"Roma - Fragmento" de Nikolai Gógol | Relógio D'Água

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P.V.P.: 10,80 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 232

Sobre a obra:
«Roma é um fragmento do romance inacabado "Annunziata", em que Nikolai Gógol trabalhou entre 1836 e 1839. Numa carta de 1838, Gógol escreveu: "Quando, finalmente, voltei a ver Roma, oh, quanto mais bela me pareceu! Foi como se visse a minha pátria… Não, não é bem assim, não vi a minha pátria, mas a pátria da minha alma… aquela onde a minha alma tinha vivido antes de mim…" O fragmento foi publicado pela primeira vez na revista Moskvitiánin, em 1842.»
Sobre autor:
Escritor russo nascido a 31 de março de 1809, em Mirgorod, na Ucrânia. Aos 19 anos instalou-se em Sampetersburgo, tentando seguir uma carreira literária e conseguindo apenas um posto de funcionário e, depois, de professor de História. Escreve contos baseados nas recordações da Ucrânia e reúne-os sob o título de Os Serões na Herdade perto de Dikanka (1831). Estas narrativas acumulam personagens e situações cómicas, detalhes realistas e ingénuos, e trazem rapidamente a celebridade ao autor. Continua com Mirgorod (que inclui uma curta primeira versão de Tarass Bulba) e Arabescos (1835). A novela O Capote, que Dostoievski considera estar na origem do romance russo, foi publicada em 1842. A peça O Inspetor Geral satirizava a burocracia corrupta da época, o que veio a provocar grande controvérsia. Gogol parte em viagem e durante esse período (1836-48) inicia Almas Mortas (1842), uma sátira realista, que mais uma vez gera polémica. Procura explicar-se em Trechos da Correspondência com os Amigos (1847), revelando afinal um espírito conservador, o que vai ser totalmente incompreendido pela geração que o via como um pioneiro de um tempo novo. Entretanto abandona-se a uma crise espiritual que o conduz à renúncia e ao ascetismo. Morre a 4 de março de 1852, pouco tempo depois de ter queimado a segunda parte de Almas Mortas. Considerado um precursor do romance realista na Rússia, a sua obra atinge igualmente o domínio do poético, do lírico, do fantástico e do irracional.
Imprensa:
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