Livros do Brasil | "O Impostor" de E. Phillips Oppenheim | Colecção Vampiro

20:30

P.V.P.: 6,93 € 
(à data da publicação deste post)
Nº de Páginas: 312


Sobre a obra:
Sir Everard Dominey, aristocrata caído em desgraça, regressa das suas deambulações pela África Oriental de ocupação alemã como um homem redimido. Portador de uma elegância e de uma assertividade espantosas para os que o haviam conhecido, Dominey parece decidido a retomar o lugar na alta sociedade britânica, mas também na própria casa, de onde fora banido com ameaças de morte pela sua mulher enlouquecida.



Mas será aquele de facto Everard Dominey - ou antes o espião alemão Leopold von Ragastein, colega de Dominey em Eton e Oxford e a quem todos apontavam fortes semelhanças físicas ao britânico? Os dois ter-se-ão encontrado em África e um deles voltou. Resta saber qual e com que intenções.

Obra de intriga e suspense, tendo como pano de fundo o mundo da alta sociedade britânica nos dias que antecederam a Primeira Guerra Mundial, O Impostor foi uma das mais famosas histórias de espionagem escritas no início do século xx, assinada por aquele que foi um dos grandes precursores do género, E. Phillips Oppenheim.

Sobre autor:
Edward Phillips Oppenheim nasceu em Londres a 22 de outubro de 1866. Cedo trocou os estudos pelo trabalho no comércio de peles, negócio de família a que se dedicou durante mais de vinte anos. Começou a escrever nas horas vagas e em 1887 publicou o seu primeiro romance, Expiation. Quando, na viragem do século, vendeu a empresa para se entregar exclusivamente à escrita, era já um reputado autor de histórias de mistério, com cerca de trinta obras publicadas. Entre romances, volumes de contos e peças de teatro, Oppenheim escreveu ao longo da sua carreira mais de 150 livros, povoados por personagens sofisticadas, espiões aventureiros e nobres impetuosos. Os meandros da diplomacia e da política internacional estiveram no centro de algumas das suas obras mais importantes, destacando-se O Impostor como o seu título mais famoso, publicado pela primeira vez em 1920 e largamente adaptado ao cinema. «Príncipe dos Contadores de Histórias», como veio a ser apelidado, Oppenheim faleceu na sua casa na ilha de Guernsey, a 3 de fevereiro de 1946.

Imprensa:
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