"Samarcanda" de Amin Maalouf | Marcador

23:38

P.V.P.: 16,65 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2015
Nº de Páginas: 352
Editora: Marcador

Sobre a obra:
Acusado de colocar em causa os códigos mais sagrados do Islão, o poeta persa Omar Khayyam encontra fortuitamente a simpatia do homem que é suposto julgar os seus crimes.
Reconhecendo o seu génio, o juiz decide poupá-lo e oferece-lhe um pequeno livro em branco, encorajando-o a colocar naquele livro a coleção dos seus pensamentos mais profundos. Assim começa a combinação perfeita de realidade e ficção que é Samarcanda.
Sobre autor:
Escritor e jornalista libanês, Amin Maalouf nasceu em 1949, em Beirute, na confissão católica árabe. Filho de Ruchdi Maalouf, um escritor, professor e jornalista, frequentou os colégios jesuítas de Beirute e, após a conclusão dos seus estudos em Economia e Sociologia, continuou a longa tradição familiar no Jornalismo. 
Inserido no an-Nahar, um jornal libanês de importância, foi enviado para países como a Argélia, a Índia, o Bangladesh, a Etiópia, a Somália e o Quénia, muitas das vezes para fazer a cobertura de guerras e conflitos armados. 
Em 1975, uma onda de violência assolou o Líbano e, com o rebentamento de uma guerra civil, Amin Maalouf optou, em 1977, por se exilar com a família em Paris, onde continuou a exercer a carreira, contribuindo para o Jeune Afrique e para a edição internacional do an-Nahar. Em 1983 publicou o seu primeiro livro, "As Cruzadas Vistas Pelos Árabes", obra escrita na língua francesa, e que teve por grande mérito dar a possibilidade não só ao público, como também aos historiadores, de aceder às fontes árabes medievais nos capítulos respeitantes à História das Cruzadas, reescrevendo assim convicções mantidas ao longo de quase mil anos. 
Em 1986 fez a sua estreia no romance com "O Leão Africano", que conta a história de um geógrafo, Hassan Al-Wazzan, nas suas deambulações, desde a Granada onde nasceu, pela bacia do Mediterrâneo e por terras africanas até à sua residência em Fez. Amplamente autobiográfico, o livro relembra os episódios do exílio do próprio Maalouf. 
Cultivando a ideia de que a harmonia universal entra em conflito com o sistema de convicções humano, publicou "O Jardim da Luz" em 1991. Recriando a vida de Mani, tenta mostrar que a beleza da tolerância é um bem frágil nas mãos dos poderes convencionais. Publicaria ainda Le "Rocher de Tanios" (1993), "Les Echelles Du Levant" (1996) e "Les Identités Meurtrières" (1998). 
No ano de 2000, escreveu um libretto de ópera "L'Amour de Loin", que reconta os amores do trovador do século XII Jaufre Raudel pela Condessa de Tripoli. Com o arranjo musical da compositora finlandesa Kaija Saariaho, a ópera estreou em Salzburgo em 2000 e em Paris no ano seguinte, sob a direção de Peter Sellars. 
Embora não tivesse empreendido grandes viagens desde a sua chegada a França, Maalouf visitou o seu país natal em 1994. Não obstante, grande parte da sua obra foi escrita no retiro de uma cabana de pescador algures numa ilha do Canal da Mancha.
Imprensa:
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