Cavalo de Ferro | "A Revolta dos Anjos" de Anatole France

17:30

P.V.P.: 14,38 € 
(à data da publicação deste post)
Nº de Páginas: 240

Distinguido com o Prémio Nobel de Literatura em 1921, Anatole France é um dos mais importantes escritores franceses da segunda metade do séc. XIX e inícios do séc. XX. A Revolta dos Anjos é o seu último e bem-humorado romance. Numa crise de fé, os anjos descem à terra e preparam uma revolta contra o poder divino.

Sobre a obra:
Algo de misterioso e inexplicável acontece durante a noite na biblioteca da família d’Esparvieu. O padre Sariette, responsável por zelar pelos mais de trezentos e sessenta mil valiosos volumes que a compõem, encontra-a de manhã cedo sempre em total desordem: prateleiras vazias, livros espalhados ou amontoados sem critério, raros in-fólios abertos de par em par, com as suas folhas dobradas.


Por esta mesma altura, o jovem Maurício d’Esparvieu, herdeiro da família, tem um encontro surpreendente com Arcádio, o seu anjo-da-guarda. Aborrecido com a sua monótona vida de anjo e decidido a examinar os fundamentos da fé, Arcádio passou os últimos meses embrenhado em leituras, pondo a saque a famosa biblioteca da família. Resultado de tanto estudo: Arcádio já não mais acredita que Deus é o Bem supremo. Pelo contrário, considera-o um tirano usurpador e pretende incitar os anjos a uma nova guerra pelo poder celestial. Está em curso uma Revolta dos Anjos! Contudo, Arcádio descobre igualmente os prazeres da vida terrena e boémia de Paris...

Retrato mordaz e divertido de uma sociedade conservadora, crítica velada contra a violência e todas as formas de poder instituído, A Revolta dos Anjos, último romance escrito por Anatole France, é considerado uma obra-prima intemporal da literatura, agora novamente disponível para o leitor português.

Sobre autor:
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1921

Escritor francês, pseudónimo de Jacques Anatole François Thibault, nascido em 1844, em Paris, e falecido a 12 de outubro de 1924, em Tours, laureado com o Prémio Nobel em 1921. Foi durante catorze anos bibliotecário assistente no Senado Francês. Em 1896 foi eleito membro da Academia Francesa. 
Publicou a sua primeira coletânea de poemas, Les Poémes Dorés, em 1873. Le Crime de Silvestre Bonnard foi a sua primeira novela publicada.
É autor dos romances históricos Thaïs (1891) e Les dieux ont soif (Os Deuses têm Sede, 1912). Em Histoire contemporaine (História Contemporânea, 1897-1901) satiriza a mediocridade e a intolerância de uma certa sociedade francesa. 

Imprensa:
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