Catástrofe 1914: A Europa vai à Guerra de Max Hastings

16:54

P.V.P.: 26,96 € 
Data de Edição: 2014
Nº de Páginas: 688
Editora: Vogais

Sobre a obra:
UMA DAS OBRAS DE REFERÊNCIA SOBRE A 1.ª GUERRA MUNDIAL

Em 1914, a Europa mergulhava no primeiro ato de autossacrifício do século XX — a Grande Guerra, como ficou conhecida na altura. No seu centenário, Max Hastings explica simultaneamente como se desencadeou o conflito e o que aconteceu a milhões de homens e mulheres durante os primeiros meses da contenda. Desvenda ainda provas esmagadoras de que a Áustria e a Alemanha devem assumir as culpas principais pelo deflagrar da guerra. O que se seguiu foi uma tragédia de grandes proporções, com o autor a argumentar que era vital para a liberdade da Europa que a Alemanha do Kaiser fosse derrotada. A narração das primeiras batalhas irá surpreender aqueles que têm desta guerra uma simples imagem de lama, trincheiras e arame farpado.
Hastings descreve em pormenor o dia mais sangrento de toda a guerra ocidental, 22 de agosto de 1914, quando pereceram 27 mil franceses, e relata as lutas brutais na Sérvia e na Prússia Oriental, onde, até ao Natal, alemães, austríacos, russos e sérvios infligiram entre si 3 milhões de baixas.
O livro mostra o que aconteceu à Europa em 1914, através da abordagem detalhada mas acessível do historiador, que cruza testemunhos generais e estadistas, camponeses e donas de casa e soldados de sete nações. A sua narrativa desfaz mitos e fornece algumas opiniões surpreendentes e controversas. Um livro multipremiado, presente nas listas dos melhores do ano das mais prestigiadas publicações mundiais.
Sobre autor:
Sir Max Hastings é jornalista, apresentador de televisão e autor, com mais de vinte obras publicadas. Atualmente escreve com regularidade para o Financial Times e o Daily Mail. Filho e neto de escritores, estudou na University College, em Oxford, que abandonou para se dedicar ao jornalismo.
Passou muitos dos seus primeiros anos de jornalista como correspondente para a estação de televisão BBC e para o London Evening Standard, tendo acompanhado onze conflitos militares, incluindo a Guerra do Vietname e a Guerra das Malvinas.
Recebeu prémios pela sua carreira literária e jornalística, incluindo o Somerset Maugham Prize e o Journalist Of The Year e Reporter Of The Year, nos British Press Awards de 1982. Em 2002 foi ordenado Cavaleiro por serviços prestados ao jornalismo e em 2008 recebeu a Medalha do Duque de Westminster para a Literatura Militar pela sua contribuição para esta área ao longo da sua vida.
Tem dois filhos adultos e vive com a mulher em West Berkshire, onde se dedicam com entusiasmo à jardinagem.
Imprensa:
«Magistral. O livro de História do ano.»
The Times

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