"Como Costa Montou a Geringonça em 54 Dias" de Márcia Galrão e Rita Tavares | Lua de Papel

10:30

P.V.P.: 14,31 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 336

Sobre a obra:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente – mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. 

Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas – inimigos históricos do PS – estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.  
Sobre autor:
Rita Tavares nasceu em Lisboa em fevereiro de 1980. Formou-se em Comunicação Social na Universidade Católica Portuguesa. É jornalista desde 2004 e trabalha atualmente no Observador, depois de ter passado pelo i (onde foi editora de política), pela TVI e pelo Diário Económico, onde começou a carreira profissional. Em todos esses meios dedicou-se à política nacional.
Imprensa:
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