"A Morte de Ivan Ilitch" de Lev Tolstoi | Alêtheia Editores

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P.V.P.: 11,96 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 150

Sobre a obra:
Publicado pela primeira vez em 1886, A Morte de Ivan Ilitch é por muitos considerada uma obra incontornável sobre o tema da morte e o sentido da vida. Neste romance, o célebre autor Lev Tolstoi conta-nos a história de Ivan Ilitch, personagem que atormentada pela morte próxima se questiona e reflecte sobre o seu percurso de vida. No mesmo volume se publica O Diabo, texto célebre, de carácter autobiográfico e apenas publicado postumamente, que aborda temas como a responsabilidade moral e o relacionamento, através da vida de Evgueni Irténev, que após a morte de seu pai assume os negócios de família. «Ivan Ilitch já não deixava o divã. Não queria ficar na cama.

E quase todo o tempo, com o rosto voltado para a parede, sofria solitário os mesmos insolúveis tormentos, martirizava-se com o mesmo insolúvel problema: "O que é isto? Será realmente a morte?" E a voz interior respondia-lhe: "Sim, é a morte". "Mas para quê tanto sofrimento?" E a voz tornava a responder: "Para nada. Além disso não há nada".»
Sobre autor:
Também conhecido como Léon Tolstói ou Lev Nikoláievich Tolstói (9 de setembro de 1828 - 20 de novembro de 1910) foi um escritor russo muito influente na literatura e política do seu país.
Junto a Fiódor Dostoievski, Tolstói foi um dos grandes da literatura russa do século XIX. As suas obras mais famosas são Guerra e Paz e Anna Karenina.
Membro da nobreza, entre 1852 e 1856 realizou três obras autobiográficas: Meninice, Adolescência e Juventude.
Tolstói serviu no exército durante as guerras do Cáucaso e durante a Guerra de Criméa como tenente. Esta experiência convertê-lo-ia em pacifista.
Associado à corrente realista, tentou reflectir fielmente a sociedade em que vivia.
Cossacos (1863) descreve a vida deste povo.
Anna Karenina (1867) conta as histórias paralelas de uma mulher presa nas convenções sociais e um proprietário de terras filósofo (reflexo do próprio Tolstói), que tenta melhorar as vidas de seus servos.
Guerra e Paz é uma monumental obra, onde Tolstói descreve dezenas de diferentes personagens durante a invasão napoleônica de 1812, na qual os russos pegaram fogo a Moscovo.
Tolstói teve uma importante influência no desenvolvimento do pensamento anarquista, concretamente, considera-se que era um cristão libertário. O príncipe Kropotkin lhe citou no artigo Anarquismo da Enciclopédia Britânica de 1911.
Nos seus últimos anos depois de várias crises espirituais converteu-se numa pessoa profundamente religiosa, criticando as instituições eclesiásticas em Ressurreição, o que provocou a sua excomunhão.
Tolstói tentou renunciar as suas propriedades em favor dos pobres, mas a sua família impediu-o. Tentando fugir da sua casa morreu na estação ferroviária de Astapovo.
Imprensa:
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