Topseller | "Maria da Fonte: A Rainha do Povo A Rainha do Povo" de Maria João Fialho Gouveia

15:30

P.V.P.: 15,92 € 
(à data da publicação deste post)
Nº de Páginas: 304


Sobre a obra:
Dos pais, José Fialho Gouveia e Maria Helena, herdou o dom da palavra e o jeito para a escrita. Sempre a fervilhar com ideias para livros, Maria João Fialho Gouveia concretizou em 2013 o seu primeiro projeto, colocando todo o seu amor num livro dedicado ao seu pai: Fialho Gouveia: Biografia Sentimental .
Ainda em 2013, entregou a sua paixão por História às páginas de D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia, o seu primeiro romance histórico, muito bem recebido pela crítica e leitores amantes do género – já na 3.ª edição. Seguiu-se As Lágrimas da Princesa, romance que conta a pouco conhecida história de Aldegundes de Bragança, a quinta filha do rei D. Miguel, tia de D. Duarte Nuno de Bragança, pai do atual pretendente à Coroa portuguesa. Em outubro de 2016 chegou às livrarias Inês , um romance maravilhosamente bem escrito sobre um amor maior do que a vida, e já em abril deste ano os leitores foram presenteados com um romance entre espiões na Segunda Guerra Mundial, a primeira experiência da escritora com personagens e eventos ficcionados, num ambiente histórico real, com Sob os Céus do Estoril .
Agora dá vida e voz às lutas e amores ilegítimos de uma mulher corajosa: Maria da Fonte.



Após as Guerras Liberais que assolaram Portugal durante o século XIX, as decisões do governo de Costa Cabral não são bem recebidas. Os impostos aumentam, as liberdades do povo são atacadas e a Igreja é o próximo alvo. Atenta aos gritos de revolta do seu povo, que também são os seus, e às ideias miguelistas dos seus senhores, está a jovem Maria Angelina.
Despedida por se ter deixado apaixonar, Maria regressa à sua aldeia da freguesia de Fontarcada, na Póvoa de Lanhoso, jurando viver por si, sem ninguém a cortar-lhe as asas. Os ideais, no entanto, não desaparecem, e, quando o governo proíbe o povo de enterrar os mortos nas igrejas, Maria decide tomar medidas. Lideradas por ela e munidas das armas possíveis, como as ferramentas de trabalhar a terra, as mulheres do Minho fazem justiça pelas próprias mãos. Maria de Fontarcada torna-se Maria da Fonte e ganha os contornos de uma líder popular.
Conforme a revolta vai grassando pelo país, forçando o governo a ser demitido e o exército a entrar em cena, Maria da Fonte transforma-se num mito, surpreendendo até aqueles que com ela privavam. Esta é a história desse mito. E da mulher que está na sua origem.

Sobre autor:
Nasceu em Lisboa a 14 de Novembro de 1961, mas aos dois dias de idade já vivia no Estoril, onde cresceu e estudou. Cursou Comunicação Social na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e mais tarde Línguas, sendo diplomada pela Universidade de Cambridge. Rendida ao apelo da História, porém, regressou anos mais tarde aos bancos da Universidade Aberta, para estudar a disciplina que sempre a encantara.
Começou a sua carreira jornalística aos 18 anos, passando por todas as áreas da comunicação, da imprensa escrita à televisão.
Entretanto, experimentou a docência, lecionando Inglês no ensino básico. Neta de professora, cedo descobriu o gosto pela leitura e pela escrita, sendo apanhada frequentemente pela avó a ler à luz da lanterna, debaixo dos lençóis.

Imprensa:
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