Cavalo de Ferro | "O Galo de Ouro" de Juan Rulfo

09:30

P.V.P.: 13,49 € 
(à data da publicação deste post)
Nº de Páginas: 160


Sobre a obra:
Numa célebre noite de luta de galos, a sorte e o destino de Dionisio Pinzón mudam. Ao decidir salvar um galo dourado moribundo, Dionisio, de camponês pobre e miserável tornar-se-á um homem rico, conseguindo atrair para os seus braços La Caponera, mulher sensual e fascinante, objecto do desejo de todos. Contudo, Dionísio descobrirá que a vida dos homens não é muito diferente do destino dos galos de combate: pode-se vencer sucessivas lutas, mas, também, perder tudo num único revés.



Depois do êxito de A Planície em Chamas e Pedro Páramo, Juan Rulfo foi convidado a colaborar na nova vaga do cinema mexicano.
Desse projeto, nasce a novela O Galo de Ouro, escrita entre 1956 e 1958, mas só publicada em 1980, texto admirável que retrata a vertigem do jogo, da sorte e do amor.

Organizada pela Fundação Juan Rulfo, esta é a edição mais recente, completa e rigorosa de O Galo de Ouro, com fixação do texto corrigida e mais fiel ao estilo do escritor mexicano, que nunca chegou a revê-lo, embora tenha autorizado a sua publicação. 

O volume é enriquecido com vários textos introdutórios, incluindo ainda um inédito de Juan Rulfo, a sinopse de O Galo de Ouro que escreveu para a produção do filme, e uma nova transcrição de A Fórmula Secreta, outra colaboração sua com o cinema.

Sobre autor:
Juan Rulfo (1918-1986), escritor mexicano, é sem dúvida um dos maiores nomes da literatura mundial. Com apenas uma novela e um livro de contos publicados, "Pedro Páramo" e "El Llano em Llamas" (A Planície em Chamas), foi um dos escritores que mais contribuíram para a renovação da literatura hispano-americana, merecendo o elogio e a admiração de escritores como Jorge Luís Borges, que lhe dedicou um capítulo na sua famosa "Biblioteca Pessoal", ou Júlio Cortázar, entre outros.

Imprensa:
«[Juan Rulfo] Deu-nos uma imagem — não uma descrição — da nossa paisagem. As suas intuições e obsessões pessoais incarnaram-se na pedra e na poeira. A sua visão deste mundo é, na realidade, a visão de outro mundo.»
Octávio Paz, Prémio Nobel de Literatura

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