"Toda a Luz que Não Podemos Ver" de Anthony Doerr | Editorial Presença

09:00

P.V.P.: 18,81 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2015
Nº de Páginas: 520
Editora: Editorial Presença

Sobre a obra:
Marie-Laure é uma jovem cega que vive com o pai, o encarregado das chaves do Museu Nacional de História Natural em Paris. Quando as tropas de Hitler ocupam a França, pai e filha refugiam-se na cidade fortificada de Saint-Malo, levando com eles uma joia valiosíssima do museu, que carrega uma maldição. Werner Pfenning é um órfão alemão com um fascínio por rádios, talento que não passou despercebido à temida escola militar da Juventude Hitleriana. Seguindo o exército alemão por uma Europa em guerra, Werner chega a Saint-Malo na véspera do Dia D, onde, inevitavelmente, o seu destino se cruza com o de Marie-Laure, numa comovente combinação de amizade, inocência e humanidade num tempo de ódio e de trevas.
Sobre autor:
Anthony Doerr nasceu em Cleveland, no Ohio em 1973. Vive com a mulher e os dois filhos em Boise, no Idaho. Publicou os livros de contos - The Shell Collector (2002) e Memory Wall (2010), uma autobiografia Four Seasons in Rome (2007) e dois romances, About Grace (2004) e Toda a Luz que não Podemos Ver, que foi finalista do National Book Award em 2014 e bestseller número 1 do New York Times. Anthony Doerr já foi galardoado com vários prémios, tanto nos Estados Unidos como noutros países: quatro O. Henry Prizes, três Pushcart Prizes, dois Pacific Northwest Book Awards, três Ohioana Book Awards, Barnes & Noble Discover Prize, Rome Prize, New Yorker Public Library’s Young Lions Award, Guggenheim Fellowship, NEA Fellowship, National Magazine Award para ficção. Em 2010, recebeu o Story Prize, um dos mais prestigiados prémios nos Estados Unidos e o Sunday Times EFG Short Story Award. Em 2007 a revista literária Granta considerou Anthony Doerr um dos melhores jovens romancistas americanos.
Imprensa:
«Impressionante e inspirador…» 
Entertainment Weekly

«Grandioso.» 
The Guardian

«Provavelmente o melhor livro que vai ler este ano.» 
Washington Post 

«Minucioso... Uma reflexão sobre o destino, o livre arbítrio, e o modo como, em tempo de guerra, as pequenas escolhas podem ter grandes consequências.» 
The New Yorker

«Realidade e ficção histórica misturam-se - transmissões de rádio secretas, um diamante amaldiçoado, as dúvidas mais profundas de um soldado - num livro convincente e, ao mesmo tempo, doce e amargo.»
People

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