"Memórias em Tempo de Amnésia - Volume III" de Álvaro de Vasconcelos | Edições Afrontamento


Memórias em Tempo de Amnésia - Volume III


Sobre livro:
No terceiro volume da sua trilogia Memórias em Tempo de Amnésia, Álvaro Vasconcelos interroga-se – e interroga-nos – sobre se o principal risco que a humanidade corre não será o de deixar de pensar, contaminada pelo vírus da banalidade do mal, manipulada pelos algoritmos e a Inteligência Artificial na posse de uma oligarquia tecnofinanceira ao serviço do brutalismo.

Para encontrar o antídoto, Álvaro Vasconcelos percorre o mundo em que viveu nos anos que se seguiram ao 25 de Abril, de Lisboa a Pequim, passando pelo Cairo, por Jerusalém e por Moscovo, Nova Iorque, Rio de Janeiro, e por tantos outros recantos, terminando no regresso à Beira, em Moçambique. Alertando-nos para o terror do esquecimento do fascismo, dos mil sois que destruíram Hiroshima, e para a banalidade do mal colonial.

Peregrinação pela memória dos acontecimentos, grandes e pequenos, que permitiram que a revolução de Abril triunfasse e se transformasse num regime de liberdade; de muitas palavras, ditas nas línguas e sotaques do Mundo, como as de Gorbachev numa varanda de Belém, iluminando o caminho para travar a catástrofe. Essa viagem é também a de um autor maravilhado pelo cinema e por como ele nos ajuda a pensar a nossa humanidade comum.

Sobre autor:
Álvaro Manuel Ribeiro Garcia de Vasconcelos nasceu no Porto em 1944. É o fundador do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais de Lisboa (IEEI), do qual é, desde a fundação (1981), diretor do conselho gestor e diretor geral.
Atuou como conselheiro especial de Defesa e Relações Internas para o governo português e tem numerosas publicações sobre política internacional e europeia. É o autor e coeditor de diversos livros e artigos, notoriamente nas áreas de política de segurança e ordem mundial. Dentre as publicações estão Portugal: A European Story, La PESC: Ouvrir l'Europe au Monde, The European Union, Mercosul and the New World Order e A European Strategy for the

Imprensa:
«É, de facto, um epitáfio ao Império Português (…) do ponto de vista do ensaísmo, o meu paralelo é com Eduardo Lourenço, do Colonialismo como Nosso Impensado».
Margarida Calafate Ribeiro (Investigadora-coordenadora, Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra)

«Este livro é um valioso testemunho de quem viveu a realidade dura e crua da governação colonial e fascista em Moçambique».
Mia Couto (escritor)

«Esse livro pode ser visto como um marco inaugural na literatura contracolonial, de uma outra visão do colonialismo português».
Rita Chaves (Professora, Universidade de São Paulo)

«Refutando as armadilhas da nostalgia, Álvaro Vasconcelos oferece uma riquíssima reflexão de cidadania e de consciência histórica perante as gerações futuras».
Sheila Khan (Investigadora, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho)

«São precisos mais mil livros como o de Álvaro Vasconcelos (…) Porque não é sobre o passado. É sobre nós, agora, num sistema sempre racista e abusador».
Valter Hugo Mãe (Escritor)

«Álvaro Vasconcelos mostra o que a micro-história individual das nossas famílias pode trazer-nos: inferências sobre aquilo que é a história coletiva do colonialismo e do Império».
Vítor Barros (Investigador, Instituto de História Contemporânea, NOVA FCSH)

«Uma viagem muito importante pelos anos 60. a juventude enquanto ator político e o prazer de viver a liberdade: um hino à juventude e à felicidade. Este livro é um ato cívico do dever de memória».
David…

Enviar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem