidos escritores europeus. Em suma: altamente recomendado.
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80 Dias - A Cor do Desejo de Vina Jackson

00:46

P.V.P.: 14,94 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 264
Editora: 5 Sentidos
A irresistível cor do desejo
Primeiro volume da série 80 Dias, de Vina Jackson, à venda dia 1 de abril

Da autoria de Vina Jackson, A Cor do Desejo é o primeiro volume da nova série da 5 Sentidos, intitulada 80 Dias, e está à venda dia 1 de abril.
As obras desta série têm-se mostrado irresistíveis para as leitoras: já venderam mais de 1 milhão de exemplares em todo o mundo. Não admira, portanto, que estes livros estejam a partilhar os primeiros lugares das listas de vendas internacionais com as obras de outra coleção de sucesso da 5 Sentidos, a série Crossfire, de Sylvia Day.
A 5 Sentidos prepara a publicação de outras obras da coleção 80 Dias (conhecida internacionalmente como Eighty Days): A Cor da Tentação e A Cor do Prazer.
Vina Jackson é um pseudónimo de dois reconhecidos autores que escrevem juntos pela primeira vez.
Sobre a obra:
Summer Zahova é uma violinista ardente e impetuosa, que vive uma relação frustrante com um homem que não a compreende. É na música que encontra a sua libertação. Ela passa as tardes nas estações de metro de Londres a tocar violino, perdida nas partituras de Vivaldi e Mendelsshon. Um dia o seu violino sofre um acidente irreparável e Summer recebe uma proposta inesperada de Dominik, professor universitário, um homem atormentado por desejos inconfessáveis que ficou fascinado por Summer quando a ouviu tocar. Dominik oferecer-lhe-á um novo violino na condição de ela tocar para ele em privado. Incapazes de reprimir a forte atração que sentem, Dominik e Summer embarcam numa aventura intensa e ousada. Para Summer é a oportunidade de se confrontar com o seu lado mais sombrio, no entanto, cedo se apercebe de que o prazer tem um preço elevado. Mas poderá uma relação nascida de uma tal paixão sobreviver?

Ler Excerto
Sobre autor:
Vina Jackson é o pseudónimo de dois reconhecidos escritores que escrevem juntos pela primeira vez. Um é um escritor de sucesso, o outro, escritor com obra publicada, é um profissional da City.

Mais informações em: www.vinajackson.com
Imprensa:
Ousado e adulto. É interesante ver que o desejo pode ter muitas nuances.
Belle de Jour

Se foi fã da série As Cinquenta Sombras, vai gostar do primeiro volume desta nova série acerca de uma relação impetuosa e sensual. É extremamente viciante… leia.
Look

Estimulante, sedutor e bem escrito, eis um livro erótico com um enredo romântico. Perfeito para quem gostou da série As Cinquenta Sombras.
Lovereading
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Vertigem de Paixão _ A Lenda dos Quatro Soldados - Vol. 2 de Elizabeth Hoyt

00:43

P.V.P.: 13,95 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 372
Editora: Quinta Essência

Sobre a obra:
Durante anos, Melisande Fleming amou Lorde Vale de longe… vendoo seduzir uma sucessão de amantes e, uma vez, entrevendo a intensidade de sentimentos sob o seu exterior despreocupado. Quando ele é abandonado no dia do casamento, ela enche-se de coragem e oferece-se para ser sua mulher.

Vale tem todo o gosto em desposar Melisande, nem que seja apenas para produzir um herdeiro. Porém, tem uma agradável surpresa: uma dama tímida e recatada durante o dia, ela é uma libertina durante a noite, entregando-lhe o seu corpo… mas não o seu coração. Decidido a descobrir os segredos de Melisande, Vale começa a cortejar a sua sedutora mulher - enquanto esconde os pesadelos dos seus dias de soldado nas Colónia que ainda o atormentam. No entanto, quando uma mortífera traição do passado ameaça separá-los, Lorde Vale tem de expor a sua alma à mulher com quem casou… ou arriscar-se a perdê-la para sempre.
Sobre autor:
Elizabeth Hoyt nasceu em Nova Orleães, onde a família da mãe vive há várias gerações, mas foi criada nos invernos gélidos de St. Paul, Minnesota. Quando era pequena, a família viajou muito na Grã-Bretanha, passando um verão em St. Andrews, na Escócia, e um ano em Oxford. Tem uma licenciatura em Antropologia pela Universidade de Wisconsin, Madison. Wisconsin foi também o local onde conheceu o marido, arqueólogo - numa escavação num campo de milho - e vivem no centro do Illinois, com os seus dois filhos, três cães e um jardim que ela cuida com entusiasmo. A família Hoyt gosta de fazer férias que acabem invariavelmente em sítios arqueológicos.
Imprensa:
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A Mulher do Legionário de Carlos Vale Ferraz

00:41

P.V.P.: 16,11 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 456
Editora: Casa das Letras

Sobre a obra:
Fernanda, filha de Eduardo Lobo, um advogado oposicionista suspeito de ter à sua guarda documentos secretos que incriminariam alguns dos membros mais importantes do regime de Salazar durante a Segunda Guerra Mundial, envolve-se com Augusto Torres, um jovem e ambicioso membro da Legião Portuguesa, que recebeu a missão de descobrir tais documentos. Eduardo Lobo aparentemente suicida-se, o legionário casa com Fernanda e os comprometedores papéis não aparecem. Ficarão a pairar ao longo dos anos como uma ameaça sobre vários interesses e ambições.

Fernanda revela-se uma mulher fora das leis da sua época e Augusto um homem capaz de tudo para ascender aos mais altos cargos do regime.

Após o casamento, os indícios que foram chegando a Fernanda Torres fizeram com que não conseguisse pensar no marido sem ser como o assassino do seu pai. A partir daí, mais do que procurar a verdade, Fernanda quer fazer justiça para lá do tempo, causar-lhe todo o mal possível, vingar-se.
Sobre autor:
Carlos Vaz Ferraz, pseudónimo literário de Carlos Matos Gomes, nasceu a 24 de Julho de 1946, em Vila Nova da Barquinha. Fez os estudos secundários no Colégio Nun’Alvares Pereira, em Tomar. Foi oficial do Exército, cumpriu comissões durante a guerra colonial em Angola, Moçambique e Guiné nas tropas especiais «Comandos». Publicou os romances Nó Cego, ASP, De Passo Trocado, Os Lobos Não Usam Coleira, O Livro das Maravilhas, Flamingos Dourados, Fala-me de África e a novela Soldadó. O romance Os Lobos Não Usam Coleira foi adaptado ao cinema por José-Pedro Vasconcelos com o título Os Imortais. É autor do argumento do filme Portugal SA, de Ruy Guerra.
Colaborou com Maria de Medeiros no argumento do filme Capitães de Abril. É autor do guião da série de televisão Regresso a Sizalinda, com base no romance Fala-me de África.
Imprensa:
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A Crónica de Fogo de John Stephens

00:39

P.V.P.: 13,41 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 504
Editora: Porto Editora
A Crónica de Fogo
Segundo livro de uma trilogia de grande sucesso internacional

Depois de O Atlas Esmeralda, a Porto Editora publica, a 1 de abril, o segundo volume da trilogia Crónicas da Origem, de John Stephens, intitulado A Crónica de Fogo.
O jornal britânico The Guardian recomenda: «Pare tudo o que está a ler neste momento, por muito bom que seja, e pegue neste, porque (…) está a perder a oportunidade de ler um grande livro». A Publishers Weekly, por seu turno, não tem dúvidas em afirmar que «Os fãs de O Atlas Esmeralda vão encontrar tudo o que adoram: o enredo cheio de aventura, vários momentos de cortar o fôlego e a interpretação de Stephens dos dragões, anões e elfos que Tolkien consagrou serão certamente bem recebidos».
Esta série é protagonizada por três irmãos – Kate, Michael e Emma –, deixadas pelos pais ao cuidado de estranhos, no dia de Natal. Durante dez anos, os três irmãos saltam de orfanato em orfanato, sabotando todas as tentativas de adoção, sempre à espera de que os pais voltem para os resgatar. Certo dia, são levados para o orfanato do Dr. Stanislaus Pym, um casarão velho e estranho, cheio de coisas mágicas e onde não existem mais crianças. Um cenário perfeito para um sem-número de aventuras e personagens assustadoras e entusiasmantes.
Sobre a obra:
Três crianças. Dois mundos. Uma profecia.

Kate...
A mais velha, guardiã do Atlas do Tempo. Desapareceu depois de combater um Guincho para salvar os irmãos.

Michael¿
Comanda as tropas, agora que a irmã Kate desapareceu. Precisa de ir aos confins da Terra revelar os segredos da Crónica de Fogo.

Emma...
A mais nova e a mais intrépida dos três. Gostava de ser ela a mandar. Está ansiosa por ver a família reunida.
Com um feiticeiro malvado a persegui-los, esta não será uma batalha fácil...

Ler Excerto
Sobre autor:
John Stephens mora em Los Angeles e trabalhou durante dez anos como argumentista para séries televisivas. Mas a sua verdadeira aspiração era ser escritor. O Atlas Esmeralda, a sua estreia literária, roubou-lhe algumas horas de sono durante quatro anos. Mas o seu empenho e dedicação foram recompensados por uma receção mundial extraordinária, tendo sido vendido em poucos dias para cerca de quarenta países.
Imprensa:
Os fãs do primeiro livro não ficarão desiludidos e ficarão ainda mais ansiosos pelo livro seguinte. O Atlas Esmeralda era muito bom. Este é ainda melhor.
School Library Journal

Humor irreverente e aventura de capa e espada colidem numa fantasia imperdível.
Kirkus Reviews

Pare tudo o que está a ler neste momento, por muito bom que seja, e pegue neste, porque (...) está a perder a oportunidade de ler um grande livro.
The Guardian

Os fãs de O Atlas Esmeralda vão encontrar tudo o que adoram: o enredo cheio de aventura, vários momentos de cortar o fôlego e a interpretação de Stephens dos dragões, anões e elfos que Tolkien consagrou serão certamente bem recebidos.
Publishers Weekly
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Tudo É e Não É de Manuel Alegre

00:36

P.V.P.: 13,41 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 200
Editora: Dom Quixote
«Estarei acordado, estarei a sonhar? Nunca mais conseguirei saber. Shakespeare sabia: "Somos feitos da mesma matéria de que são feitos os sonhos."» 
Sobre a obra:
António Valadares, escritor, vive submerso num sonho obsessivo e recorrente, de onde não há fuga possível. Numa derradeira tentativa de encontrar um sentido naquilo que não o tem, aventura-se a escrever sobre a sua vida onírica. Tem assim início uma viagem a um mundo repleto de situações ilógicas e incontroláveis, de intrigas e contradições; um mundo onde personagens reais e fictícias convivem e se fundem.

O que ele não prevê é que o seu empenho em narrar o inenarrável o aprisionará num caleidoscópio de sonhos e obsessões onde realidade e sonho, sonho e ficção já não se distinguem e o próprio espaço e tempo são subvertidos, desde a discussão com Lenine e Trotsky em plena revolução russa até às manifestações em Lisboa e à Mão Invisível que invade a vida e o sonho.
Sobre autor:
O poeta Manuel Alegre foi galardoado, juntamente com o fotógrafo José Manuel Rodrigues, com o Prémio Pessoa 1999, no valor de 8500 contos, uma iniciativa do jornal "Expresso" e da Unisys. É a primeira vez que este prémio, que pretende «reconhecer uma pessoa de nacionalidade portuguesa com uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária e científica do país», é atribuído ex-aequo. Pinto Balsemão, em representação do júri, justificou a escolha do nome de Manuel Alegre, que recentemente viu reunida a sua obra poética no volume "Trinta Anos de Poesia" (Publ. D. Quixote), por «ser uma referência da poesia portuguesa deste século» e representar « a visão de um Portugal aberto ao mundo e um humanismo universalista atento a tudo o que nos rodeia».

Manuel Alegre, que ainda há poucos meses havia sido consagrado com o Prémio da Crítica do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários, pelo conjunto da sua obra, a propósito da publicação, no ano passado, do livro "Senhora das Tempestades", nasceu em Águeda em 1936 e estudou Direito na Universidade de Coimbra, onde participou ativamente nas lutas académicas. Quando cumpria o serviço militar em Angola, participou na primeira tentativa de rebelião contra a guerra colonial, sendo então preso pela PIDE. Seguiu-se o exílio em Argel, onde foi membro diretivo da F.P.L.N. e locutor da rádio Voz da Liberdade. A sua atividade política andou sempre a par da atividade literária e alguns dos seus poemas ("Trova do Vento que Passa", "Nambuangongo Meu Amor", "Canção com Lágrimas e Sol"...) transformaram-se em hinos geracionais e de combate ao fascismo, copiados e distribuídos de mão em mão, cantados por Adriano Correia de Oliveira ou Manuel Freire. Os seus dois primeiros livros, "Praça da Canção" (1965) e "O Canto e as Armas" (1967) já venderam mais de cem mil exemplares. Comentando o prémio, em entrevista ao "Diário de Notícias", o escritor afirmava: « Devo tudo aos meus leitores. É, sobretudo, uma vitória deles. Porque foram os leitores que, ao longo da minha vida literária, estiveram sempre perto de mim e me ajudaram a vencer várias censuras (política e estética). Expresso-lhes a minha gratidão.»

Regressado do exílio em 1974, "o poeta da liberdade" tem vindo a desempenhar um papel de relevo no Partido Socialista. Foi membro do Governo, é deputado da Assembleia da República e ocupa um lugar no Conselho de Estado, funcionando muitas vezes como uma espécie de consciência crítica do seu partido. Os livros mais recentes (note-se ainda a incursão pela prosa: "Jornada de África", 1989, "Alma", 1995, e " "A Terceira Rosa", 1998) levam-no ao diálogo com poetas de outros tempos, como Dante ou Camões, ou a refletir sobre a condição humana, a morte e o sentido da existência, de que são exemplo os "Poemas do Pescador", que se enfrenta com o enigma da sua vida, incluídos no livro "Senhora das Tempestades", «Senhora dos cabelos de alga onde se escondem as divindades / (...) Senhora do Sol do sul com que me cegas / / (...) Senhora da vida que passa e do sentido trágico // (...) Senhora do poema e da oculta fórmula da escrita / alquimia de sons Senhora do vento norte / que trazes a palavra nunca dita / Senhora da minha vida Senhora da minha morte.»
Imprensa:
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Um deus passeando pela brisa da tarde de Mário de Carvalho

00:33

P.V.P.: 14,94 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 360
Editora: Porto Editora
Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, de Mário de Carvalho
Traduzido para nove línguas, este é o romance mais premiado do autor

Segundo o The New York Times Book Review, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde «é simultaneamente um estudo envolvente sobre a conduta moral de um homem e uma reflexão provocadora sobre a dificuldade de se levar uma vida virtuosa numa era em constante mudança». Este romance, internacionalmente conhecido e o mais premiado de Mário de Carvalho, regressa aos escaparates das livrarias nacionais no dia 1 de abril, agora publicado pela Porto Editora, quase vinte anos após a sua primeira edição.
Sobre a obra:
Lúcio Valério Quíncio é o magistrado de Tarcisis, cidade romana da Lusitânia no século II d. C. Como dirigente máximo, cabe-lhe tomar todas as decisões, enquanto tumultuosos acontecimentos conduzem a pequena cidade ao descontentamento geral. No exterior, notícias de uma invasão bárbara iminente, proveniente do Norte de África, obrigam-no a drásticas medidas, enquanto, no interior das muralhas, uma nova seita, a Congregação do Peixe, põe em causa os valores da romanidade, evocando os ensinamentos dum obscuro crucificado. No plano íntimo, a paixão devastadora por uma mulher, Iunia, perturba-o e confunde-o, mas sem o afastar do cumprimento do seu dever.
Neste romance em que a ficção se sobrepõe à História, traduzido em nove línguas e galardoado com o Prémio de Romance e Novela da APE, o Prémio Fernando Namora, o Prémio Pégaso de Literatura e o Prémio Literário Giuseppe Acerbi, Mário de Carvalho reconstitui as características culturais, políticas e quotidianas do Império Romano, sem nunca esquecer a «intercessão de certo deus que, nos primórdios, ao que parece, passeava num jardim pela brisa da tarde…».

Ler Excerto
Sobre autor:
Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico. Desde então, tem praticado diversos géneros literários – romance, novela, conto e teatro –, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em edições sucessivas. Utiliza uma multiforme mudança de registos, que tanto pode moldar uma narrativa histórica como um romance de atualidade; um tema dolente e sombrio como uma sátira viva e certeira; uma escrita cadenciada e medida como a pulsão duma prosa endiabrada e surpreendente.
Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas. Obras como Os Alferes, A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, ou O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel são a comprovação dessa extrema versatilidade.

Página do autor: www.mariodecarvalho.com
Imprensa:
Ao longo deste livro, Mário de Carvalho recria meticulosamente a vida de um homem reto e as suas tentativas de proteger tudo o que lhe é mais querido, num ambiente em rápida mudança, ao mesmo tempo que convida o leitor a imaginar como agiria se se visse em circunstâncias semelhantes.
Library of Congress

Um romance extraordinário, escrito por um autor extraordinário […] um efabulador de génio que deu a um passado morto uma vida vibrante.
Sunday Telegraph
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Enquanto Lisboa Arde, o Rio de Janeiro Pega Fogo de Hugo Gonçalves

00:30

P.V.P.: 15,21 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 328
Editora: Casa das Letras

Sobre a obra:
Quando a crise se instala em Portugal, arrastando uma onda de pessimismo sem fim à vista, um assessor político com ambições literárias e a cabeça a prémio decide fugir para o Brasil. Além do medo e do travo amargo do insucesso, leva com ele apenas uma mochila, o desejo de começar tudo do zero e uma encomenda secreta.

O Rio de Janeiro continua lindo - e os primeiros dias na cidade, com passeios de bicicleta pelo calçadão, mergulhos na praia e romances curtos e escaldantes, prometem, de facto, uma vida de sonho. Mas esse idílio é uma ilusão, porque o misterioso embrulho depressa o lança numa odisseia tropical de contornos perigosos, em busca do terceiro vértice de um triângulo amoroso. Determinado, porém, a cumprir a missão, o aspirante a escritor viajará por casas isoladas na serra, ilhas desertas e favelas e cruzar-se-á com um curioso universo de expatriados - terroristas bascos, sobreviventes do Holocausto e emigrantes portugueses, que procuram agora, como antigamente, uma nova vida no hemisfério sul. E também com Margot, a mulher que pode mudar a sua vida.

Longe da falência do seu passado, ele acredita que a aventura carioca pode ser o recomeço que procura, a história que finalmente dará um livro, a evidência de que, por mais que fuja, estará sempre preso ao lugar de onde partiu.
Sobre autor:
Hugo Gonçalves nasceu em 1976. Fez parte da equipa que lançou a revista Focus e recebeu o Prémio Revelação do Clube Português de Imprensa. Em 2001 saiu de Portugal. Colaborou, entre outras publicações, com a Egoísta, Elle, e Visão. Escreveu sobre Lisboa para o Jornal de Notícias e sobre Nova Iorque para o Diário Económico. O Maior Espectáculo do Mundo foi o seu primeiro romance.
Imprensa:
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Melo e Castro - O provedor que dizia sim à democracia de Joana Reis

00:27

P.V.P.: 13,05 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 152
Editora: Casa das Letras

Sobre a obra:
Este livro conta a história de vida de um homem que fez carreira no quadro político do Estado Novo, um apoiante de primeira linha de Marcello Caetano, arrojado, inquieto e destemido, empenhado numa evolução para a democracia, sem revolução, semelhante àquela que veio a cumprir-se em Espanha, com Adolfo Suárez.

Melo e Castro pela proximidade que tinha com o Presidente do Conselho foi o mentor da «Ala Liberal» no processo de transição no Parlamento e o seu desaparecimento prematuro foi um dos factores determinantes para o bloqueio de qualquer abertura do regime.

O livro percorre os vários cargos que ocupou no Estado Novo, com destaque para os anos em que foi Subsecretário de Estado da Assistência Social de Salazar, mas mostra sobretudo a vasta obra e a marca que deixou como Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Desde os ensinamentos do colégio dos jesuítas aos anos de boémia como estudante na Universidade de Coimbra, aqui se conta o percurso de vida entrelaçado com episódios da história, mas também se revelam alguns dissabores e nalguns casos guerras acesas, a mais grave das quais o obrigou a deixar a Misericórdia há cinquenta anos.
Sobre autor:
Joana Reis, natural de Sintra e nascida em 1980, é jornalista na secção de política da TVI desde 2004. Licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, fez igualmente um mestrado em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Políticos da mesma instituição. Publicou em 2010, na Casa das Letras o livro A Transição Impossível: a Ruptura de Francisco Sá Carneiro com Marcello Caetano.
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Triplo de Ken Follett

18:04

P.V.P.: 17,01 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 392
Editora: Editorial Presença

Sobre a obra:
No ano de 1968, Israel esteve por detrás do desaparecimento de 200 toneladas de urânio, material destinado a dotar o Egito da bomba atómica com a ajuda da União Soviética. Contudo nunca se conseguiu determinar como é que um carregamento daquele minério, suficiente para produzir 30 armas nucleares, desapareceu no mar alto sem deixar provas que comprometessem Israel. Follett pegou nesta enigmática ocorrência e criou a partir dela um thriller único, onde um suspense de alta voltagem se combina com factos históricos.
Sobre autor:
Ken Follett nasceu a 5 de Junho de 1949, em Cardiff, no País de Gales, e licenciou-se em Filosofia no University College, em Londres. Começou a sua carreira como jornalista no South Wales Echo e, mais tarde, no London Evening News. Trocou a profissão de jornalista pela de editor e continuou a escrever no tempo livre. A sua primeira obra foi publicada em 1978 sob o título Eye of the Needle, um thriller que venceu o Edgar Award e deu origem a um filme. Vive em Londres com a mulher, a deputada Barbara Follett, e os seus dois Labrador retrievers. Tem estado associado a diversas associações para a promoção da literacia e da leitura; é membro da Welsh Academy e Fellow da Royal Society of Arts. Follett é um grande apreciador de Shakespeare e um músico amador.
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Gula Perversa de Janet Evanovich

18:00

P.V.P.: 14,84 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 288
Editora: TopSeller
Depois de Perseguição Escaldante, um policial viciante da série Stephanie Plum, a Topseller (chancela da 20I20 Editora) arranca com uma nova coleção da autora bestseller mundial, Janet Evanovich.

Gula Perversa é o primeiro volume da série Lizzy & Diesel, e já chegou às livrarias nacionais.
Sobre a obra:
A vida de Lizzy Tucker não pode ser mais confortável: mudou-se recentemente para uma casa histórica que herdou em Salem, no Massachusetts, e acaba de tornar-se chef na Dazzle's, uma das pastelarias mais visitadas da cidade. Mas a esperança por qualquer tipo de normalidade evapora-se quando dois homens entram de rompante na sua vida: o sombrio Gerewulf Grimoire, e Diesel, um homem lindíssimo e de aparência angelical. Grimoire procura as Pedras de Saligia que estarão, diz-se, em Salem. Esses sete talismãs — representativos de cada um dos sete pecados mortais — dão poderes assustadores a quem os detenha. Diesel é um homem com uma missão: parar Grimoire a todo o custo. Só precisa de convencer Lizzy de que apenas ela será capaz de manter o vilão longe dos talismãs. Mas, para que isso aconteça, Diesel quer protegê-la todo o dia… e toda a noite. Estes talismãs têm efeitos estranhos sobre si, enchendo-a de apetites e desejos súbitos. Com dois homens no seu encalce, e sentindo-se estranhamente atraída por ambos, como irá ela escapar à espiral de emoções em que se vê envolvida?
Sobre autor:
É a autora de policiais mais vendida em todo o mundo e a escritora mais bem sucedida atualmente (fonte: Forbes), com 75 milhões de livros vendidos em todo o mundo.
Os policiais da série Stephanie Plum são bestsellers consecutivos do New York Times.
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Valorize-se, Organize-se de Cláudio Ramos | Clube do Livro SIC

17:34

P.V.P.: 13,49 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 192
Editora: Editora Guerra & Paz

Sobre a obra:
Da casa à roupa, passando pela família e pelo trabalho, partilho consigo dicas, truques e, sobretudo, ensinamentos que reuni em mais de uma década a trabalhar lado a lado com a maior força da natureza, a que consegue superar tudo e vencer, a Mulher. Bem-vinda!

Ao fazer uma rubrica dedicada à mudança de visual e de estilo de vida, travei conhecimento com a realidade de centenas de mulheres portuguesas. Ouvindo-as sem preconceitos ou ideias feitas, percebi que a grande maioria tem tudo para alcançar sucesso pessoal e profissional, apenas não tem as ferramentas para lá chegar.
Foi por isso que resolvi partilhar consigo tudo o que tenho vindo a aprender ao longo de muitos anos a dar formação na área da Valorização Pessoal.
Em Valorize-se, Organize-se! a leitora vai encontrar um livro prático, que a ensina a adaptar os seus sonhos à realidade, sem que isso signifique perder brilho ou criatividade.
Um livro onde a realidade do dia-a-dia anda de mãos dadas com energia positiva. Um livro onde todas as soluções estão verdadeiramente ao seu alcance.
O pensamento positivo não lhe resolve a vida, mas pode ter a certeza que a organização diária a torna mais feliz. Sendo feliz, sente-se mais valorizada, e isso depende muito da forma como encara o dia. Porque feitas as contas, o tempo é o que se faz com ele.

Valorize-se, Organize-se! – O Livro de que Estava à Espera para Dar a Volta à Sua Vida
É um livro prático, um livro amigo e divertido que gostava que tivesse ao seu lado naquelas alturas em que achamos que o dia é curto ou então, o que também acontece, que é longo demais...
Não adianta sonhar em chegar à Lua se nos está a ser difícil atravessar a rua, não é? O primeiro passo é conseguir chegar ao outro lado. É isto que quero passar com este livro, que um passo de cada vez, pequeno que seja, uma actividade, um exercício e conseguimos fazer os nossos dias mais felizes e muito mais organizados.
O truque é adaptar o seu sonho à sua realidade. É olhar para estas páginas e perceber que não são um sonho, que se eu consigo isto, a leitora também consegue... é mulher, elas o sexo forte. Há muito que o mundo é delas!
Sobre autor:
Nasceu a 11 de Novembro de 1973, às sete da manhã, na sua casa de Luanda, de onde sairia com dois anos para se apaixonar para sempre pelo Alentejo e pelas suas gentes.
Comunicador nato, estreou-se em televisão no Noites Marcianas, na SIC.
Passou também pelo Canal 21 e pela TVI. Assinou várias rubricas e especiais televisivos, dos quais se destaca Cara Nova, um sucesso da SIC Mulher.
Actualmente, marca presença no Jornal Rosa, no Querida Júlia, e apresenta o Mundo dos Famosos, no Mais Mulher.
Colaborador regular da rádio e da imprensa escrita, escreve semanalmente na TV Mais e no JN e todos os dias no seu blogue, Eu, Cláudio. É autor de três romances e de um livro infantil.
Fundador da empresa Você Precisa de Nós!, Cláudio Ramos dá há vários anos formação na área da Valorização Pessoal, ajudando muitas portuguesas a mudarem de visual e de estilo de vida. Este livro é para todas elas, mulheres de garra que nunca desistem de lutar.
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Delírio _ O Jardim Químico - Livro II de Lauren DeStefano

17:28

P.V.P.: 14,36 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 232
Editora: Editorial Planeta
Num mundo onde as raparigas só vivem até aos vinte anos e os rapazes até aos vinte e cinco, o tempo é precioso.
Da autora best-seller do The New Tork Times, chega agora a sequela de Raptada, um romance sofisticado, assustador, com grande ritmo e uma trama que reserva contínuas surpresas ao leitor.
Sobre a obra:
Lauren DeStefano volta a inquietar-nos neste segundo volume da trilogia, com mais uma história marcante, de suspense e incertezas, que se passa num hipotético futuro, talvez não muito distante, que nos faz pensar que este cenário poderá de facto acontecer.
Esta trilogia, que se transformou de imediato num êxito de vendas em mais de 30 países, já garantiu a sua adaptação para cinema.
Nesta sequela de Raptada, a heroína tem de decidir se a liberdade vale a pena, pois tem mais a perder do que nunca.
Rhine e Gabriel fugiram da mansão, mas o perigo nunca ficou para trás.
Para Rhine de dezassete anos, a arriscada fuga do casamento polígamo parece ser o princípio do fim. A evasão leva Rhine e Gabriel a uma armadilha sob a forma de uma feira popular, cuja dona mantém várias raparigas prisioneiras, Rhine acaba de fugir de uma prisão dourada para se meter noutra ainda pior.
A jovem acaba por percorrer um cenário tão sombrio como o que deixou há um ano – que reflecte os seus sentimentos de medo, desespero e desesperança.
Com Gabriel a seu lado está decidida a chegar a Manhattan para se encontrarem com Rowan, o irmão gémeo, mas a viagem é longa e perigosa e o que Rhine espera que seja uma segurança relativa revelar-se-á muito diferente.
Num mundo onde as raparigas só vivem até aos vinte anos e os rapazes até aos vinte e cinco, o tempo é precioso e Rhine não tem como escapar nem iludir o excêntrico sogro Vaughn, que está determinado a levá-la de novo para a mansão... a todo o custo.
Sobre autor:
Lauren DeStefano licenciou-se em Letras e especializou-se em escrita criativa no Albertus Magnus College, em Connecticut.
Raptada é o seu primeiro livro.
Lauren DeStephano alcançou os primeiros lugares no top do New York Times, confirmando-se como um novo talento na ficção distrópica, tendo o segundo livro desta série entrado directamente para o primeiro lugar.

Lauren vive em Connecticut e se quiser conhecê-la, visite-a em:
www.laurendestefano.com
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A Rainha de Meg Clothier

17:22

P.V.P.: 16,97 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 292
Editora: Editorial Planeta
Reza a história que na Geórgia medieval, a filha única de um rei sem herdeiro masculino-Tamara - foi uma rainha corajosa e destemida, tendo sido a primeira mulher a governar um país.

Meg Clothier investigou as fontes históricas mais remotas e transporta-nos ao mundo esquecido de uma rainha indómita.

Intriga, guerra, amor e traição são os principais ingredientes deste romance histórico, que marcou a estreia auspiciosa da autora e jornalista Meg Clothier, bastante aplaudida pela crítica internacional.
Sobre a obra:
GEÓRGIA, 1177

Durante vinte anos o rei Giorgi defendeu o trono do seu frágil reino contra todos os invasores. Agora, às portas da morte, o soberano enfrenta uma nova ameaça: não tem um filho que lhe suceda, apenas uma filha, Tamara, uma rapariga esperta, indómita e corajosa.
Quando uma revolta ameaça a vida de Tamara, é enviada para as montanhas disfarçada de rapaz, até que uma traição devastadora a coloca nas mãos dos inimigos. A sua fuga corajosa convence Giorgi de que deve ser a sucessora, mas os nobres sentem-se ultrajados, pois nunca foram governados por uma mulher.
Enquanto o pai vive, Tamara está protegida das forças hostis que a rodeiam, mas quando morre fica sozinha e tem de arranjar forças para controlar as facções que se defrontam na corte e atingir não só o respeito dos amigos como o medo dos inimigos. Para conquistar os objectivos tem de casar com um homem que os mais velhos aprovem.
Porém, o seu coração pertence a um temerário rapaz das montanhas, um pobre partido para uma rainha.
Com a rebelião a fermentar nas suas terras e os inimigos a assolarem-lhe as fronteiras, Tamara tem de escolher entre o homem que ama e o país que adora...
Sobre autor:
Estudou Literatura Clássica em Cambridge e passou um ano a velejar entre a Inglaterra e o Alasca. Após algumas reviravoltas tornou-se jornalista. O seu último trabalho foi para a Reuters, em Moscovo, depois voltou a Londres para se licenciar em Política Russa Pós-União Soviética.
Meg descobre Tamara ao escrever um artigo sobre a Geórgia e decide escrever um livro em vez de tentar arranjar outro emprego. Volta a visitar a Rússia várias vezes e, mais recentemente, em lua-de-mel. Meg gosta de montanhas, barcos, línguas e histórias de aventuras.
Imprensa:
«Um romance histórico emocionante.»
Marie Claire

«Meg Clothier tem uma boa história, um estilo vigoroso e soube dar a volta à história.»
Times Literary Supplement
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Escondida de Kristin Cast, P. C. Cast

17:13

P.V.P.: 15,21 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 272
Editora: Saída de Emergência

Sobre a obra:
A Casa da Noite aguarda-te. Um local cheio de perigos e segredos onde os jovens marcados têm dois destinos: ou se transformam em vampyros ou morrem destroçados.

Finalmente Zoey conseguiu o que queria. A verdade sobre Neferet é revelada e o mal é exposto, mas a vampyra está longe de se dar por derrotada e inicia uma série de ataques devastadores.
Ao serem lançadas as sementes da discórdia e caos na Casa da Noite, todos terão que se unir para enfrentar o mal, uma tarefa que se revela mais difícil do que o planeado. E para dificultar as coisas, Zoey receia estar a perder a sanidade pois suspeita que Heath poderá estar de volta… Ela sabe que deve seguir os seus instintos para derrotar o mal, mas se estiver errada, as consequências serão desastrosas para todos.
Com a tensão a chegar a um ponto culminante e as amizades a serem testadas, conseguirá o grupo de amigos enfrentar em conjunto o mal que alastra e impedi-lo antes que seja tarde demais?
Sobre autor:
P. C. Cast nasceu no Midwest, e cresceu em permanente viagem entre Illinois e Oklahoma, onde se apaixonou por cavalos da raça Quarter e por mitologia. Depois de terminar o liceu ingressou na Força Aérea Norte-Americana e começou a escrever. Terminada a sua comissão na Força Aérea, lecionou em liceus durante quinze anos até se retirar para se dedicar à escrita a tempo inteiro. As suas obras já venceram inúmeros prémios. Cast vive em Oklahoma com a sua fabulosa filha, o seu gato mimado e os seus adoráveis Scotties.
Imprensa:
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Tempo Para Falar de Helen Lewis

17:05

P.V.P.: 13,95 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 152
Editora: Editorial Planeta
Helen Lewis sobreviveu a dois campos de concentração nazi.
A sua história, aterradora, hipnotizante e de uma coragem ímpar, é narrada na primeira pessoa sem o mais pequeno tom de autopiedade.
Um livro de memórias, desprovido de especulações ou lições de moral, que é uma verdadeira celebração da vida.
Sobre a obra:
Quando a Checoslováquia foi invadida pela Alemanha nazi em 1939, Helena Katz encontrava-se em Praga, a estudar ballet, embora como judia não lhe fosse permitido actuar em público devido às leis anti-semitas.
Helen e o primeiro marido Paul Hermann foram expulsos de Praga e enviados em 1942 para Terezin, e depois para Auschwitz, onde foram separados, e nunca mais se viram.
Em Auschwitz Helen foi escolhida para a denominada «selecção» do Dr. Josef Mengele, o famoso Anjo da Morte, tendo sobrevivido a experiências horrendas.
Quando os prisioneiros de Auschwitz foram libertados em 1945, Helen encontrava-se gravemente doente com febre tifóide.
Foi salva quando um soldado russo a ajudou na marcha de Stutthof que matou milhares de pessoas.
Harry Lewis, um antigo amigo de Praga, que fugira para Belfast antes da guerra, viu o nome de Helen numa lista de sobreviventes publicada pela Cruz Vermelha. E como diz a sobrevivente, foi outro feliz acidente que a levou até Harry. Acabaram por se casar em 1947.
Quando os filhos atingiram a idade adulta, Helen ficou preocupada com reacção deles, quando lhe perguntaram que número era aquele tatuado no seu braço.
Decidiu então contar as experiências de perseguição nazista de que foi alvo.
Foi uma defensora acérrima e inflexível de que os sobreviventes não deviam tentar proteger os filhos do passado dos pais.
Helen sobreviveu para ensinar os jovens de Belfast a dançar e para da ao mundo o seu testemunho arrasador.
Morreu na véspera de Ano Novo de 2009, aos 93 anos de idade.
Sobre autor:
Helen Lewis nasceu em 1916 em Trutnov, na Checoslováquia. Terminado o secundário, candidatou-se com êxito à Escola de Dança Milca Mayerovà, de Praga.
Enquanto estudava começou também o curso de filosofia na Universidade Alemã.
Casou em 1938, e em 1942 foi deportada, com o marido, Paul, para o campo de concentração de Terezín.
Em Maio de 1944 foi transferida para Auschwitz, onde a separaram do marido.
Depois da libertação, regressou a Praga e foi lá que soube que ele não sobrevivera.
Em 1947, casou-se com Harry Lewis, um velho amigo que havia fugido para Belfast antes da eclosão da guerra. Depois do nascimento dos dois filhos, Helen voltou a envolver-se no mundo da dança, em trabalhos de coreografia para teatro e ópera.
Os seus ensinamentos levaram à fundação do Belfast Modern Dance Group, pioneiro da dança moderna na Irlanda do Norte.
Imprensa:
«Em Tempo para Falar, Helen Lewis traça-nos um mapa do Inferno e, ao fazê-lo, oferece-nos uma obra de arte sem mácula. Nunca põe um pé em falso ao guiar-nos através de uma paisagem de pesadelo. A sua voz não se altera, o seu estilo permanece simples. Uma forma modesta de se exprimir que esconde a angústia da recordação.»
Michael Longley

«É a história de um sofrimento quase inacreditável, mas contada de uma maneira que quase infunde alegria no leitor… notável pela sua simplicidade e lucidez elegíacas, pelo ímpeto irresistível, pela integridade insuperável e pela impressionante ausência de autocomiseração e rancor. Em suma, de abordagem fácil, empolgante e de uma honestidade evidente… todos deviam lê-la.»
Independent

«O que distingue este livro de todos os relatos em primeira mão do Holocausto é a capacidade evidenciada por Lewis para descobrir traços de humanidade, onde, com toda a justiça, não tinha razões para os ver… recusa-se a desumanizar mesmo aqueles que tentaram arrancar-lhe tudo quanto tinha de humano - um feito raro para qualquer pessoa na sua situação.»
Guardian
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Uma Mochila Para o Universo de Elsa Punset

16:31

P.V.P.: 15,26 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 1284
Editora: Editorial Planeta
21 roteiros para viver as nossas emoções
Sobre a obra:
Quanto deve demorar um abraço?
De que serve chorar?
Que podemos fazer para mudar a sorte?
Para que serve a paixão?
Por que é inevitável o desamor?
Como aprendemos a ter medo?
A partir de que idade começamos a mentir?
Por que sentimos inveja?
De quantos amigos precisamos para ser felizes?
Podemos evitar o stress desnecessário?
Por que sofre o homem mais do que a mulher quando lhe riscam o carro?
Além das mil dietas milagrosas, há truques emocionais para emagrecer?
Elsa Punset responde a estas e a muitas outras perguntas, metafísicas e quotidianas. Este livro foi concebido para ser um «pequeno guia de rotas variadas » que percorrem a geografia das emoções humanas, com o propósito de facilitar o entendimento do que nos rodeia, reconhecer a importância das nossas relações com os outros, descobrir que é muito mais o que nos une do que o que nos separa, encontrar formas eficazes de comunicarmos entre nós, conjugar a relação entre o corpo e a mente, aumentar o caudal de alegria que encerramos, organizarmo-nos para conseguirmos fixar e alcançar os nossos objectivos e ajudar o cérebro humano a contrariar a sua tendência inata para «a sobrevivência receosa e desconfiada».
Como refere Elsa Punset, em palavras claras e simples, para transformar as nossas vidas e relações «não precisamos de tanto como pensamos. Numa pequena mochila cabe tudo o que nos ajuda a perceber e controlar a realidade que nos rodeia».
Um guia indispensável para perceber os outros e comandar com êxito o universo das emoções.
Sobre autor:
Elsa Punset é licenciada em Filosofia e mestre em Humanidades, pela Universidade de Oxford.
É ainda mestre em Jornalismo, pela Universidade Autónoma de Madrid e em Educação de Ensino Secundário, pela Universidade Camilo José Cela (UCJC).
Colabora com regularidade em diversos meios de comunicação, participa em conferências e dirige o Laboratorio de Aprendizaje Social y Emocional, na Universidade Camilo José Cela, onde se dedica ao estudo da aplicação da inteligência emocional nos processos de tomada de decisões e aprendizagem, em crianças e adultos.
Os seus livros Bússola para Navegantes Emocionais e Inocência Radical consagram-na como autora de êxito e as suas intervenções na RNE (Rádio Nacional de Espanha) e na televisão, no programa El Hormiguero, confirmam, com a grande audiência, o impacte das suas mensagens.
Imprensa:
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O Tesouro das Bermudas de Sir Steve Stevenson

16:13

P.V.P.: 8,91 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 144
Editora: Editorial Planeta
A miúda detective que adora resolver mistérios já se tornou na heroína dos pequenos leitores mais curiosos e apaixonados por enigmas.
Este é o sexto volume de uma colecção de grande qualidade, repleta de humor e aventuras que se já tornou num caso sério de sucesso entre o público jovem.
Sobre a obra:
Agatha, extraordinária aspirante a detective de invulgar faro detectivesco, viaja por todo o mundo, juntamente com o desajeitado primo Larry, com o fiel mordomo e com o gato Watson, tendo como objectivo resolver os mais intrincados mistérios.
Desta vez, os dois primos Agatha e Larry Mistery vão ter de lidar não só com um ávido e perigoso criminoso mas também com as antigas divindades do mar… Oceano Atlântico: sopra uma violenta tempestade.
Um calendário maia em ouro maciço e de valor incalculável desaparece inesperadamente num dos lugares mais misteriosos do planeta: o Triângulo das Bermudas!

A colecção Agatha Mistery pretende criar o gosto pela leitura, e ao mesmo tempo, aproximar os jovens a lugares reais emblemáticos e a outras culturas, o que é conseguido através da astúcia da pequena detective Agatha, que anota tudo o que vê num caderno.
As personagens e as paisagens exóticas onde se realizam as investigações e se vivem estranhas aventuras ganham vida, através das divertidas ilustrações de Stefano Turconi.
Sobre autor:
Sir Steve Stevenson, pseudónimo de Mario Pasqualotto, é um escritor italiano que durante de mais de dez anos tem escrito histórias sobre diversos jogos para revistas inglesas e italianas.
Actualmente dedica-se à escrita juvenil.
As divertidas e dinâmicas ilustrações de Stefano Turconi mostram-nos as personagens e as paisagens exóticas onde se realizam as investigações e se vivem estranhas aventuras.
Imprensa:
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Marés Perigosas de Christine Feehan

15:35

P.V.P.: 15,98 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 352
Editora: Saída de Emergência
Sete irmãs…

Venha conhecer a história de Libby Drake, a mais bela, misteriosa e sensível das irmãs Drake. 
Sobre a obra:
A Dr.ª Libby Drake é uma mulher sensível e prática. Para as suas irmãs muito mais aventureiras, ela sempre foi a «rapariga bem-comportada». Certamente que não a veem como uma mulher capaz de atrair a atenção de um génio como Ty Derrick - até um acidente trágico deixar o atraente bioquímico à sua mercê.
Ao ajudá-lo, ela vai avivar os desejos há muito reprimidos do recém despertado Ty pela mulher que lhe salvou a vida. Mas ele não é o único homem que anda de olho em Libby Drake. Ela captou igualmente a atenção de um admirador perigosamente influente. Alguém que persegue a sua beleza elementar e tem algum objetivo perverso. E está disposto a tudo para o conseguir.
Com a sua combinação sensual de romance e suspense de cortar a respiração, a campeã de vendas número um do New York Times, Christine Feehan, chega com ousadia onde nenhum outro escritor chegou.
Desta feita apresenta-nos Libby Drake, uma das mágicas irmãs Drake - todas elas encantadas por profecias de amor…

Ler Excerto
Sobre autor:
Christine Feehan autora # 1 bestseller do New York Times. Tem mais de 40 romances publicados, incluindo quatro séries. Recebeu três dos nove Prémios Paranormal de Excelência em Literatura Romântica (1999). Desde então tem sido publicada pela Leisure Books, Pocket Books, e actualmente escreve para Berkley/Jove. Galardoada com sete prémios PEARL, Feehan tem triunfado na lista dos mais vendidos, incluindo o Times, Publishers Weekly, USA Today, Bookscan, B. Dalton, Amazon, Barnes & Noble, Waldenbooks, Ingrams, Borders, Rhapsody Book Club e Washington Post. Feehan recebeu inúmeras homenagens ao longo da sua carreira e foi candidata para o prémio RITA. Recebeu igualmente um Achievement Award do Romantic Times e um Borders 2008 Lifetime Achievement Award.
Imprensa:
«Christine Feehan é a rainha da história do amor sobrenatural.»
New York Times
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