Editorial Presença | "A Árvore das Mentiras" de Frances Hardinge

17:20

P.V.P.: 15,21 € 
(à data da publicação deste post)
Nº de Páginas: 368

Obra vencedora do Costa Book of The Year Award 2015, com direitos vendidos para 10 países. Um livro de mistério e suspense, dirigido aos jovens, com grande qualidade que prende até ao final.

Sobre a obra:
As folhas eram frias e ligeiramente pegajosas. Não havia engano possível: Faith tinha -as visto meticulosamente reproduzidas no diário do pai. Estava diante da árvore das mentiras, que fora o maior segredo do reverendo , que fora o seu tesouro e a sua maldição. E agora a planta era dela, e a viagem que o pai não chegara a fazer poderia ser feita pela filha.

Quando o pai de Faith morre, em circunstâncias misteriosas, ela decide investigar, para descobrir a verdade que se esconde por trás das mentiras. Procurando pistas entre os seus pertences, descobre uma estranha árvore , que se alimenta de mentiras sussurradas e dá um fruto que revela segredos ocultos.
Mas, quando perde o controlo das falsidades que põe a circular, Faith percebe que, se a mentira seduz, a verdade estilhaça.

Sobre autor:
Frances Hardinge nasceu em Kent, Inglaterra, e sempre gostou de histórias sombrias. Estudou em Oxford, onde venceu um concurso literário promovido por uma revista. Mas foi depois, com o livro A Rapariga que sabia ler, já publicado pela Presença, que ganhou notoriedade. A Árvore das Mentiras consolidou o seu sucesso como autora e trouxe-lhe uma distinção literária de grande prestígio, o Prémio Costa para Melhor Livro do Ano em 2015. Os direitos desta obra estão vendidos para mais de 10 países.

Imprensa:
«A Árvore das Mentiras é brilhante, entusiasmante, sombrio e completamente original. Toda a gente devia ler Frances Hardinge.»
Patrick Ness

«Divertido e provocador, este romance rico e profuso consegue o melhor da boa ficção histórica: dar nova luz ao mundo.»
The Guardian

«Tematicamente rico, estilisticamente impressionante, absolutamente inesquecível.»
Kirkus

«A escrita de Frances Hardinge mostra-se no seu melhor neste romance - irónica, melancólica e cheia de um humor negro.»
Publishers Weekly

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