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"Aprender a A.M.A.R. - Agir, Motivar, Aceitar e Respeitar" de Fernando Mesquita | Edições Chá das Cinco

15:00

P.V.P.: 13,95 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 240

Sobre a obra:
- O amor tem de ser complicado? 
- Por que é que, para algumas pessoas, viver a dois parece tão simples e, para outras, é um verdadeiro calvário? 
- Que mitos e crenças limitam a capacidade de amar? 
- O que pode um casal fazer face às primeiras dificuldades? 
- Qual é o segredo dos casais felizes? 

Este não é apenas um livro de auto-ajuda. É um verdadeiro manual sobre as relações que vai dar resposta a estas (e outras) questões sobre o AMOR! A partir da experiência como psicoterapeuta sexual e conjugal, o autor recorre a exemplos de casos reais e a técnicas apoiadas na meditação Mindfulness, na Terapia Cognitivo Comportamental e na Terapia da Aceitação e Compromisso, para nos ajudar a identificar e a fortalecer os quatro pilares das relações amorosas saudáveis: (A)GIR (M)OTIVAR (A)CEITAR (R)ESPEITAR 

Não se limite a saber o que está mal na sua relação. Aprenda a enfrentar e a ultrapassar esses problemas. Descubra como pode ser mais feliz com aqueles que ama. Porque nunca é tarde demais para aprender a AMAR... e ser FELIZ!
Sobre autor:
Fernando Mesquita é psicólogo clínico, sendo responsável pela especialidade de Sexologia Clínica nas clínicas: Psicronos e na Corclínica (ambas em Lisboa). Além disso integra o grupo de Terapeutas Sexuais da APF. É mestre em Sexologia Clínica e terapeuta sexual pela Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (SPSC). Colabora frequentemente em diversas rubricas de programas de TV, como psicólogo/sexólogo, destacando-se a «Mesa de especialistas sobre Mitos & Verdades do Corpo Humano» do programa Você na TV, da TVI. É responsável, desde 2012, na revista ANA, pela rúbrica Consultório Sentimental. Colabora frequentemente em diversas revistas (tais como Happy Woman; Visão; Saber Viver, Cosmopolitan; Mens Health; LuxWoman; entre outras).
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"Sissi - Coragem até ao Fim" de Allison Pataki | Topseller

12:30

P.V.P.: 19,78 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 480

Sobre a obra:
Sissi foi a imperatriz mais marcante no imaginário popular, imortalizada no cinema por Romy Schneider. Este romance, inspirado em acontecimentos reais, recorda uma das mulheres mais fortes e desafiadoras de todos os tempos. Em meados do século XIX, a imperatriz Isabel da Áustria-Hungria — carinhosamente conhecida pelo povo como Sissi — já não é a menina ingénua e inocente de 15 anos que casou com o imperador Francisco José, mas a mãe do príncipe herdeiro e a mulher do líder de um poderoso império. Sissi vive, no entanto, sufocada pelas regras do protocolo real e por um casamento turbulento, e por isso viaja com frequência para a sua propriedade na Hungria, o refúgio onde vive segundo as suas próprias regras e onde pode receber as visitas do conde Andrássy, por quem se apaixonou. Contudo, trágicas notícias que chegam de Viena vão obrigá-la a regressar e a enfrentar a realidade que tanto a afugenta. Conseguirá Sissi vencer as inúmeras adversidades, as provações do amor e o sentimento de perda e continuar a ser uma imperatriz dedicada? Estará ela à altura do desafio de manter a sua família unida e o seu direito ao trono?
Sobre autor:
É autora bestseller do New York Times de romances históricos. Formada com distinção na Universidade de Yale, com especialização em inglês, dedicou-se durante vários anos à escrita para televisão e agências de notícias online.
Allison é colaboradora regular do Huffington Post e da FoxNews.com, e é membro da Historical Novel Society, uma associação literária dedicada à promoção e divulgação da ficção histórica.
É casada e vive em Chicago.
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"O Intervalo do Tempo" de Jeanette Winterson | Bertrand Editora

11:00

P.V.P.: 14,94 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 336
No ano em que se assinalam os 400 anos da morte de William Shakespeare, a Bertrand Editora publica O Intervalo do Tempo, de Jeanette Winterson, o primeiro título de uma série que tem sido publicada em mais de 30 países para celebrar o vulto maior do teatro mundial.
Jeanette Winterson, uma das autoras de língua inglesa mais importantes da atualidade, faz uma recriação de O Conto de Inverno, de William Shakespeare, mas adaptada ao século XXI. O amor, ciúme e abandono – caraterísticas do texto original – continuam presentes em O Intervalo do Tempo, mas com uma nova abordagem onde são contextualizados os atuais conceitos de género, sexualidade, raça, tecnologia e classe, mas sem nunca perder a força da mensagem da obra de Shakespeare.
O empresário Leo e a mulher, a cantora e atriz franco-americana MiMi, e o designer de vídeojogos Xeno são as personagens centrais desta história, uma versão contemporânea do rei Leontes, da rainha Hermione e do rei Polixeno.
Sobre a obra:
O Conto de Inverno é uma das últimas peças de Shakespeare. Conta a história de um rei cujo ciúme acaba na morte da sua bela mulher e no desaparecimento da sua filha bebé. A menina é encontrada e criada por um pastor da Boémia, mas, através de uma série de acontecimentos extraordinários, pai e filha (e por fim, também a mãe) acabam por se juntar de novo.
Em O Intervalo de Tempo, uma nova versão desse conto feita por Jeanette Winterson, passamos de Londres, uma cidade em choque depois da crise financeira de 2008, para uma cidade americana que se chama Nova Boémia e acabou de ser arrasada por uma tempestade.
Escrita com fibra e espírito, esta é a história do poder corrosivo do ciúme, por um lado, e da salvação através do amor a uma criança perdida por outro.
Sobre autor:
Jeanette Winterson é autora de dez romances, livros infantis, não ficção e guiões para televisão. Escreve também com regularidade para o jornal The Guardian. Foi adotada por um casal pertencente à Igreja Pentecostal e foi criada para ser missionária, algo de que falou no seu primeiro livro, As Laranjas Não São o Único Fruto.
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"Num Estado Livre" de V. S. Naipaul | Quetzal Editores

21:00

P.V.P.: 16,91 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 320
Num Estado Livre é composto por narrativas com um tema comum: a liberdade – e o seu elevado preço na condição humana.
V.S. Naipaul, escritor caribenho de Trindade, de origem indiana, tem um estilo muito próprio ao dissecar a condição colonial de forma implacável, tanto para as personagens subalternas como para as personagens dominantes:
«Conversar com o zulu não era fácil. Também nesse particular o jovem se mostrava agitado. O rei e o presidente, a sabotagem na África do Sul, seminários, turistas, os nativos: saltava de assunto em assunto sem nunca se envolver, sem nunca relacionar uma coisa com a outra. E o boné de pano parecia fazer parte do seu carácter fugidio. O boné fazia com que o zulu parecesse ora um dândi, ora um trabalhador explorado das minas sul-africanas, ora um cantor branco americano com a cara pintada de negro e, por vezes, até o revolucionário que dissera ser a Bobby.»
O jornal inglês The Times diz que este romance de V.S. Naipaul constitui um livro «de grande complexidade e de genuína compreensão e profundidade que agita, diverte e desculpa o leitor em simultâneo, numa mesma experiência de leitura».
Sobre a obra:
Este livro começa por contar a história de um criado indiano em Washington, que adquire a cidadania americana, mas que sente já não fazer parte do grande fluxo da vida. Segue-se a história do caribenho de origem asiática em Londres: está perturbado, preso por homicídio, mas nunca saberá onde se encontra. A terceira narrativa, a principal, desloca-se para África, para um país ficcional parecido com o Uganda ou o Ruanda. As personagens centrais são dois ingleses, que no passado sentiam África como um continente libertador, que entretanto o deixara de ser. Em tempo de conflitos tribais, no meio de uma grande insegurança, os dois terão de empreender uma longa viagem.
Sobre autor:
V.S. Naipaul nasceu nas Caraíbas (em Trindade), em 1932, no seio de uma família de origem indiana. Em 1950 foi estudar para Inglaterra com uma bolsa. Após os primeiros quatro anos na Universidade de Oxford, começou a escrever, atividade a que, desde então, se dedica ininterruptamente: entre o romance e o ensaio, Naipaul publicou mais de uma vintena de livros, entre os quais o extraordinário conjunto que a Quetzal tem vindo a publicar. Em 1971, V.S. Naipaul foi galardoado com o Booker Prize e, em 2001, com o Prémio Nobel da Literatura.
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"Num Estado Livre" de V. S. Naipaul | Quetzal Editores

21:00

P.V.P.: 16,91 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 320
Num Estado Livre é composto por narrativas com um tema comum: a liberdade – e o seu elevado preço na condição humana.
V.S. Naipaul, escritor caribenho de Trindade, de origem indiana, tem um estilo muito próprio ao dissecar a condição colonial de forma implacável, tanto para as personagens subalternas como para as personagens dominantes:
«Conversar com o zulu não era fácil. Também nesse particular o jovem se mostrava agitado. O rei e o presidente, a sabotagem na África do Sul, seminários, turistas, os nativos: saltava de assunto em assunto sem nunca se envolver, sem nunca relacionar uma coisa com a outra. E o boné de pano parecia fazer parte do seu carácter fugidio. O boné fazia com que o zulu parecesse ora um dândi, ora um trabalhador explorado das minas sul-africanas, ora um cantor branco americano com a cara pintada de negro e, por vezes, até o revolucionário que dissera ser a Bobby.»
O jornal inglês The Times diz que este romance de V.S. Naipaul constitui um livro «de grande complexidade e de genuína compreensão e profundidade que agita, diverte e desculpa o leitor em simultâneo, numa mesma experiência de leitura».
Sobre a obra:
Este livro começa por contar a história de um criado indiano em Washington, que adquire a cidadania americana, mas que sente já não fazer parte do grande fluxo da vida. Segue-se a história do caribenho de origem asiática em Londres: está perturbado, preso por homicídio, mas nunca saberá onde se encontra. A terceira narrativa, a principal, desloca-se para África, para um país ficcional parecido com o Uganda ou o Ruanda. As personagens centrais são dois ingleses, que no passado sentiam África como um continente libertador, que entretanto o deixara de ser. Em tempo de conflitos tribais, no meio de uma grande insegurança, os dois terão de empreender uma longa viagem.
Sobre autor:
V.S. Naipaul nasceu nas Caraíbas (em Trindade), em 1932, no seio de uma família de origem indiana. Em 1950 foi estudar para Inglaterra com uma bolsa. Após os primeiros quatro anos na Universidade de Oxford, começou a escrever, atividade a que, desde então, se dedica ininterruptamente: entre o romance e o ensaio, Naipaul publicou mais de uma vintena de livros, entre os quais o extraordinário conjunto que a Quetzal tem vindo a publicar. Em 1971, V.S. Naipaul foi galardoado com o Booker Prize e, em 2001, com o Prémio Nobel da Literatura.
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"O Casamento Escandaloso de Lady Isabella" de Jennifer Ashley | Topseller

19:00

P.V.P.: 16,91 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 320
Da autora vencedora do prémio RITA para Melhor Romance, atribuído pela Associação Americana de Escritores de Romance.

Depois de conhecer A Loucura de Lorde Ian Mackenzie, descubra O Casamento Escandaloso de Lady Isabella. 
Sobre a obra:
Isabella fugiu de um casamento intenso, mas Mac estava decidido a reconquistá-la.

Durante o seu baile de debutante, Lady Isabella, de 18 anos, é «roubada» pelo mal-afamado Lorde Mac Mackenzie e casam nessa mesma noite, escandalizando a sociedade londrina. Depois de três anos de um casamento atribulado, Isabella volta a escandalizar Londres ao separar-se de Mac.

Destruído pela separação, Mac dedica-se apenas à pintura. Mas sem a sua musa, percebe que também o seu talento o abandonou. Quando Isabella vê exposto um quadro do ex-marido, percebe que se trata de uma imitação e que há um falsificador a fazer-se passar pelo famoso Mac Mackenzie. Um mistério que faz Isabella reentrar na vida de Mac.

Quando a sua linda mulher volta a cruzar a porta de casa, Mac percebe que a quer de volta à sua vida e à sua cama e tudo fará para reconquistá-la. Isabella tenta resistir-lhe, mas ao aceitar ser pintada por ele, em poses eróticas, percebe que o desejo entre ambos é uma força imparável que apenas aumentou ao longo dos anos.
Sobre autor:
Jennifer Ashley é uma autora norte-americana, bestseller do New York Times e do USA Today, que já conta com mais de 80 obras publicadas.

Os seus livros têm recebido vários elogios e prémios, incluindo o Prémio RITA para Melhor Romance, atribuído pela Associação Americana de Escritores de Romance, o Prémio Romantic Times Reviewer’s Choice, entre muitos outros.

Os seus livros já venderam mais de cinco milhões de exemplares, tendo sido traduzidos para mais de dez línguas.

Saiba mais sobre a autora em www.jenniferashley.com
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"A Maldição do Papa Português" de Manuel Ricardo Miranda | Matéria Prima

17:00

P.V.P.: 13,50 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 216

Sobre a obra:
Baseado em factos reais, A Maldição do Papa Português retrata a vida deste homem, sublinhando o lado trágico e mistérioso da sua morte.
Sobre autor:
Manuel Ricardo Miranda nasceu no Monte Estoril (Cascais) em 1943. Licenciou-se em Economia pela Universidade do Porto. Ao longo da sua vida profissional trabalhou em várias empresas nas áreas de consultoria e gestão. Após a reforma, dedicou-se à ficção histórica, tendo publicado em 2008 o romance Ginga, Rainha de Angola. Este é o seu segundo romance.
Imprensa:
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"A Vida e a Obra do Padre António Vieira" de José Barata | Verso de Kapa

15:00

P.V.P.: 12,51 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 128

Sobre a obra:
Padre António Vieira, o mais famoso dos jesuítas portugueses, conhecido especialmente pelos seus sermões, representa o maior expoente da eloquência sacra nacional da época barroca. É uma figura intemporal da qual emana uma mensagem de nacionalismo redentor, por vezes, controversa, mas sempre genuína, orientada para a afirmação de Portugal como nação. Numa sociedade seiscentista fechada e obscura, António Vieira foi um obreiro lúcido do futuro, mostrando uma visão universalista e ecuménica dos conflitos sociais e religiosos do seu tempo, assumindo-se como um defensor dos valores da inclusão e do respeito pelas diferenças religiosas e pelas identidades culturais. Este livro pretende, assim, oferecer um retrato objetivo desta incontornável personagem, onde o pensador, o jesuíta, o evangelizador, o escritor, o conselheiro político e o profeta se misturam e se diferenciam, numa constante inquietação que tem sempre como horizonte a emancipação de um povo e exaltação de uma pátria.
Sobre autor:
Nasceu em Pampilhosa da Serra, em 1956. Licenciou-se em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, em 1981.Especialista de Medicina Interna desde 1991. É diretor do Serviço de Medicina do Hospital Vila Franca de Xira e Professor Auxiliar Convidado da Faculdade de Ciências Médicas. Dedica-se à investigação na área da história e da genealogia, tendo especial interesse pela história da medicina portuguesa. Escreveu os livros: As doenças e as mortes dos reis e rainhas na Dinastia de Bragança, A vida na Corte Portuguesa, A Vida e a Obra do Marquês de Pombal e publica agora A vida e a obra do Padre António Vieira.
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"A Guerra não Tem Rosto de Mulher" de Svetlana Aleksievitch | Elsinore

12:30

P.V.P.: 18,89 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 400

Sobre a obra:
Nesta obra-prima, Svetlana Alexievich dá voz a centenas de mulheres que revelam pela primeira vez a perspetiva feminina da Segunda Guerra Mundial. O número de mulheres combatentes no Exército Vermelho chegou quase a um milhão, mas a sua história nunca foi contada. Este livro, marcado pelo estilo pungente de Svetlana Alexievich, apresenta testemunhos de mais de 200 jovens russas que passaram de filhas, mães, irmãs e noivas a atiradoras, condutoras de tanques ou enfermeiras em hospitais de campanha. O seu relato não é uma história de guerra, nem de combate; é uma história de mulheres e homens catapultados «da sua vida simples para a profundeza épica de um enorme acontecimento». Em que pensavam? De que tinham medo? Como foi aprender a matar? É sobre isto que estas mulheres falam, mostrando uma faceta do conflito sobre a qual não se escreve. Descrevem a sujidade e o frio, a fome e a violência sexual, a angústia e a sombra permanente da morte. A Guerra não Tem Rosto de Mulher, a marcante obra de estreia de Svetlana Alexievich, foi originalmente publicada em 1985, depois de quatro anos de pesquisa e entrevistas. Esta edição corresponde ao texto fixado em 2002, quando a autora reescreveu o livro e incluiu novos excertos com uma força que, antes, a censura não lhe tinha permitido mostrar.
Sobre autor:
Svetlana Aleksievitch, conceituada escritora e jornalista, nasceu em 1948 em Minsk, na Bielorrússia. Os seus livros estão traduzidos em 22 línguas e foram já adaptados a peças de teatro e documentários. Considerada uma das autoras mais prestigiadas a escrever sobre a URSS, os seus trabalhos têm recebido uma enorme aceitação por parte da crítica, tendo sido galardoados com importantes prémios internacionais, como o Erich Maria Remarque Peace Prize, em 2001, o National Book Critics Circle Award, em 2006, e o Prémio Nobel da Literatura, em 2015. O seu mais recente livro, O Fim do Homem Soviético, recebeu o Prémio Médicis Ensaio, em 2013, e foi considerado o Melhor Livro do Ano pela revista Lire.
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"Sementes de Fé e de Esperança" de Dulce Regina | Pergaminho

10:00

P.V.P.: 11,97 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 120

Sobre a obra:
Como reencontrar a fé e a esperança nos momentos mais escuros da vida «Nunca diga a Deus que tem um grande problema, diga, sim, ao seu problema que tem um grande Deus.» «Deus é amor. E o que vive no amor, vive em Deus, e Deus vive nele. Se nos amarmos uns aos outros, Deus viverá em nós.» «Saiba sorrir perante a vida, a fim de que esta constitua a sua própria alegria de viver. A partir daí, a felicidade estará permanentemente ao seu lado.» «A vida é uma maravilha para todos aqueles que sabem viver e conhecem o verdadeiro pulsar da vida eterna, que jamais termina.»
Sobre autor:
Há mais de trinta anos que Dulce Regina trabalha com Astrologia Kármica e com regressão a vidas passadas, tanto no Brasil como a nível internacional, especialmente em São Paulo e Lisboa. É autora de vários livros publicados em Portugal, Espanha, Brasil e América Latina. Um grande amor foi o motor da sua jornada espiritual: amor por um homem, um espírito. Hoje, é o amor pela humanidade que motiva o seu trabalho, dedicando-se a ajudar o próximo através das suas técnicas próprias para a transformação de karmas negativos em positivos e da descoberta da missão de cada um nesta vida. Em Portugal estão publicados Sementes de Fé e de Esperança (Pergaminho, 2007) e Alma Gémea – O Encontro e a Busca (Pergaminho, 2006).
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"Tens Coragem?" de Megan Abbott | Saída de Emergência

21:00

P.V.P.: 15,98 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 288

Sobre a obra:
Addy Hanlon sempre foi a melhor amiga de Beth Cassidy e a sua parceira de confiança. Ambas cheerleaders temidas pelas raparigas da escola, atingiram o pico das suas carreiras no secundário e lideram uma claque intensamente competitiva e admirada por todas as colegas - até ao momento em que chega a nova treinadora. Dominante e carismática, e uma emissária do mundo adulto além do alcance das jovens, a treinadora Colette French seduz Addy e as outras cheerleaders com o seu charme. 

Apenas Beth, incapaz de aceitar a nova autoridade, permanece fora do círculo de confiança da treinadora, tentando por todos os meios recuperar a sua posição como cheerleader de topo. Mas quando um crime abala a comunidade, começa uma investigação policial que tem como alvo as alunas da escola. À medida que se aproxima o final da época, Addy e Beth irão aprender, da pior forma, que as fronteiras entre lealdade e amor podem ser um terreno perigoso num jogo que já ultrapassou todos os limites.
Sobre autor:
Megan Abbott (1971-) é a autor premiada dos romances Die a Little, Bury Me Deep, The End of Everything, Tens Coragem? e The Fever. Natural de Detroit, EUA, formou-se na Universidade do Michigan e doutorou-se em Literatura Inglesa e Norte-Americana na Universidade de Nova Iorque. Deu aulas em Nova Iorque e o seu nome já figurou em várias antologias de ficção policial e crime. 

Recebeu nomeações para inúmeros prémios, incluindo os prémios Edgar, Shirley Jackson, Los Angeles Times e Folio. O romance Tens Coragem? encontra-se a ser adaptado para televisão pelo canal HBO.
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"Picada Mortal" de Rex Stout | Colecção Vampiro | Livros do Brasil

19:00

P.V.P.: 6,93 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 296

Sobre a obra:
Barstow, de cinquenta e oito anos, reitor da Holland University, jogava golfe domingo à tarde no campo do Green Meadow Club e de súbito caiu morto, vítima de ataque cardíaco. Terá sido esta a notícia que Carlo Maffei recortou do jornal no dia em que desapareceu. O detetive privado Nero Wolfe é contratado para o encontrar, mas não tarda muito até que seja a polícia a descobri-lo - morto, apunhalado. E quando Wolfe é presenteado no seu escritório com uma das mais temidas víboras conhecidas pelo homem, a fer-de-lance, o seu jovem assistente Archie Goodwin percebe que estão perigosamente perto da resolução de dois crimes diabolicamente inteligentes. Primeiro caso da longa carreira detetivesca da dupla Wolfe e Goodwin, Picada Mortal foi lançado em 1934 com um êxito estrondoso e afirmou desde logo Rex Stout como um dos nomes mais originais do romance policial americano, permanecendo ainda hoje como obra de referência na história da literatura de mistério.
Sobre autor:
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Imprensa:
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"Os Quatro Cantos do Império" de André Canhoto Costa | Saída de Emergência

17:00

P.V.P.: 14,94 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 272

Sobre a obra:
Depois de fugir aos militares da República em Los Angeles, June e Day chegam a Las Vegas no momento em que algo inesperado acontece: o Elector Primo morre, e o seu filho, Anden, assume o comando da nação. Com a República da América à beira do colapso, os dois unem-se ao grupo de rebeldes conhecidos como Patriotas. Dispostos a ajudar Day a encontrar Eden, o seu irmão mais novo, e a levá-los em segurança até às Colónias, os Patriotas têm apenas uma condição: June e Day devem assassinar o novo Elector Primo.

É-lhes dada a oportunidade de mudar a nação, de finalmente dar voz ao povo, que viveu demasiado tempo amordaçado. No entanto, quando June descobre que o atual Elector Primo não é o ditador que o pai fora, vê-se atormentada pelas suas escolhas. E se Anden significar um novo começo para todos? E se uma revolução for mais do que simplesmente perda e vingança, fúria e sangue? E se os Patriotas estiverem errados?
Sobre autor:
André Canhoto Costa nasceu em Oeiras a 17 de outubro de 1978. Estudou Artes no Liceu de Oeiras, onde frequentou a pequena e confortável biblioteca. Após dois anos no curso de História da Universidade de Évora, regressou a Lisboa para concluir os estudos na FCSH da UNL e o Doutoramento em História Económica no ISEG da UL. Gosta de futebol e de livros.
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"Liquidator" de Andy Mulligan | Editorial Presença

15:00

P.V.P.: 14,31 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 336

Sobre a obra:
A bebida Liquidator é a última sensação. Todos a querem. A empresa que a produz prevê lucros astronómicos .
O lançamento será durante um concerto de rock que promete abalar o mundo.
O único senão? Uma criança inocente está em risco de vida.

Eis que Vicky e os seus colegas de turma entram em ação. Juntos tentam desmascarar a empresa e salvar a criança. Vive com eles uma aventura cheia de perigos e perseguições, em que uma lata de refrigerante é apenas um dos problemas.
Sobre autor:
Andy Mulligan cresceu no Sul de Londres. Trabalhou como encenador durante dez anos até que diversas viagens pela Ásia o inspiraram a tornar-se professor. Deu aulas de inglês e teatro na Grã-Bretanha, Índia, Brasil e Filipinas. Atualmente divide o seu tempo entre Londres e Manila.
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"O Exército Perdido" de Paul Sussman | Bertrand Editora

12:30

P.V.P.: 16,92 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 480
Mergulhando no coração do Egito e nos segredos da arqueologia, este livro promete uma leitura compulsiva ao acompanhar a zoóloga Tara Mullray na sua incursão pelo país, depois de descobrir que o seu pai, um arqueólogo de enorme prestígio, morreu. Entre o mercado negro de antiguidades, o relacionamento com a Embaixada Britânica e a desconfiança de uma ligação com um terrorista, a protagonista tem como cenário o deserto, o Cairo, Luxor e muitas outras localidades que se interligam numa narrativa surpreendente.
Formado em História e com experiência em Arqueologia, em «O Exército Perdido» Paul Sussman arrisca nos meandros históricos e revela uma lenda do mundo antigo.
Sobre a obra:
A zoóloga britânica Tara Mullray vai ao Egito visitar o pai, um arqueólogo de grande prestígio, e descobre com horror que ele morreu alguns dias antes da sua chegada. Nessa altura, um negociante especializado em venda de antiguidades no mercado negro é também encontrado morto junto do Nilo. O seu corpo, ferozmente mutilado, está também coberto de queimaduras de cigarro.
Estes crimes despertam o interesse da Embaixada Britânica e do Serviço de Antiguidades do Egito por o julgarem relacionados com o terrorista Sayf al-Tha'r.
Sobre autor:
Paul Sussman, (1966-2012), autor de vários best-sellers internacionais, era arqueólogo de profissão. Ensinou História na Universidade de Cambridge. Decidiu viajar pelo mundo durante três anos, tendo ganho a vida enquanto descobridor de túmulos, empreiteiro, vendedor de detergentes e ator. Em 1991 regressou a Inglaterra, onde foi um dos fundadores da revista The Big Issue. Desde então trabalhou como jornalista para a secção europeia da CNN, para a Rádio 4 e a GLR (London Live), e para os jornais The Daily Telegraph, The Daily Express, The Evening Standard e The Sunday Herald. Em 1997 foi nomeado o colunista inglês do ano pela Associação dos Editores de Publicações Periódicas.
Os últimos anos da sua vida, passou-o em escavações no Vale dos Reis, onde desempenhou a função de cronista oficial do Projeto de Túmulos Reais Amarna.
Imprensa:
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"O Homem do Castelo Alto" de Philip K. Dick | Relógio D'Água

10:00

P.V.P.: 15,30 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: N/D

Sobre a obra:
América, quinze anos após o final da Segunda Grande Guerra. As potências vencedoras dividiram as suas conquistas: os nazis controlam Nova Iorque e a Califórnia é controlada por Japoneses.
Mas entre estes dois estados confrontados numa guerra fria existe uma zona neutra onde, dizem os rumores, reside o lendário autor Hawthorne Abendsen, que receia pela sua vida, pois escreveu em tempos um livro no qual os aliados venceram a Segunda Grande Guerra.
Sobre autor:
Philip K. Dick nasceu em Chicago, em 1928, e viveu grande parte da sua vida na Califórnia. Após frequentar a Universidade da Califórnia, da qual desistiu, deu início à sua carreira profissional como escritor de numerosos romances, ensaios e colectâneas de contos, todos no género da ficção científica. Em 1963, venceu o prémio Hugo por O Homem do Castelo Alto, ao que se seguiram outras obras, prémios e adaptações cinematográficas. É actualmente considerado um dos mais influentes escritores da segunda metade do século XX, tendo as suas ideias visionárias causado grande impacto na cultura contemporânea. Morreu em 1982, em Santa Ana, Califórnia.
Imprensa:
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Passatempo

Resultado Passatempo Pack - "O Erro" e "O Pacto" de Elle Kennedy | Suma de Letras | Algodão Doce para o Cérebro

18:00

Olá a todos! :-)

Tínhamos para oferta o pack "O Pacto" e "O Erro" de Elle Kennedy, e o livro autografado "Um Novo Amanhã" de Dorothy Koomson.


Este passatempo só foi possível graças ao apoio da Suma de Letras e também do blog Algodão Doce para o Cérebro., muito obrigado!

Muito obrigado a todas as participações.

A vencedora deste passatempo foi:

* Regina Leite - Felgueiras *

Muitos Parabéns!
Quem não ganhou desta vez, não desanime e continuem a participar.
Irão continuar a aparecer novidades!

Cumprimentos a todos e boas leituras!
Clube dos Livros
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"O Samaritano (Série Carter Blake)" de Mason Cross | Topseller

21:00

P.V.P.: 16,91 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 384

Sobre a obra:
Se o seu carro avariar de repente, tenha medo, tenha muito medo…
Elas pensavam que ele queria ajudar… Estavam enganadas.
Após uma noite de tempestade, em Los Angeles, a detetive Jessica Allen é chamada ao local onde houve um deslizamento de terras. O motivo? Uma descoberta macabra: foi encontrado o corpo de uma jovem cujo pescoço foi degolado com um corte invulgar.
No mesmo dia, são descobertos perto daquele local outros dois corpos mutilados de maneira semelhante. A detetive descobre que se trata da obra de um assassino que opera há mais de dez anos, sem nunca ter sido apanhado. É conhecido como o «Samaritano» e captura jovens desamparadas, cujos carros avariaram, deixandoas paradas e sozinhas na estrada.
É então que Carter Blake aparece para oferecer os seus serviços a esta investigação policial. O secretismo em volta das suas verdadeiras intenções leva a detetive a desconfiar dele. Mas quando o Samaritano prossegue com uma escalada de assassínios, os dois terão de se unir para o deter de uma vez por todas…
Sobre autor:
Nasceu em Glasgow, na Escócia, em 1979. Licenciou-se em Línguas e fez uma pós-graduação em Tecnologias de Informação, o que lhe permitiu descobrir que tem muito mais êxito com as palavras do que com os computadores.
Sempre se dedicou à escrita, sendo autor de um número considerável de contos policiais, incluindo A Living, que foi finalista do prémio Quick Reads «Get Britain Reading».
É autor de O Caçador , igualmente publicado pela Topseller, e deste O Samaritano, o seu mais recente thriller, que foi selecionado para o Richard and Judy Book Club.
Imprensa:
«Mason Cross é autêntico e tem a sua própria voz. O seu talento único para criar momentos de tensão eleva a adrenalina quase até ao limite.» 
Daily Mail

«Os leitores vão ficar extasiados.» 
Publishers Weekly
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Novidades

"Inseparável" de Kate Hamer | Clube do Autor

19:00

P.V.P.: 15,30 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 392

Sobre a obra:
Carmel é uma menina que está desaparecida. Mas não sabe que está perdida.

Depois do divórcio, Beth vive um medo constante. Acima de tudo, receia que a filha de oito anos, Carmel, com tendência para se furtar à vigilância maternal, possa desaparecer. Um dia, com efeito, o seu pior receio concretiza-se. Um sábado, numa manhã de nevoeiro, Beth leva a filha a um festival infantil ao ar livre, separam-se por breves instantes e Carmel nunca mais torna a ser vista. Vestindo o casaco vermelho de que tanto gosta e que a transforma ao mesmo tempo numa mancha reconhecível e num alvo fácil de identificar, Carmel acaba por cair nas mãos de um homem que lhe diz ser o avô há muito desaparecido. Não tendo outro remédio senão ficar entregue à sua nova família, a menina apercebe-se, à medida que os dias se transformam em semanas e meses, de que o avô possui um dom muito especial... Destroçada, Beth empreende uma busca desesperada e solitária, nunca perdendo a fé no reencontro. Carmel, por seu turno, empreende também uma estranha e angustiante viagem, que a obriga a recorrer a todo o engenho que a caracteriza desde pequena, a fim de manter sempre na sua mente (e na memória) a imagem da mãe.

Alternando entre a história de Beth e o relato de Carmel, numa prosa apaixonante e que nos deixa em suspenso até ao fim, Inseparável é um romance inesquecível.
Sobre autor:
-
Imprensa:
«Este primeiro romance tem a impetuosidade de um thriller intenso.»
People

«O romance de estreia de Kate Hamer pode ser a narrativa mais original desde que Ian McEwan escreveu A Criança no Tempo... Este livro único e cativante possui uma qualidade quase surreal e característica dos contos de fada.»
Sunday Express

«Este romance integra uma série de primeiras obras de grande qualidade.»
Observer

«Uma estreia espetacular... As trajetórias das duas figuras centrais – através do desespero, da esperança e da redenção – revelam-se credíveis e possuem vários matizes, dando origem a uma leitura moralmente complexa e inesquecível.»
Publishers Weekly

«Um romance que mantém o leitor completamente preso à leitura... e acordado.»
Financial Times

«Contada nas vozes de mãe e filha, que lutam desesperadamente para suportar o sentimento de perda causado pela brusca separação, a história está muito bem escrita, fazendo com que o leitor não consiga pôr o livro de lado até chegar ao fim.»
5 estrelas, Daily Express

«Veementemente recomendado, este romance gira em torna da história do desaparecimento de uma menina de oito anos e das tentativas feitas pela mãe para a encontrar.»
The Guardian
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Novidades

"Viver sem ti" de Jojo Moyes | Porto Editora

17:00

P.V.P.: 15,93 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 408

Sobre a obra:
Como seguir em frente depois de se perder a pessoa amada?
Como construir uma vida que valha a pena ser vivida?

Louisa Clark já não é uma jovem banal a viver uma vida banal. O tempo que passou com Will Traynor transformou-a, sendo agora uma pessoa diferente que tem de enfrentar a vida sem ele. Quando um insólito acidente obriga Lou a regressar a casa dos pais, é impossível não sentir que está de volta ao ponto de partida.
Lou sabe que precisa de um empurrão que a traga de novo à vida. E é assim que acaba por ir parar ao grupo de apoio Seguir em Frente, cujos membros partilham sentimentos, alegrias, frustrações e bolos intragáveis. Serão também eles que a levarão até Sam Fielding - um paramédico que trabalha entre a vida e a morte, e o único homem que talvez seja capaz de a compreender. Mas eis que uma personagem do passado de Will surge de repente e lhe altera todos os planos, lançando-a num futuro muito diferente…. Para Lou Clark, a vida depois de Will Traynor significa reaprender a apaixonar-se, com todos os riscos que isso implica.
Em Viver Sem Ti, Jojo Moyes traz-nos duas famílias, tão reais como a nossa, cujas alegrias e tristezas nos tocarão profundamente ao longo de uma história feita de surpresas.
Sobre autor:
Jojo Moyes nasceu em 1969 e cresceu em Londres. Estudou Jornalismo e foi correspondente do jornal The Independent até 2002, quando publicou o seu primeiro romance, Retrato de Família, e resolveu dedicar-se à escrita a tempo inteiro. Foi uma das poucas autoras a ganhar por duas vezes o prémio Romantic Novel of the Year, primeiro com Foreign Fruit (2003) e com A Última Carta de Amor (2010). Do catálogo da Porto Editora constam já os romances Silver Bay - A Baía do Desejo, Um Violino na Noite, Retrato de Família, A última carta de amor e Viver depois de ti.
Imprensa:
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Novidades

"Surpreendente!" de Maurício Gomyde | Editorial Presença

15:00

P.V.P.: 13,95 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 248
Prémio Identidade Literária / Autor Destaque de 2015
Sobre a obra:
Quando Pedro era adolescente foi-lhe diagnosticada uma doença que o faria perder por completo a visão. No entanto, a doença estagnou de forma inexplicável, permitindo que Pedro se dedicasse ao cinema, a sua grande paixão. Entre mil afazeres (a gestão de um clube de vídeo e os planos para o próximo filme), Pedro tenta fugir aos problemas da vida. Para completar a expectativa de um futuro brilhante conhece Cristal, uma rapariga de cabelos ruivos.
Mas a vida é muito diferente dos filmes e os problemas acabam por surgir. Atormentado por um segredo, Pedro parte com os amigos numa aventura que se desenrola ao sabor da criatividade, com as câmaras a captar todos os momentos, tornando-os eternos. Pedro sabe que esta pode ser a sua última oportunidade para realizar o filme perfeito - e ter a vida que sempre desejou.
Sobre autor:
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Imprensa:
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Novidades

"Santuário" de Andrew Michael Hurley | Bertrand Editora

12:30

P.V.P.: 15,93 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 320
Vencedor do Costa Award para romance de estreia e vencedor do British Book Award

«Uma obra-prima gótica». Assim é considerado o Santuário – The Loney pelo jornal britânico The Guardian. A crítica internacional tem sido unânime ao tecer as melhores apreciações sobre o livro de estreia de Andrew Michael Hurley, que foi vencedor do Costa Award 2015, na categoria de romance de estreia, e do British Book Award 2016, dois prémios literários de grande prestígio e que confirmam a qualidade da sua escrita. A atestá-lo temos ainda autores tão distintos como Stephen King, Adam Thorpe e Jeff VanderMeer a tecerem rasgados elogios a esta obra de ficção.
Brilhantemente escrito, os direitos de Santuário – The Loney foram vendidos para 16 países e ainda à DNA filmes, produtora de Ex Machina e Longe da Multidão.
Tendo como cenário as paisagens da costa do noroeste inglês, terras que o autor bem conhece desde a sua juventude, a obra conduz-nos a uma atmosfera envolvente e espiritualmente aterrorizante onde uma família procura uma solução que lhes permita reencontrar a esperança. Uma história sobre medos e crenças numa estranha associação às dinâmicas familiares.
Sobre a obra:
Dois irmãos. Um, mudo; o outro, o seu protetor.
Todos os anos, a família visita o santuário que fica na desolada faixa de costa conhecida apenas como «Loney», desesperadamente à espera de uma cura.
Durante as longas horas de espera, os rapazes são deixados sozinhos. E não conseguem resistir à passagem que se vislumbra a cada mudança da maré, à velha casa que se ergue ao longe…
Muitos anos mais tarde, Hanny é um homem feito e já não precisa dos cuidados do irmão. Mas depois descobre-se o cadáver de uma criança, morta há muito.
O Loney acaba sempre por dar à costa os seus segredos.
Sobre autor:
Andrew Michael Hurley nasceu em Inglaterra em 1975 e Santuário é o seu livro de estreia. Publicado originalmente em 2014 numa edição limitada de 300 exemplares, os leitores e a crítica fizeram dele um enorme sucesso comercial. Foi-lhe atribuído o Costa Book Award 2015 na categoria de romance de estreia e o British Book Award 2016 nas categorias de melhor livro de estreia e melhor livro do ano.
O autor tinha publicado anteriormente dois livros de contos. Vive no norte de Inglaterra, em Lancashire, onde é professor de Literatura Inglesa e Escrita Criativa.
Imprensa:
«Uma incursão de mestre no reino do terror» 
The Sunday Times
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Novidades

"Capitães da Areia" de Jorge Amado | Leya | Livros RTP

10:00

P.V.P.: 9,00 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 288

Sobre a obra:
Capitães da Areia é o livro de Jorge Amado mais vendido em todo o mundo.
Publicado em 1937, teve a sua primeira edição apreendida e queimada em praça pública pelas autoridades do Estado Novo. De nada adiantou. Quando pôde voltar à cena, Capitães da Areia conquistou o grande público e é ainda hoje um dos maiores sucessos do autor.

Nesta história crua e comovente, Jorge Amado descreve, em páginas carregadas de uma beleza, dramatismo e lirismo poucas vezes igualados na literatura universal, a vida de um grupo de meninos de rua da Bahia, na década de 1930. Divididas entre a inocência da infância e a crueza do universo adulto, as crianças têm de lidar com um quotidiano ao mesmo tempo livre e vulnerável, revelando um desamparo e uma fragilidade que, em muitos aspectos, permanecem actuais.
Prefaciado por José Carlos Vasconcelos
Sobre autor:
Jorge Amado nasceu em Pirangi, Baía, em 1912 e faleceu a 6 de Agosto de 2001. Viveu uma adolescência agitada, primeiro, na Baía, no início dos seus estudos, depois no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito e começou a dedicar-se ao jornalismo. Em 1935 já se tinha estreado como romancista com O País do Carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), seguindo-se Terras do Sem Fim (1943) e S. Jorge dos Ilhéus (1944). Politicamente de esquerda, foi obrigado a emigrar, passando por Buenos Aires, onde escreveu O Cavaleiro da Esperança (1942), biografia de Carlos Prestes, depois pela França, pela União Soviética... regressando entretanto ao Brasil depois de ter estado na Ásia e no Médio Oriente. Em 1951 recebeu o Prémio Estaline, com a designação de "Prémio Internacional da Paz". Os problemas sociais orientam a sua obra, mas o seu talento de escritor afirma-se numa linguagem rica de elementos populares e folclóricos e de grande conteúdo humano, o que vai superar a vertente política. A sua obra tem toques de picaresco, sem perder a essência crítica e a poética. Além das já citadas, referimos, na sua vasta produção: Jubiabá (1935), Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Seara Vermelha (1946), Os Subterrâneos da Liberdade (1952). Mas é com Gabriela, Cravo e Canela (1958), Os Velhos Marinheiros (1961), Os Pastores da Noite (1964) e Dona Flor e os Seus Dois Maridos (1966) em que o romancista põe de parte a faceta politizante inicial e se volta para temas como a infância, a música, o misticismo popular, a turbulência popular e a vagabundagem, numa linguagem de sabor poético, humorista, renovada com recursos da tradição clássica ligados aos processos da novela picaresca. O seu sentimento humano e o amor à terra natal inspiram textos onde é evidente a beleza da paisagem, a tradição cultural e popular, os problemas humanos e sociais - uma infância abandonada e culpada de delitos, o cais com as suas misérias, a vida difícil do negro da cidade, a seca, o cangaço, o trabalhador explorado da cidade e do campo, o "coronelismo" feudal latifundiário perpassam significativamente na obra deste romancista dos maiores do Brasil e dos mais conhecidos no mundo. Fecundo contador de histórias regionais, Jorge Amado definiu-se, um dia, "apenas um baiano romântico, contador de histórias". "Definição justa, pois resume o carácter do romancista voltado para exemplos de atitudes vitais: românticas e sensuais... a que, uma vez por outra, empresta matizes políticos...", como diz Alfredo Bosi em História Concisa da Literatura Brasileira. Foi-lhe atribuído o Prémio Camões em 1994.
Imprensa:
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"O Homem Que Escrevia Azulejos" de Álvaro Laborinho Lúcio | Quetzal Editores

21:00

P.V.P.: 14,94 € 
(à data da publicação deste post)
Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 248
O Homem Que Escrevia Azulejos, segundo romance de Álvaro Laborinho Lúcio, chega às livrarias na sexta-feira, dia 16 de setembro – um retrato sublime do poder, e do poder redentor da arte e do amor.
Depois da sua estreia em ficção com O Chamador (2014) – também publicado pela Quetzal Editores e já na segunda edição –, Álvaro Laborinho Lúcio traz agora um romance que debate e ilumina algumas das grandes ideias do quotidiano contemporâneo, enquanto observa a falência das sociedades em que vivemos.
O Homem Que Escrevia Azulejos conta a história de dois homens (Marcel e Norberto) que atravessam, juntos, todo o tempo de uma vida. Escolheram, para viver, a ficção – e é nela que são clandestinos. A eles se juntam João Francisco e Otília, avô e neta, ambos na busca incessante do sublime, igualmente recusados pela realidade. Um homem que escrevia azulejos – que reencontrou a utopia e gostava da sátira – reparou neles e pintou-os com palavras.
Sobre a obra:
«A Cidade e a Montanha vigiam-se mutuamente, num jogo de espelhos e de contrários, numa geometria de centros e periferias, num enredo de poderes e de ocultações, onde muitas são as maneiras de viver a clandestinidade e muitas são as clandestinidades: escondidas, distantes; umas, vividas; outras, à vista de todos.
Dois homens, Marcel e Norberto, atravessam, juntos, todo o tempo de uma vida. Escolheram, para viver, a ficção, e é nela que são clandestinos. Com eles vêm encontrar-se João Francisco e Otília. Ele, violinista e professor de música, ela, a sua jovem neta, ambos na busca incessante do sublime, também eles recusados pela realidade.
Um homem que escrevia azulejos – que reencontrou a utopia e gostava da sátira – reparou neles e pintou-os com palavras.
O Homem Que Escrevia Azulejos, de Álvaro Laborinho Lúcio, debate e ilumina-se das grandes ideias da modernidade, enquanto observa, não sem algum detalhe pícaro, a falência das sociedades em que vivemos. Um romance culto e empenhado sobre o poder, e o poder redentor da arte e do amor.»
Sobre autor:
Álvaro Laborinho Lúcio, mestre em Ciências Jurídico-Civilísticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e magistrado de carreira, é juiz conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça. De Janeiro de 1990 a Abril de 1996 exerceu, sucessivamente, as funções de secretário de Estado da Administração Judiciária, ministro da Justiça e deputado à Assembleia da República. Entre Março de 2003 e Março de 2006, ocupou o cargo de ministro da República para a Região Autónoma dos Açores. Com intensa actividade cívica, é membro dirigente de várias associações, entre as quais se destacam a APAV e a CRESCER-SER, das quais é sócio fundador. Com artigos publicados e inúmeras palestras proferidas sobre temas ligados, entre outros, à justiça, ao direito, à educação, aos direitos humanos e à cidadania em geral, é autor de livros como A Justiça e os Justos, Palácio da Justiça, Educação, Arte e Cidadania, O Julgamento – Uma Narrativa Crítica da Justiça – e, em co-autoria, Levante-se o Véu. Agraciado pelo rei de Espanha com a Grã-Cruz da Ordem de São Raimundo de Peñaforte, e pelo presidente da República Portuguesa com a Grã- Cruz da Ordem de Cristo, é membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa, exercendo, actualmente, as funções de presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho
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