Bertrand Editora | "Portugal Visto pela CIA" de Eric Frattini e Luís Naves

11:00

P.V.P.: 15,93 € 
(à data da publicação deste post)
Nº de Páginas: 248

«Na segunda metade do século XX, os EUA viveram na obsessão do combate contra o comunismo, e a URSS da luta antifascista. Portugal ficou do lado americano, mas o regime ditatorial de Salazar parecia ser um aliado de pouca confiança que, no grande esquema da Guerra Fria, conseguia até ser embaraçoso e fácil de criticar pelo outro lado. O trunfo português era a posição estratégica da Base das Lajes, nos Açores, fundamental para socorrer os europeus, em caso de ataque das forças soviéticas.»

Sobre a obra:
Nesta recolha e análise de documentos inéditos ou só recentemente divulgados pela CIA, abrangendo quatro décadas (até meados dos anos 1980), ficamos a saber pela primeira vez como evoluiu o olhar dos Estados Unidos da América — elite governante e agências de espionagem — sobre Portugal, como foram interpretados os momentos cruciais da nossa História no século XX e como os EUA influenciaram de forma concreta a vida no nosso país durante o Estado Novo, a Guerra Colonial, a Revolução dos Cravos e a formação da Segunda República. 

Na história desta complexa relação entre um velho império e uma jovem superpotência foram cometidos erros e deram-se episódios surpreendentes de má avaliação, mas o mosaico formado por estes documentos permite-nos conhecer um país conservador, resistente à mudança, por vezes caótico e sempre suscetível a grandezas e delírios poéticos. Trata-se de uma radiografia da sociedade portuguesa que mais nenhuma organização podia ter feito, única pelo seu posicionamento e relevante pelo impacto real que teve.

Sobre autor:
Luís Naves foi jornalista do Diário de Notícias, repórter no terreno e atualmente é jornalista freelancer. É autor de contos, crónicas e ficção e um observador atento da atualidade política portuguesa.

Eric Frattini foi correspondente no Médio Oriente e residiu em Beirute e Jerusalém. É autor de mais de uma vintena de livros, entre os quais Mossad: Os Carrascos do Kidon. Em 2013, recebeu o II Prémio Nacional de Investigação Jornalística (Itália) pela sua investigação do caso Vatileaks e o Prémio Anual Strillaerischia pelo seu trabalho como correspondente no Afeganistão.

Imprensa:
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