Topseller | "Quando a Luz se Apaga" de Nick Clark Windo

junho 11, 2018

16,91 € |384 pág


Sobre livro:
Bem-vindo ao incrível mundo do Feed!

Com apenas um pequeno chip, implantado no cérebro dos bebés ainda antes de nascerem, todos os problemas da sociedade podem ser resolvidos. Crimes violentos? Fraude? Impossível, tudo o que vemos é registado no Feed. Desaparecimentos? Faltas? Já não existem, o Feed põe-nos a todos em contacto. Esquecimentos? Distrações? Coisa do passado, o Feed não se esquece de nada.

Até ao dia em que o Feed é desligado.


Nesse dia, o Presidente dos Estados Unidos é assassinado, em direto, para todo o mundo. Pouco depois, o Feed cai. Já não há livros. Já ninguém tem computadores. Já ninguém se lembra, sequer, de como consertar as coisas mais simples. Toda a informação estava guardada no Feed. Sem ele, a civilização desaba.

E tu, quem serás sem o Feed?

Desesperados por reconstruírem alguma forma de subsistência, os grupos de sobreviventes espalham-se, desconfiados uns dos outros, paranoicos e sem rumo. Conseguirão reerguer a Humanidade?

Combinando a atmosfera distópica de Walking Dead com o potencial destrutivo da tecnologia de Black Mirror, Nick Clark Windo apresenta-nos todo um novo mundo. 
Ao retirar tudo às suas personagens, tira completamente o fôlego ao leitor.

Sobre autor:
Nick Clark Windo é um escritor britânico que estudou Literatura Inglesa na Universidade de Cambridge e, mais tarde, Teatro na Royal
Academy of Dramatic Arts. Para além da escrita, é produtor de cinema e coach de comunicação.
Quando a Luz Se Apaga é o seu primeiro romance, e vai ser adaptado para série pela Virgin e pela Amazon com o título original, The Feed.

Imprensa:
«Um livro inteligente e original. Um thriller tenso envolto num pesadelo distópico assustadoramente plausível, com um twist inesperado que fará a sua cabeça explodir!»
C. J. Tudor

«Facilmente um dos melhores e mais perturbadores romances do ano, com reminiscências de Cormac McCarthy, Phillip K. Dick e do 1984 de Orwell.»
Starburst Magazine

«Aterrorizador e brilhantemente plausível.»
The Guardian

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