"Onde Todos Observam" de Megan Bradbury | Elsinore

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P.V.P.: 15,92 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 288

Sobre a obra:
Nova Iorque. A capital do século XX. A cidade inspiradora, que seduz, onde todos observam, onde todos estão atentos ao que irá acontecer a seguir.

1967. Robert Mapplethorpe sabe que é artista. Na sua casa de infância, em Queens, anseia pelo calor, pela excitação da cidade, pelos corpos de outras pessoas. Quer ser visto, quer ser célebre.

1891. Walt Whitman já é famoso. Acomodou-se a uma forma de velhice muito sua. Ainda inocente, ainda deslumbrado, viaja com o seu amigo e biógrafo Bucke para a cidade que sempre amou, palco dos seus grandes triunfos e rejeições. 

1922. Robert Moses é um homem com uma ideia em mente. Observando à distância a silhueta de Manhattan, antecipa o futuro da cidade. É ele quem vai construir a Nova Iorque moderna.

2013. Edmund White está de regresso à cidade da sua juventude, da sua vida e das suas paixões. No quarto de hotel, recorda com prazer os dias lascivos e as noites de euforia do passado. Mas, entretanto, passaram os anos, cumpriu-se o volver do tempo… 

Este é um romance em forma de carta de amor a Nova Iorque, escrito a partir das vidas dos homens e das mulheres que a fazem - as suas vozes e obras de arte são urdidas com tal sensibilidade por Megan Bradbury, que a cidade se eleva das páginas do livro perante os nossos olhos: complexa, tentadora, sempre mutável.
Sobre autor:
Nasceu nos Estados Unidos da América e cresceu no Reino Unido. Licenciou-se em 2005 na University of East Anglia, especializando-se em escrita criativa. Em 2013, recebeu o prémio Escalator Literature pela Writers’ Centre Norwich e uma bolsa de criação artística, com a qual financiou a escrita de Onde Todos
Observam, o seu romance de estreia.

«Acredito que tem de existir uma forma de escrever ficção sobre o real que nos oferece algo que os textos de não-ficção não nos conseguem dar. Quando comecei este romance, senti que, se queria escrever sobre uma Nova Iorque verdadeira, teria de enfrentar a realidade, pois de outra forma a cidade seria somente um espaço geográfico no qual eu faria mexer as personagens.»
Imprensa:
«Num livro que é, ele próprio, uma espécie de cidade de palavras, eis uma reflexão bonita e polifónica sobre a sublimação e a transformação do desejo em arte.» 
Simon Richardson, BBC

«Lindíssimo, caleidoscópico.» 
Eimear McBride, autora de Uma Rapariga É Uma Coisa Inacabada

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