Contraponto | "As Marias" de António Raminhos

16:00

P.V.P.: 13,95 € 
(à data da publicação deste post)
Nº de Páginas: 192

O manual essencial para quem é, para quem quer ser e para quem não quer ser pai.

Sobre a obra:
Este é o melhor livro de parentalidade do mundo, e quiçá de Mafra. Aprenda a conceber uma menina, a lidar com raparigas e com a sua mulher. Saiba como mudar fraldas, escolher fantasias baratas para o Carnaval e prendas especiais para o Natal, ou como fazer sexo sem os filhos notarem. Fique a dominar temas como: as festas de aniversário, a hora de dormir, as perguntas inconvenientes, os fins de semana em família, a hora da refeição, a maquilhagem e os namorados das meninas, a idade dos porquês, os piolhos, os livros infantis, os trabalhos de casa e a água do cu lavado. 


Pelo meio, vai ficar a saber que António Raminhos é meio cigano - o que explica muita coisa, como o facto de estar a criar uma grande prole -, ou que é obsessivo compulsivo, o que faz com que urine sentado, mas à homem!, o que significa fazê-lo a gritar: "Ahahhhhhhhhh." Diz que é mais higiénico. Porém, As Marias não é um livro apenas para quem é ou quer ser pai, nem para quem não é ou não quer ser. Este manual imprescindível oferece também uma viagem aos dramas e peripécias pelos quais todos passámos na infância, na adolescência e, se for caso disso, na vida conjugal. 

E essa maravilhosa dádiva chega-nos da forma muito peculiar a que - na rádio, na televisão ou na Internet - já nos habituou António Raminhos, um dos mais reconhecidos e acarinhados humoristas portugueses da atualidade.


Sobre autor:
António Raminhos nasceu em 1980 (um ano bissexto, que começou numa terça-feira e acabou numa quarta), para grande infelicidade dos seus pais. Nesse mesmo ano, o Sporting foi campeão nacional e José Cid venceu o Festival da Canção. Há quem diga, todavia, que o nascimento do pequeno António terá constituído uma forma de compensação divina pelas perdas, nesse mesmo ano, de génios como Jean-Paul Sartre, Alfred Hitchcock, Vinicius de Moraes ou John Lennon. Passados 37 anos, essa teoria continua por provar.
Profissionalmente, começou muito mal, aspirando à pobreza, dado que foi jornalista (no jornal A Capital e na RTP). Quando se viu desempregado, decidiu experimentar o humor. Subiu pela primeira vez a um palco em 2006 e, vá-se lá saber porquê, as pessoas gostaram. Desde então, nunca mais parou de tentar ter graça. Foi cronista da Maxmen, celebrizou-se em programas de televisão como 5 para a meia-noite ou Dança com as estrelas e criou um talk-show de grande sucesso na Internet, intitulado Banheira das Vaidades. Recentemente, tornou-se uma das vozes do Café da Manhã da RFM, com a rubrica “As Marias”. O espetáculo com o mesmo nome esgotou salas em todo o país e agora surge o livro homónimo, que é mesmo espetacular. Apesar de todos estes feitos mais ou menos impressionantes, o melhor que fez na vida foi ter conquistado a mulher, Catarina, e com ela concebido – segundo consta – as suas lindas três marias: Maria Rita, Maria Inês e Maria Leonor.

Imprensa:
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