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Quetzal Editores | "O Solilóquio do Rei Leopoldo" de Mark Twain

outubro 15, 2018

12,96 € | 128 pág


Sobre livro:
O Solilóquio do Rei Leopoldo é um pequeno livro publicado em 1905 por Mark Twain. Trata-se de um texto de sátira política, um monólogo do rei Leopoldo II, da Bélgica, que discursa para se defender das acusações de atrocidades cometidas entre 1885 e 1908 no chamado «Estado Livre do Congo», um grande território cuja administração foi exercida pessoalmente pelo rei belga - e não pela Coroa ou pelo Estado. Leopoldo II submeteu a população local a condições de vida e de trabalho degradantes e a uma repressão violenta e desumana, com o objetivo de aumentar os lucros da extração de diamantes, borracha e marfim. A partir de 1900 começaram a surgir denúncias sobre os crimes e o horror vividos no Estado Livre do Congo - e em 1899 é publicado O Coração das Trevas, de Joseph Conrad, um retrato desse universo pavoroso. 

Em 1904, Roger Casement (a personagem de O Sonho do Celta, de Mario Vargas Llosa), cônsul britânico no Congo, elabora um relatório sobre as atrocidades e a desumanidade da administração do rei Leopoldo - que levaria o Parlamento belga a anexar o território, retirando-o ao rei. E, nos Estados Unidos da América, Mark Twain associa-se a uma campanha internacional contra Leopoldo II. Por isso, o seu texto não é apenas um panfleto político: é também uma denúncia vigorosa, sarcástica e burlesca do colonialismo e do racismo.

Sobre autor:
Pseudónimo de Samuel Langhorne Clemens, escritor norte-americano nascido em 1835, na Florida. Quando tinha 4 anos a família mudou-se para Hannibal, na margem do Rio Mississípi. O pai de Twain morreu em 1847 e ele tornou-se aprendiz de impressor (1847-55). Entre 1853-54 viajou pelos diversos estados, trabalhando como impressor. Após uma breve viagem ao Brasil, tornou-se piloto fluvial no Mississípi (1857-61). Nessa época adotou o pseudónimo de Mark Twain, que na linguagem de verificação da profundidade dos rios significa "duas marcas" na sonda. Foi jornalista e conquistou a atenção do público com o conto The Celebrated Jumping Frog of Calaveras County, publicado em 1865 num jornal e depois editado em livro com outros ensaios (1867). Em 1867 Twain visitou a França, a Itália e a Palestina, recolhendo material para o seu livro The Innocents Abroad (1869), que estabeleceu a sua reputação de humorista. Twain casou em 1870 e fixou-se em Hartford, Connecticut. Dois anos depois publicou Roughing It, e em 1873 The Gilded Age. Em 1876 foi publicada a primeira das suas grandes obras, The Adventures of Tom Sawyer, romance baseado nas experiências da adolescência do autor no Rio Mississípi. No seu livro seguinte, A Tramp Abroad(1880) o autor revisitou a Europa, regressando ao seu território com Life on the Mississippi. A obra-prima da carreira literária de Twain, The Adventures of Huckleberry Finn, foi publicada em 1884. O livro, que à semelhança de Tom Sawyer parecia um livro para jovens, constituía na realidade uma fábula da América urbana e industrial que na época de Twain ameaçava o sonho de liberdade junto da natureza. Huck representava muitas das aspirações da sociedade americana, com as quais o público facilmente se identificou. O romance estabeleceu definitivamente Twain como um dos grandes humoristas da literatura mundial. Entretanto foram publicadas outras obras do autor: A Connecticut Yankee in King Arthur's Court (1889), The Tragedy of Pudd'nhead Wilson (1894) e Personal Recollections of Joan of Arc (1896). A década de 1890 foi marcada por dificuldades financeiras e nos últimos anos de vida o gosto de Twain pela caricatura burlesca deu lugar a um pessimismo satírico. A dimensão irónica do mundo e em particular do sonho americano revelaram a nova paisagem americana em toda a sua materialidade. Twain morreu em Abril de 1910. A sensibilidade do escritor, dividida na transição da América para a era industrial, influenciou particularmente William Dean Howells, amigo próximo de Twain.

Imprensa:
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Alma dos Livro | "Pensamentos Sobre a vida, a arte e a ciência" de Leonardo da Vinci

outubro 12, 2018

13,46 € | 200 pág


Sobre livro:
De tempos a tempos, o Céu envia-nos alguém que não é apenas humano, mas também divino. De modo que, através do seu espírito e da superioridade da sua inteligência, possamos a atingir o Céu.

Giorgio Vasari. Nesta obra, Pensamentos sobre a arte, a ciência e a vida, reúne-se uma coleção única e fascinante dos melhores escritos do grande génio do Renascimento, cobrindo todos os manuscritos disponíveis da obra de Leonardo da Vinci, e apresentando a sua visão a respeito do homem e do mundo. Cinco séculos depois da sua morte, a sua obra permanece viva e continua a despertar o interesse de milhões de pessoas. Aqui estão destilados os pensamentos e as ideias essenciais de Leonardo, num único volume de leitura acessível e apaixonante. Leonardo é frequentemente descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pelas suas capacidades. 

A profundidade e o alcance dos seus interesses são notáveis, e a sua mente e a sua personalidade parecem quase sobre-humanas para o comum dos mortais. Com o olhar de artista e a curiosidade de cientista, ele registou nos textos deste livro as suas observações sobre o mundo em que vivia e o essencial das reflexões da sua mente brilhante.

Sobre autor:
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Imprensa:
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Oficina do Livro | "Carga" de Vasco Cortese

outubro 12, 2018

14,31 € | 192 pág


Sobre livro:
Viktoriya saiu de Moscovo julgando que ia ser modelo em Londres. Mas desembarca em Portugal e é aprisionada pela máfia russa para ser vendida como prostituta. António é um camionista que, para sustentar a família, colabora com o grupo criminoso. Transporta mulheres enganadas através da Europa e entrega a carga humana a Viktor, o líder do gangue, cujo passado secreto esconde mais do que o tráfico de pessoas a que se dedicou depois de sair da Rússia, durante a Guerra das Máfias, nos anos 90. 

Saltando entre o ponto de vista das mulheres abusadas e um olhar pormenorizado sobre as práticas da máfia russa, Carga retrata uma realidade desumana que, apesar de tão próxima de todos nós, permanece oculta nos meandros do submundo. 

Todos os anos milhares de pessoas são escravizadas, fazendo do tráfico humano um dos negócios mais rentáveis e sórdidos do planeta. Esta é a história das vítimas e dos seus captores. Uma viagem ao mundo obscuro da corrupção, do sexo, do crime e de uma violência que não conhece limites. Um relato de sobrevivência quando tudo parece perdido.

Sobre autor:
Vasco Cortese nasceu em 1972, em Portugal, filho de uma portuguesa e de um brasileiro. 
Viveu parte da sua vida na América do Norte e do Sul, onde trabalhou como militar, empregado de mesa, taxista, segurança privado e tradutor ocasional.

Imprensa:
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Edições ASA | "Abandonada por Amor" de Roxanne Veletzos

outubro 12, 2018

15,26 € | 352 pág


Sobre livro:
Numa noite gélida, uma menina judia chora. 
Está sozinha, sentada à porta de um prédio de Bucareste. 
Chama-se Natalia e foi abandonada.

Estamos em janeiro de 1941. A Roménia alia-se aos Nazis e a população judia é alvo de uma perseguição sem tréguas. 

 A menina é levada para um orfanato, onde deixa de falar. Até ao dia em que é adotada por um casal abastado e, pouco a pouco, desperta para a sua nova vida. As memórias dos pais vão-se esbatendo. O destino deles é uma incógnita. Esses corajosos pais, que tomaram a mais dilacerante das decisões ao abandoná-la como única maneira de apagar a sua identidade… 

Anos depois, Natalia apaixona-se. E também esse amor será levado ao limite. Victor ama-a a ponto de - também ele… - abdicar dela para a salvar. Pois os vestígios das verdadeiras origens de Natalia teimam em não morrer... e levam a uma descoberta que poderá alterar o seu destino para sempre. 

A autora baseou o seu romance nas experiências da mãe, que foi abandonada pelos pais biológicos durante a II Guerra Mundial.

Sobre autor:
Roxanne Veletzos nasceu em Bucareste, na Roménia, tendo ido viver para a Califórnia durante a adolescência. 
Desde cedo que começou a escrever contos sobre a sua vida na Europa de Leste, um tema que a apaixona. 
Licenciou-se em Jornalismo e trabalhou como editora, criadora de conteúdos e gestora de Marketing. 
Desde 2012 que se dedica à ficção histórica e contemporânea. 
Abandonada por Amor é o seu romance de estreia.

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Editorial Presença | "Engenhos Mortíferos" de Philip Reeve

outubro 12, 2018

15,21 € | 264 pág


Sobre livro:
Numa época pós-apocalíptica, os seres humanos abandonaram há muito a vida à superfície da Terra para escaparem às doenças e à radioatividade. As cidades, desde as grandes metrópoles às mais pequenas, passaram a mover-se sobre engenhos de tração e, para sobreviverem, converteram-se em predadoras lutando umas contra as outras, segundo o Darwinismo Municipal. 

As maiores vão consumindo as mais pequenas, e os habitantes destas são escravizados ou mortos. Londres é uma das metrópoles mais poderosas e com fortes ambições hegemónicas, sempre em busca de cidades para se alimentar, e para tal tem de dizimar milhões de seres humanos sem dó nem piedade. Felizmente, nem todos se deixam submeter. 

Tom Natsworthy e Hester Shaw tentarão, com todas as suas forças, impedir o genocídio. Mas será a sua coragem suficiente para travar aquele plano diabólico? 

Num cenário sórdido e arrepiante, os dois jovens são confrontados com a vertente mais sinistra do mundo em que vivem, mas descobrem que, apesar de tudo, a amizade e o amor continuam a ser possíveis. 

Uma obra brilhante e arrebatadora que nos apresenta um mundo futurista onde os engenhos mecânicos são instrumentos de poder, e a tecnologia é a religião - agora numa superprodução cinematográfica dirigida por Peter Jackson.

Sobre autor:
Foi livreiro e ilustrador em cerca de 50 livros. Escreve desde os cinco anos mas este é o primeiro trabalho a ser publicado. Actualmente vive em Devon com a mulher e o filho e os seus interesses passam por andar, desenhar, escrever e ler.

Imprensa:
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