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Novidades

"Curar as Energias Negativas - Técnicas de proteção emocional e espiritual" de Anne Jones | Pergaminho

18:00

P.V.P.: 14,94 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 296
Anne Jones, terapeuta e autora de vários livros na área da espiritualidade, junta-se à Editora Pergaminho com o livro Curar as Energias Negativas, que chega às livrarias no dia 4 de março. Este livro oferece um conjunto de técnicas de proteção emocional e espiritual, que partem da experiência de mais de 10 anos da autora no decorrer do desenvolvimento do seu trabalho de cura natural das energias.
Em Curar as Energias Negativas, Anne Jones partilha algumas das suas experiências com muitos tipos de energias negativas, da mesma forma que partilha as técnicas de proteção e limpeza de energias negativas que aprendeu e desenvolveu. No primeiro capítulo a autora dá a conhecer alguns aspetos em torno do seu próprio processo de «educação» espiritual, bem como as suas experiências de cura. Seguidamente, aborda a autolimpeza, assim como a limpeza de energias negativas dentro das casas de cada um e locais de trabalho. «Prepare-se para a maior operação ‘detox’ da sua vida!», avisa Anne Jones.
Banhos de sal, defumações, utilização de cristais para equilibrar os chacras, radiestesia ou hastes divinatórias são apenas algumas das técnicas abordadas.
Sobre a obra:
«Neste livro partilharei algumas das minhas experiências com muitos tipos de energias negativas, entre as quais aquelas que são criadas por nós mesmos, pelas pessoas que nos rodeiam, pelos equipamentos elétricos, pelas energias telúricas desalinhadas, pela magia negra e pela presença de espíritos. Da mesma forma, partilharei as técnicas de proteção e limpeza de energias negativas que aprendi e desenvolvi, para que o leitor possa manter positiva, elevada e liberta de influências negativas não apenas a sua energia pessoal como também a dos ambientes em que se move.
Quaisquer que sejam as causas geradoras de energia negativa – ou seja, quer estas sejam originadas na natureza ou fabricadas pela inconsistência humana ou pelos seus próprios medos e ansiedades – existem formas de compensar e minimizar os seus efeitos.
Tenho a firme convicção de que as nossas atitudes, formas de ser e de pensar influenciam o ambiente em que vivemos. Com efeito, marcamos a diferença quando trazemos às nossas vidas uma atitude positiva e otimista, e também quando mantemos limpos e em boa ordem as nossas casas e locais de trabalho e nos empenhamos em respeitar o ambiente. Sim, podemos substituir a negatividade e a escuridão reinantes no nosso mundo pela luz e pela positividade. Se cada um de nós fizer a sua parte, não tardará até que o mundo se torne um lugar mais leve e luminoso em que a paz e o amor prevaleçam para o bem de todos.»
Sobre autor:
Anne Jones começou a sua vida profissional na banca e na área de IT, tendo viajado e vivido um pouco por todo o mundo com a sua família. Em meados da década de 1990, descobriu a sua vocação de cura e começou a dedicar-se a organizar workshops e retiros de cura.
Presentemente, vive em Inglaterra, onde se dedica por inteiro ao seu trabalho na área da espiritualidade e do desenvolvimento pessoal; para além dos workshops que dirige, é formadora, autora de vários livros de sucesso, bem como de cartas oraculares e CD’s de meditação. Todos os rendimentos provenientes do seu trabalho são doados a instituições de solidariedade social em diversos países africanos.
Imprensa:
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Novidades

"Opus Dei Profundo - Desconstrução de um Mito" de Eugénia Tomaz | Guerra e Paz

16:30

P.V.P.: 14,40 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 240

Sobre a obra:
O tema Opus Dei tem suscitado sempre curiosidade na opinião pública. Contam-se décadas de investigação, de reportagens jornalísticas e literárias, sem uma efectiva pacificação dos ânimos públicos, que se reacendem quando as questões surgem, de novo, nos meios de comunicação social. Este ensaio contém uma resposta objectiva, elaborada a partir de dentro, às diferentes perguntas que jornalistas têm feito ao longo dos anos à instituição.
Pautando-se por textos do fundador e do Magistério da Igreja, localiza e demonstra a origem dos atritos internos e desvios que se foram instalando entre a doutrina proclamada pelo fundador e a estrutura laical institucionalizada. Este livro contém um ensaio sobre a espiritualidade do Opus Dei nestas duas vertentes: a do carisma fundacional e a dos mecanismos que têm contribuído para o seu obscurecimento ao longo dos tempos.
Sobre autor:
Eugénia Tomaz. Nasceu em Lisboa a 1 de Setembro de 1957. Conjuga na sua actividade profissional a fisioterapia, as artes plásticas, a escrita e o ensino, num dinamismo multidisciplinar. Como pintora, realizou várias exposições individuais e colectivas. Frequentou o curso de Conservação e Restauro de Pintura no Instituto de Artes e Ofícios da Universidade Autónoma de Lisboa. Iniciou a sua actividade como ensaísta no ano 2000 e conta com algumas publicações literárias. Colaborou com a revista do Instituto de Artes e Ofícios da Universidade Autónoma de Lisboa, A Arte do Ofício. 
Na área da comunicação social, foi colaboradora do jornal diocesano de Lisboa Voz da Verdade e do jornal da Santa Sé L’Osservatore Romano de 2010 a 2013. Conta, ainda, com alguns artigos de opinião publicados na revista Grande Reportagem. Tem realizado várias conferências com o objectivo de promover uma renovação de linguagens entre Ciência e Religião.
Imprensa:
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"Mein Kampf - A Minha Luta" de Adolf Hitler | Guerra e Paz

15:04

P.V.P.: 23,40 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 488

Sobre a obra:
Um dos livros mais nefastos da história. O fim do livro proibido. Este livro, mal escrito, de teses abomináveis, foi a bíblia de um movimento, o nazismo, que dilacerou a Europa, primeiro, e o mundo a seguir. Um documento com esta natureza deve ser conhecido e deve ser publicado: a democracia deve conhecer os seus inimigos. Esta edição da Guerra e Paz inclui a versão integral do texto. Mas antes, o leitor vai encontrar 90 páginas de análise da barbárie nazi e da história da ascensão, poder e crime do nazismo, por Manuel S. Fonseca: a violência da eliminação das forças democráticas alemãs; a emergência do ódio rácico de que um ultra-exacerbado anti-semitismo é o cume; a estarrecedora criação da solução final, com os campos de concentração e dos crematórios do Holocausto.
Sobre autor:
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Imprensa:
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"Stalker - O Regresso do Hipnotista" de Lars Kepler | Porto Editora

19:00

P.V.P.: 15,93 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 576
Lars Kepler convocam protagonista do primeiro livro no seu novo thriller, Stalker

Em 2010, a Porto Editora publicou O Hipnotista, a estreia da saga policial de Lars Kepler que alcançou o sucesso e o reconhecimento da crítica. A 3 de março chega às livrarias o quinto título da série, Stalker, cuja trama inclui o inspetor Joona Linna, como é habitual, mas também o hipnotista Erik Maria Bark que cativou os leitores do primeiro livro.
Graças ao suspense, à complexidade do enredo e às personagens cativantes, Stalker foi o livro mais vendido na Suécia no ano da sua publicação. A dupla Lars Kepler, composta por Alexander Ahndoril e pela luso-descendente Alexandra Coelho Ahndoril, é já uma marca no panorama do thriller nórdico, e a sua série já ultrapassa os 5 milhões de exemplares vendidos nos 40 países em que está publicada.
Sobre a obra:
Um assassino em série aterroriza Estocolmo. Qual voyeurista, ele filma as suas presas, sempre mulheres, na intimidade das suas casas e depois coloca os vídeos no YouTube, enviando em simultâneo um link para o Departamento da Polícia Criminal.
Quando a primeira mulher aparece morta, vítima de um brutal homicídio, a Polícia começa as suas investigações, mas os vídeos que se sucedem não permitem identificar os alvos. Desconfiando de que o marido da segunda vítima, Björn Kern, traumatizado após ter encontrado o corpo da mulher, detém informações cruciais que podem ajudar o caso, a Polícia decide pedir ajuda ao hipnotista Erik Maria Bark. No entanto, aquilo que Björn lhe conta leva Erik a mentir à Polícia.
Se as luzes estiverem acesas, um stalker consegue ver a sua presa do lado de fora, mas, se estiverem apagadas, é impossível ver um stalker que já se encontre dentro de casa. Tranque as portas e corra as cortinas – os Lars Kepler regressaram com um novo thriller de cortar a respiração.
Sobre autor:
Lars Kepler é o pseudónimo de uma dupla de escritores de sucesso na Suécia: Alexander Ahndoril e Alexandra Coelho Ahndoril. O Hipnotista, primeiro volume da saga, alcançou um enorme sucesso internacional e foi adaptado ao cinema pela mão do realizador Lasse Hallström. Depois de O Hipnotista, O Executor, A Vidente e O Homem da Areia, chega-nos Stalker.
Mais informações em www.larskepler.com
Imprensa:
«Lars Kepler, os sucessores de Larsson.»
El Mundo

«Joona Linna é um polícia deveras merecedor de uma série de romances.»
José Riço Direitinho, Ípsilon

«Incrível […] Este livro consegue ser melhor do que os anteriores.»
Berglingske

«Uma receita fantástica com ingredientes capazes de despertar os maiores medos e as fantasias mais obscuras.»
Dagsavisen
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Novidades

"A Felicidade é um Chá Contigo" de Mamen Sanchez | Marcador

17:30

P.V.P.: 15,75 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 284

Sobre a obra:
Este romance pode afetar gravemente a sua perceção pessimista da realidade. Provoca gargalhadas e a vontade imparável de mais e mais. Os seus personagens são como os filhos: quanto mais disparates fazem, mais gostamos deles. Cuidado com os corações: podem começar a sentir estranhas vontades incontroláveis.
O inexplicável Manchego será encarregue de desenredar uma trama na qual a comédia romântica se entrelaça com o drama mais ternurento, e a intriga policial dá lugar ao maior achado literário de todos os tempos. Aquilo que parece difícil acaba por ser tornar fácil e todos os problemas se afogam num mar de lágrimas… de tanto rir. Tudo isto para chegar à conclusão de que, aconteça o que acontecer, o amor consegue explicar tudo.
Sobre autor:
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Imprensa:
«Mergulhe neste livro, pois a sua leitura pode dar-lhe um desejo incontrolável de se apaixonar e de viver!»
Revista Hola
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"Linhagem de Bravos" de Emilio Gouveia Miranda | Marcador

16:00

P.V.P.: 17,96 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 568

Sobre a obra:
Linhagem de Bravos é uma viagem à Época Medieval, aos primórdios da nacionalidade, ao frio, à lama, à fome e às dificuldades de um povo que luta pelo pão de cada dia.
1289. Um rei. Um foral. Um outeiro.
Simão da Cruz é um pedreiro em fuga, por um crime cometido. Trata-se de um delito de honra. De morte de um fidalgo. A justiça segue no seu encalço. Em simultâneo, uma família -pai e três filhos órfãosde mãe -abandona,pela calada da noite, as terras do fidalgo a quem sempre serviu. A fuga impõe-se pelo desejo de uma vida melhor, mas também pelo roubo perpetrado. Sobre a carroça furtada ao nobre, um arado de ferro é a esperança de uma vida melhor, em terras de Trás-os-Montes, onde - diz-se - el-rei D. Dinis deseja fundar a cidade.
Sobre autor:
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Imprensa:
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Novidades

"D. Sebastião e o Vidente" de Deana Barroqueiro | Casa das Letras

14:00

P.V.P.: 19,71 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 692

Sobre a obra:
D. Sebastião e o Vidente narra a história do décimo sexto rei de Portugal, o Desejado, desde o seu nascimento, em 1554, até ao seu fulgurante ocaso, nas planícies de Alcácer Quibir, em 1578.
Encarnando as esperanças da nação, D. Sebastião é, todavia, um órfão privado de afectos, criado e educado por velhos, como a avó, a rainha D. Catarina, e o tio, o cardeal D. Henrique.
Aclamado rei aos três anos, vai crescer, caprichoso e atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário.
Senhor de um poder absoluto (alimentado pela corrupção dos cortesãos e dos políticos), assume-se como o Capitão de Deus, numa cruzada contra os mouros, que vai conduzir Portugal ao desastre, profetizado pelas visões de Miguel Leitão de Andrada, um fidalgo de Pedrógão Grande, com fumos de vidente, cuja vida se entrelaça com a do rei, num binómio de idealismo-materialismo posteriormente imortalizado em D. Quixote e Sancho Pança.
O Desejado, graças à sua personalidade problemática e fascinante, fez-se mito (o Sebastianismo), amado e odiado ao longo dos séculos, tendo o desastre de Alcácer Quibir deixado no esquecimento a melhor parte do seu reinado: as reformas políticas, administrativas e militares.
Sobre autor:
Deana Barroqueiro nasceu em New Haven Connecticut, nos Estados Unidos da América, em 23 de julho de 1945. Foi essencialmente através da escrita que tomou consciência do seu ser e se relacionou, comunicando e comungando, com o mundo que a rodeava.
Licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, de cujo grupo de teatro fez parte juntamente com Luís Miguel Cintra, Luís Lima Barreto, Jorge de Silva Melo e tantos outros, num tempo conturbado mas de contínua mudança que recorda com saudade e emoção. 
Por vocação, tornou-se professora de Português, fazendo o estágio na Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa, onde tem concretizado a maioria dos seus projetos de Teatro e de Escrita Criativa com os alunos, tendo publicado várias obras com o Grupo de Trabalho do M.E. para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, a Câmara Municipal de Lisboa e o Instituto de Inovação Educacional.
Deana Barroqueiro confessa-se uma apaixonada da Língua e Cultura portuguesas, em particular dos Séculos XVI a XVIII, que estuda há mais de vinte anos, e sendo, por natureza ou vício, uma contadora de histórias, não resistiu ao desejo de partilhar, com quem a quiser escutar, essas surpreendentes descobertas das vidas aventurosas ou trágicas, por isso mesmo tão humanas e próximas, de personagens históricas que fazem parte do nosso imaginário coletivo. 
Publicou oito romances históricos e dois livros de contos, os quais já se encontram traduzidos e editados em Espanha, em Itália e no Brasil. No dia 21 de novembro de 2003, nos Estados Unidos da América, durante o sarau para atribuição de prémios do Concurso Literário Proverbo, de cujo júri fez parte, a escritora recebeu um louvor pela Câmara de Newark, em reconhecimento do seu contributo para a divulgação e promoção da língua e cultura portuguesas entre as comunidades de emigrantes da América, Canadá e Europa.
É autora do primeiro livro de ficção editado pela Porto Editora, D. Sebastião e o Vidente e venceu o Prémio Máxima de Literatura (Prémio Especial do Júri).
Imprensa:
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Novidades

"Superalimentos - A Bíblia" de Sue Quinn | Jacarandá Editora

12:00

P.V.P.: 10,71 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 160

Sobre a obra:
Receitas deliciosas e fáceis de preparar, com os ingredientes mais nutritivos e saudáveis.

- Descubra os benefícios para a saúde dos ingredientes do quotidiano: tomate, frutos secos, frutos silvestres, legumes verdes, peixe…
- Aprenda a introduzir facilmente os superalimentos nas suas refeições, do pequeno-almoço à sobremesa, passando pelas sopas, saladas, gratinados, pratos principais, acompanhamentos…
- Todas as receitas deste livro utilizam, pelo menos, dois superalimentos.
Sobre autor:
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Imprensa:
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Novidades

"O Livro do Meu Bebé" de Claire Laude | Jacarandá Editora

10:00

P.V.P.: 19,71 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 88

Sobre a obra:
Conte ao seu bebé a história dos seus primeiros meses de vida e guarde as melhores recordações desses momentos únicos e preciosos. Desde a escolha do nome, aos seus primeiros passos encontre neste Álbum todos os momentos importantes do primeiro ano de vida do seu filho.

Com abas, pop-ups e espaços para completar e guardar objetos que são memórias únicas!
Sobre autor:
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Imprensa:
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Opinião

Opinião: "Faz-Te Homem" de Luís Coelho | Objectiva _ Review

22:25


mais informação acerca do livro neste link

Opinião:
Em “Faz-te Homem” , Luís Coelho aborda vários temas / situações bastaste engraçadas. 
Machismo ao poder, e… digamos que seria esta mensagem do livro, mas que por montes de vezes, vê cortada a oportunidade de a levar avante. Digo eu, que não percebo nada disto! 
De um modo geral, o autor compilou uma série de situações e de uma forma animada colocou-as num “manual” de upgrade  a tornar-te um homem. Já tiveram oportunidade de ver excertos que partilhei nas redes sociais – Instagram e Facebook – e perceberem que é através de uma escrita, vá… uma linguagem muito simples, como se de monólogos masculinos ou entre amigos em café, em tom heróico, cheio de ironia e positivismo que ele construiu este manual  no livro. Será que o Luís é um coach escondido? Nah… é um livro engraçado que vos fará rir e passar um bom bocado.
Mulheres ler este manual? Nah… senão ainda dizem que estamos sob efeito de influência do manual, e isto iria complicar ainda mais as coisas! Tomem o caso dele como exemplo, agora vive sozinho, perdeu a mulher, perdeu o seu território, é um ser do mundo! Esticou-se demais, e a mulher… cortou-lhe as bases. Agora deve estar de castigo, mas ele irá passar cá e dar sinais de vida!

Fica a dica do autor in "Autênticos Cavalheiros"
(...) Amado é participo passado de amar, e uma das definições de amar é ter relações sexuais. Portanto, ser cavalheiro é ter sexo. Quanto mais sexo, mais cavalheiro. (...)
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Novidades

"Lobos de Calla - Torre Negra V" de Stephen King | Bertrand Editora

20:00

P.V.P.: 21,96 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 800

Sobre a obra:
A obra mais visionária do autor. Roland Deschain e o seu ka-tet atravessam as florestas do Mundo Médio em direção à Torre Negra. O caminho leva-os aos arredores de Calla Bryn Sturgis, onde, sob acalma vida campestre, se esconde algo horrível. A cada geração, vindos das trevas do Trovão, chegam seres com máscaras de lobos , montados em cavalos cinzentos, para roubarem as crianças da vila. Resistir-lhes implica arriscar tudo, mas os pistoleiros fazem do risco a sua vida. As suas armas, contudo, não serão suficientes…
Sobre autor:
Romancista norte-americano, Stephen King nasceu em 1947, em Portland, Maine. Filho de um marinheiro mercante, que abandonou a família em 1950, foi criado pela mãe, em Durham, juntamente com o seu irmão David. A mãe viu-se forçada a trabalhar precariamente para poder sustentar os seus filhos. 
Aos seis anos de idade, o jovem Stephen teve que proceder à punctura do tímpano por diversas vezes, experiência dolorosa que nunca conseguiria esquecer. Deu início aos seus estudos secundários na Lisbon Falls High School, onde começou a escrever contos, ao mesmo tempo que fazia parte de um grupo amador de rock. No ano de 1960, Stephen King submeteu o seu primeiro manuscrito para publicação, o qual seria rejeitado. Entretanto, editava o jornal do liceu, The Drum, e escrevia para o jornal local, o Lisbon Weekly Enterprise. Publicou o seu primeiro conto, In A Half-World Of Terror, numa fanzine de terror. 
Em 1970 licenciou-se pela Universidade do Maine e, no ano seguinte, casou com Tabitha Spruce, que também viria a alcançar reputação como escritora. De 1971 a 1974, Stephen King foi instrutor na Hampden Academy, até ter publicado o seu primeiro romance, Carrie (1974), a história de uma rapariga com poderes telecinéticos. Atirou as primeiras páginas do trabalho ao lixo, mas foram resgatadas pela esposa, que o encorajou a prossegui-las. A obra não teve, a princípio, senão um sucesso modesto, mas com a adaptação para cinema e com a publicação do romance Salem's Lot (1976), conseguiu estabelecer-se como importante escritor de literatura de terror. 
Nos finais do Verão de 1974, Stephen King decidiu passar umas férias prolongadas no Colorado na companhia da sua família. De visita ao Stanley Hotel, em Estes Park, chegou-lhe a inspiração para o seu romance seguinte, The Shining (1975), que chegaria a obter versão cinematográfica pela mão de Stanley Kubrick, em 1977. Nessa época, segundo confissão do próprio autor, tinha a braços problemas de abuso de álcool e drogas. Na segunda metade dos anos 70, Stephen King começou a publicar uma série de romances sob o pseudónimo Richard Bachman, de que Rage (1977) e The Long Walk (1979) são exemplos.
Em Junho de 1999, o escritor ficou gravemente ferido em consequência de um atropelamento por uma carrinha. Não obstante, no mês seguinte começou a publicar uma série de folhetins virtuais no seu website 'stephenking.com', sendo o primeiro escritor de gabarito a recorrer ao suporte virtual. Na primeira história, uma vinha sobrenatural começa a crescer numa editora de livros de bolso, trazendo sucesso e riquezas em troca de sangue e carne fresca. 
Em convalescença do acidente, Stephen King decidiu fazer um balanço do seu início de carreira, com On Writing (2000), obra principalmente destinada a aconselhar potenciais escritores. Stephen King passou a maior parte da sua carreira como romancista em Bangor, no estado do Maine.
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Novidades

"O Regresso dos Lobos" de Sarah Hall | Jacarandá Editora

18:00

P.V.P.: 17,91 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 440

Sobre a obra:
Ao longo de quase uma década, Rachel Caine virou costas a casa, mantendo-se distante devido às disputas familiares e ao seu trabalho de monitorização de lobos numa reserva do Idaho. Mas agora, desafiada pelo excêntrico Conde de Annerdale a participar num projeto controverso que visa a reintrodução do lobo-cinzento no interior britânico, regressa à paisagem agreste do Lake District.
O projeto do conde alicerça-se no sonho antigo e idílico de uma natureza selvagem e indomada - embora Rachel tenha de ter em consideração algumas cedências à modernidade. O regresso do lobo-cinzento após centenas de anos coincide com a própria regeneração de Rachel, no contexto de uma maternidade iminente e da reconciliação com a família.
O Regresso dos Lobos investiga a essência do que é a natureza em estado selvagem e o estado de selvajaria, tanto no animal como no humano. Procura compreender os aspetos mais obsessivos da humanidade: o sexo, o amor e o conflito, o desejo de encontrar respostas para o propósito da nossa existência, num expor dos sistemas complexos que nos governam.
Sobre autor:
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Novidades

"A Rapariga que Derrotou o Estado Islâmico" de Andrea C. Hoffman, Farida Khalaf | Edições Asa

15:30

P.V.P.: 14,31 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 240

Sobre a obra:
Farida Khalaf tem uma histórica para contar.
É a história de uma rapariga cuja vida foi cortada ao meio.
É a história de um antes e um depois.

Em agosto de 2014, Farida tinha 17 anos, uma família numerosa e uma melhor amiga com quem partilhava segredos e sonhos de futuro. Na sua aldeia no Iraque reinava a paz. Mas isso era "antes".
O "depois" impôs-se com a brutalidade de um pesadelo. Decorria ainda o mês de agosto quando a sua aldeia, não-muçulmana, foi ocupada pelo Estado Islâmico. Os aldeãos enfrentaram as ameaças com a dignidade da fé. Unidos, recusaram converter-se ao Islão.
E pagaram o preço. Os jihadistas assassinaram todos os homens e rapazes, e raptaram as mulheres e crianças.
O que se seguiu está para lá dos limites da imaginação. O dia a dia feito de espancamentos e violações. A indignidade dos mercados onde o Estado Islâmico vendia as prisioneiras como se fossem gado. Mas após várias tentativas de suicídio, a revolta falou mais alto. Farida decidiu lutar até ao fim das suas forças. E um dia, os terroristas esqueceram-se de trancar a porta do seu quarto. Foi o dia com que sonhara durante os longos meses de cativeiro. Foi o dia em que fugiu pelo deserto da Síria disposta a morrer pela liberdade.

Farida Khalaf tem uma história para contar.
E é uma história extraordinária.
Sobre autor:
Farida Khalaf tem 19 anos e pertence à minoria étnico-religiosa iazidi. Após meses de cativeiro às mãos do autoproclamado Estado Islâmico, conseguiu fugir.
A violência a que foi sujeita deixou marcas psicológicas e físicas que nunca se extinguirão. Mas a jovem enfrenta agora uma nova batalha: o estigma da violação.
Na comunidade iazidi - profundamente tradicional - uma mulher violada é ostracizada, algo que Farida está preparada para aceitar. O que ela não aceita é o silêncio imposto às vítimas, a vergonha que lhes tolhe os movimentos e o futuro. Por isso, Farida fala - em seu nome e no de todas as mulheres vítimas deste crime de guerra que é ainda um tabu penalizador.
Atualmente, vive como refugiada na Alemanha.
Imprensa:
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Novidades

"Uma Chama Entre as Cinzas" de Sabaa Tahir | Editorial Presença

14:33

P.V.P.: 17,01 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 384

Sobre a obra:
Elias pertence aos Ilustres, as famílias da elite do Império. Desde os seis anos que treina na Academia Militar de Blackcliff para se tornar um dos soldados mais implacáveis ao serviço dos Marciais.
Laia pertence aos Eruditos, um povo oprimido pelo jugo firme dos Marciais. Quando o seu irmão é preso e acusado de traição, Laia procura a ajuda da Resistência. Em troca, tem de se infiltrar como escrava em Blackcliff.
Quando se conhecem, Elias e Laia percebem que as suas vidas estão interligadas —e que as escolhas de ambos podem mudar o destino do Império.
Sobre autor:
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Imprensa:
«Mergulhe neste livro, pois a sua leitura pode dar-lhe um desejo incontrolável de se apaixonar e de viver!»
Revista Hola
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Novidades

"Uma Terra Chamada Liberdade" de Ken Follett | Editorial Presença

14:00

P.V.P.: 17,91 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: -

Sobre a obra:
Condenado à nascença a uma vida de escravidão, Mack McAsh vê-se forçado a trabalhar nas minas de carvão da Escócia, no ano conturbado de 1766. Porém, Mack não perde a esperança de ser livre. Inesperadamente, encontra uma aliada. Lizzie Hallim é a bonita aristocrata rebelde e determinada que, apesar da sua condição, também se encontra aprisionada em intrigas e jogos de poder. Devido às ideias progressistas de Mack, Sir George, senhor das terras e dono da mina, dificulta-lhe a vida, obrigando-o a fugir. Num volte-face é Lizzie quem o ajuda.
Os dois jovens não sabem que em breve a paixão será tão avassaladora no velho mundo como no novo.

Das minas de carvão da Escócia às sujas ruas da Londres, passando pelas plantações de tabaco na Virgínia, os dois enamorados querem apenas conquistar algo para as suas vidas: a liberdade.
Sobre autor:
Ken Follett nasceu a 5 de Junho de 1949, em Cardiff, no País de Gales, e licenciou-se em Filosofia no University College, em Londres. Começou a sua carreira como jornalista no South Wales Echo e, mais tarde, no London Evening News. Trocou a profissão de jornalista pela de editor e continuou a escrever no tempo livre. A sua primeira obra foi publicada em 1978 sob o título Eye of the Needle, um thriller que venceu o Edgar Award e deu origem a um filme. Vive em Londres com a mulher, a deputada Barbara Follett, e os seus dois Labrador retrievers. Tem estado associado a diversas associações para a promoção da literacia e da leitura; é membro da Welsh Academy e Fellow da Royal Society of Arts. Follett é um grande apreciador de Shakespeare e um músico amador.
Imprensa:
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Novidades

"Ligeiramente Indecente" de Mary Balogh | Edições ASA

12:30

P.V.P.: 15,21 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 336

Sobre a obra:
É no campo da Batalha de Waterloo, entre os soldados feridos, que Rachel York espera encontrar a salvação para si e para as suas amigas. Ludibriadas por um falso pretendente, as quatro encontram-se agora longe de casa, na penúria e obrigadas a viver num bordel. Mas Rachel é uma jovem cheia de recursos e não se dá por vencida. A solução para todos os seus problemas - pensa - está num belo soldado moreno que perdeu a memória.
Pois para poder receber uma avultada herança, Rachel precisa de um marido. Basta convencer o soldado desconhecido a alinhar no jogo. O que ninguém sabe é que o jovem é nada menos que Lord Alleyne, o benjamim da família Bedwyn. Mas, por muita boa vontade que ele tenha, nada corre como planeado ao chegarem a Inglaterra. E a situação complica-se - quanto mais não seja pela crescente atração entre os falsos noivos, numa farsa que parece ser ligeiramente... indecente.
Sobre autor:
Autora premiada e presença constante nas listas de bestsellers do New York Times, Mary Balogh cresceu em Gales, terra de mar e montanhas, músicas e lendas. Ela levou consigo a música e uma imaginação vívida quando se mudou para o Canadá. Aí desenvolveu uma segunda carreira como autora de livros com finais felizes e que celebram o poder do amor. Os seus romances históricos venderam já mais de 4 milhões de exemplares em todo o mundo.
Imprensa:
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Novidades

"Harry Potter - Livro de Colorir" de Warner Bros | Editorial Planeta

11:00

P.V.P.: 13,45 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 96

Sobre a obra:
O livro de colorir que já é um sucesso!
O livro tem 80 páginas com imagens muito bem elaboradas e ricas em detalhes para colorir (cenas dos filmes, logos como o poster da taça mundial de Quidditch, desenhos do castelo de Hogwarts, etc.) e 16 páginas com ilustrações já coloridas, que poderão servir de guia.
Dê vida a estas magníficas ilustrações e seja bem-vindo ao fantástico universo de Harry Potter! Simplesmente fascinante.
Sobre autor:
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Novidades

"A Capital do Mundo" de Renato Fontinha | Saída de Emergência

09:30

P.V.P.: 15,21 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 240

Sobre a obra:
Em 1520, Lisboa é a capital do mundo. Especiarias e preciosidades vendem-se por todas as ruas onde a riqueza só rivaliza com a imundície. Sob o sol abrasador e os cheiros penetrantes, cruzam-se pessoas de todas as raças e religiões do mundo conhecido. No Tejo, os navios são tantos como as estrelas no firmamento, prometendo aventura, riqueza e glória. Não é de espantar que as aldeias portuguesas se esvaziem de almas que rumam a Lisboa em busca do seu quinhão. É o que acontece com cinco rapazes, cheios de sonhos, que chegam à capital. Mas Lisboa tira mais do que dá e, entre problemas com as autoridades, ofícios mal pagos e a disputa pelo amor de mesma jovem, o grupo tudo perde, até a amizade que os unia. 

Para piorar a situação, um assassino aterroriza as noites de Lisboa, uma alma atormentada que só encontra paz na morte de raparigas inocentes, e que se esfuma por entre os dedos dos alcaides do rei. É na noite de Natal que tudo termina, quando os amigos se viram uns contra os outros na luta pelo amor da mesma jovem, sem saberem que têm um inimigo muito mais sinistro - o assassino - que quer reclamar o tão desejado prémio.
Sobre autor:
Casado, licenciado em Auditoria pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, nasceu em Lisboa em 1972, onde morou até aos 32 anos, altura em que mudou para o Porto, onde vive com a mulher e os dois filhos.
Deuses Enfurecidos é o terceiro romance do autor, tendo já publicado Chichen Itza - A Fonte da Juventude e Jacaré.
Imprensa:
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"A Sociedade de Custo Marginal Zero" de Jeremy Rifkin | Bertrand Editora

21:30

P.V.P.: 21,96 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 600

Sobre a obra:
A Internet das Coisas, a comunidade de bens comuns e o eclipse do capitalismo. Em A Sociedade do Custo Marginal Zero, Jeremy Rifkin anuncia que um novo sistema económico está a entrar na cena mundial. A emergente Internet das Coisas está a dar origem a uma economia colaborativa, baseada numa comunidade de bens comuns. Este é o primeiro paradigma económico a enraizar-se desde o advento do capitalismo e do socialismo do início do século XIX. A economia colaborativa está a transformar o modo como organizamos a vida económica, permitindo reduzir drasticamente clivagens salariais, democratizar a economia global e criar uma sociedade ecologicamente mais sustentável. 

Neste novo e provocador livro, Rifkin explica de que forma a Internet está a fortalecer a produtividade a ponto de o custo marginal de bens e serviços (custo de produção de uma unidade adicional se os custos fixos não forem considerados) ser quase igual a zero, tornando-os praticamente gratuitos, abundantes e independentes das forças de mercado.
Sobre autor:
Jeremy Rifkin é, desde 1994, membro do Wharton Scholl’s Executive Education Program, onde dá palestras a CEOs de todo o mundo, focando-se nas novas tendências da ciência e da tecnologia e nas suas influências sobre a economia, a sociedade e o ambiente. É presidente da Foundation on Economic Trends, em Washington D.C.
Imprensa:
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"Lila e o Jogo de Deus" de Umi Sinha | Edições ASA

20:00

P.V.P.: 15,75 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 384

Sobre a obra:
Lila Langdon tem apenas doze quando testemunha uma tragédia. O dia era de festa, o pai celebrava cinquenta anos. A mãe preparara um presente de aniversário especial: uma toalha de mesa delicadamente bordada.
A surpresa, revelada durante um elegante jantar, tem um efeito demolidor. Horrorizados, os convidados partem rapidamente em estado de choque. O pai retira-se para o seu escritório e dá um tiro na cabeça. Lila, que observa às escondidas, não percebe o que se passa mas sabe de imediato que a sua infância acabou de chegar ao fim.
Arrancada aos aromas e cores da Índia que a viu nascer, é levada para a cinzenta Inglaterra. Será em casa da tia-avó Wilhelmina que Lila descobre, através de cartas e diários, os segredos, frustrações e confissões dos seus antepassados, desde os tempos da avó na Índia, à estranha infância do pai e o seu turbulento casamento com a enigmática Rebecca.
Muitos anos passaram, mas estará Lila realmente preparada para desvendar o mistério daquela noite fatídica?
Sobre autor:
Umi Sinha nasceu e cresceu em Mumbai (na altura ainda Bombaim), filha de mãe inglesa e pai indiano. Foi viver para o Reino Unido em 1968, experiência que, a par com o impacto da História na vida do individuo, é um dos temas centrais da sua escrita. É formada em Escrita Criativa e deu aulas na Universidade do Sussex durante dez anos. Atualmente, dá aulas e workshops de Escrita Criativa, dirige um clube de contadores de histórias, e trabalha em edição. Vários dos seus contos foram já publicados em revistas e antologias. Vive em Newhaven, Reino Unido. Lila e o Jogo de Deus é o seu primeiro romance.
Imprensa:
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"O Pai" de Anders Roslund & Stefan Thunberg | Post com entrevista | Editorial Planeta

18:30

P.V.P.: 19,71 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 520
ELES PLANEIAM CADA SEGUNDO. 
CORREM TODOS OS RISCOS. 
E COMETEM OS ASSALTOS A BANCOS MAIS OUSADOS DA HISTÓRIA DA SUÉCIA.

Os direitos para filme já foram comprados pela Dreamworks, e a realização estará a cargo de Steven Spielberg.
Sobre a obra:
Um thriller intenso e inquietante inspirado na extraordinária história real de três irmãos – os irmãos de um dos autores deste romance, Stefan Thunberg - que cometeram dez audaciosos assaltos a bancos na Suécia, em apenas dois anos.

# Nunca nenhum cometera um crime.
# Todos tinham menos de vinte e quatro anos.
#Transformaram-se nos criminosos mais procurados da Suécia.
# O seu vínculo foi forjado enquanto cresceram sob o jugo de uma família violenta.
# E do homem que os moldou dessa forma: o pai.
# Quando o seu incrível percurso chegou ao fim no turbilhão da imprensa internacional, todos mudaram para sempre como indivíduos e como família.

Baseado numa série de acontecimentos violentos e macabros que marcaram a Suécia na década de 1990, o livro é a história de um destino comovente de uma família, do amor que une três irmãos e da complexa relação entre pais e filhos.

O livro é narrado a dois tempos: no passado, onde podemos perceber a dinâmica familiar, assim como a tirania e influência negativa do pai, e no presente, onde decorrem os assaltos.

A fuga durante meses do trio de assaltantes que ludibriava a polícia acaba com a sua prisão pelo detective John Bronk e com uma pena exemplar na história da Suécia.
Sobre autor:
ANDERS ROSLUND
É um jornalista galardoado e um dos mais bem-sucedidos escritores escandinavos de criminalidade dos nossos dias. 
É também autor best-seller do New York Times de Três Segundos, livro que obteve entre outros prémios o CWA Dagger International, o The Glass Key e o Crime Writers’ Award.

STEFAN THUNBERG
É um dos mais célebres guionistas da Escandinávia. Enquanto alcançou a fama neste campo, o resto da família celebrizou-se de forma muito diferente: o pai e irmãos tornaram-se nos mais procurados e famosos assaltantes de bancos da Suécia, o que lhes valeu a alcunha de Militärligan (O Gangue Militar), assim baptizados pelos meios de comunicação.
Entrevista:
A verdade por trás da ficção

Anders Roslund: Escrever um romance baseado em acontecimentos verídicos é estilhaçar a realidade e voltar a reconstitui‑la, e a única maneira de o fazer é começar por encontrar o Pulsar do romance: o conflito central que o conduz para o inevitável fim.
Qual é então, Stefan, o pulsar desta história?
Stefan Thunberg: Um acontecimento que me tem assombrado há mais de vinte anos. Estava‑se a 23 de Dezembro, um dia antes das Festas de Natal, e três assaltantes de bancos eram perseguidos pela polícia no meio de uma tempestade de neve depois de se despistarem e atirado o carro de fuga para uma valeta. Quando vi as notícias, soube no mesmo instante que eram o meu irmão mais velho e o meu amigo de infância… mas, pouco a pouco, compreendi que o terceiro homem tinha de ser o meu pai. Não conseguia perceber como, ao cabo de anos e anos de conflito, o meu irmão e o meu pai haviam decidido assaltar um banco juntos – o último assalto levado a cabo pela Liga Militar. Naquela noite de tempestade, fugiram para uma floresta e, à medida que o nó apertava, refugiaram‑se, exaustos, numa casa de Verão abandonada. Cercados pelas forças de elite da polícia, sem terem por onde fugir, pai e filho foram obrigados a resolver o conflito que os seguira ao longo de todas as suas vidas – ao longo de toda a minha vida. O que disseram um ao outro durante aquelas longas horas, antes de a polícia lançar granadas de gás lacrimogénio e tomar a cabana de assalto?

AR: Quando descobriu pela primeira vez o que os seus irmãos faziam?
ST: Estava presente quando começaram a planear o roubo das armas. Cheguei ao apartamento do meu irmão e encontrei os outros a comer piza e a discutir a melhor maneira de perfurar um chão de betão. A partir daí, ao princípio calavam‑se quando eu aparecia, mas não tardou que continuassem a falar como se eu fizesse parte daquilo. Ao fim e ao cabo, era da família: nunca houvera segredos entre nós, os irmãos. E então, depois de cometerem o primeiro assalto armado, eu estava sentado no sofá enquanto se felicitavam uns aos outros, carregados de adrenalina, e acompanhámos a acção da polícia na televisão enquanto despachávamos uma grade de cerveja Kronenbourg. Pode parecer estranho, mas fora assim que eu e os meus irmãos tínhamos sido criados pelo nosso pai – nunca, em circunstância alguma, trair alguém da família. 

AR: Quais das principais personagens são inventadas e quais foram mais de perto inspiradas pela realidade?
ST: Os três irmãos, o pai e a mãe no romance têm uma relação muito estreita com a realidade. Jasper é uma personagem ficcionada, embora alguns elementos dele tenham sido inspirados por uma combinação de dois amigos que participaram em alguns (mas não todos) dos assaltos. Não estiveram presentes na minha infância tão cedo como vem descrito no livro. Além disso, na parte «presente» do livro, Jasper tem um papel dramático que na realidade não corresponde ao de qualquer desses dois amigos. A personagem representa alienação, alguém que nunca será respeitado nos mesmos termos, nunca será aceite na irmandade, e por isso é usado por Leo para levar a cabo tarefas que não quer confiar aos irmãos. A sua presença na história esclarece que os laços entre os irmãos são mais fortes do que tudo o mais – para o melhor e para o pior – e isso reforça a ruptura quando esses laços se quebram. Anneli é ficcionada, sobretudo a situação familiar antes de conhecer Leo. O filho, Sebastian, é inspirado por vários miúdos diferentes. John e Sam Broncks são personagens ficcionadas, construídas para retratar o verdadeiro trabalho da polícia e como um reflexo da situação de Leo.

AR: E quanto a tempo e lugar?
ST: Não alterámos nenhum dos locais, nem na infância nem no presente, mas excluímos alguns e comprimimos o fluxo do tempo – os assaltos no livro ocorrem ao longo de catorze meses, mas na realidade foram vinte e seis. 

AR: Foi‑lhe muito difícil escrever a respeito da sua infância?
ST: Pelo contrário, essa questão da infância deu‑me a oportunidade de participar na história sem ser retratado como uma das personagens. A minha experiência, a minha presença, foram colocadas, no livro, nos corpos dos meus irmãos, sobretudo no de Felix, porque na realidade eu sou o mais próximo, em idade, de Leo, e por isso fui o que experimentei mais vezes as coisas que Felix experimenta no romance: era eu que estava deitado no chão a ver o meu pai e o meu irmão a fazer cocktails Molotov para atirar contra a casa onde a minha mãe se escondia. Por isso as situações nas partes do livro sobre a infância não são menos verdadeiras; pelo contrário, o conflito entre pai e filho a que assisti tão de perto na realidade é a verdade inerente na resolução da história anos mais tarde, naquela tempestade de neve.

AR: Quais foram, na sua opinião, os acontecimentos mais importantes que alteramos em relação ao que na realidade aconteceu?
ST: Nunca fomos numa direcção diferente, mas claro que há algumas anomalias: como e por que razão a cara sorridente foi desenhada a tiro no vidro do banco; o envolvimento de Anneli, porque a pessoa em que a personagem se inspira conduziu mais vezes o carro de fuga do que é dito no romance, e sobretudo a bomba, tanto no que respeita ao assalto com que estava relacionada e ao facto de Jasper a ter preparado de propósito para explodir, uma acusação feita em tribunal, mas de que o assaltante em questão foi considerado inocente.

AR: Como sabe, fizemos muita pesquisa, mas quanto vem também da sua memória?
ST: Ao princípio, tentei o mais possível evitar documentação escrita e tentei em vez disso recriar as situações, baseado nas minhas recordações emocionais. Mas, claro, é impossível, para conseguir os melhores resultados, fazermos só o que queremos, sobretudo quando se trabalha com outro escritor. Fomos obrigados a mergulhar numa das mais extensas investigações da polícia sueca, incluindo as investigações preliminares e os interrogatórios da minha família que eu, antes de iniciarmos o processo de escrita, nunca lera – e isso teve consequências. Depois disso, tive durante muito tempo crises graves de ansiedade. Fugi da escrita tanto física como psicologicamente, mas voltei a ela quando decidimos estilhaçar a realidade e reconstitui‑la como ficção.

AR: O que aconteceu aos assaltantes?
ST: Foram todos capturados e sentenciados com a máxima severidade que a lei permitia, dada a natureza dos seus crimes, uma sentença que foi excepcional na altura, considerando que nunca mataram ninguém. Nas audiências, ficou muito claro que eu nunca estivera envolvido, e de acordo com a lei sueca ninguém pode ser obrigado a testemunhar contra um familiar. E a minha mãe e eu tivemos uma perspectiva única do sistema prisional sueco depois de muitas, muitas visitas a várias prisões diferentes ao longo de muitos anos.

AR: Como reagiram os seus irmãos quando leram o livro?
ST: Todos reagiram à sua maneira. Um deles (o que inspirou «Felix») ligou‑me logo a seguir a ter acabado de ler o livro e disse‑me: «Stefan, odeio‑te, mas adorei a porra do livro que vocês escreveram», e então desligou o telefone e pôs fim à nossa relação – não voltámos a falar‑nos. Outro (que inspirou «Vincent») não disse uma palavra depois de várias leituras do livro, mas após a quinta disse em voz baixa: «Agora compreendo o que fiz; este sou eu naquela altura, o que retrataste foi um ‘eu’ com dezassete anos, não o homem que sou agora.» Por fim, o terceiro irmão (o que inspirou «Leo») ficou profundamente comovido e escreveu‑me uma carta fantástica em que explicava como agora compreende a loucura a que se tinha exposto a si mesmo e aos que o rodeavam.
Imprensa:
«Uma poderosa e real história de vida»
The Guardian

«Superior… de cortar a respiração»
The Sun
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Novidades

"Star Wars - O Despertar da Força Livro do Filme" de Lucasfilm | Editorial Planeta

17:00

P.V.P.: 12,97 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 112

Sobre a obra:
Novas histórias, novas personagens, novas emoções. Que a Força te acompanhe.

Descobre a história completa do sétimo episódio da saga de ficção com mais êxito de todos os tempos.
Sobre autor:
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