"Nunca" de Ken Follett | Editorial Presença



Sobre livro:
Mais do que um thriller, é uma história cheia de ação. E se isto pudesse mesmo acontecer?

Um oásis no deserto do Sara, um lago que começa a diminuir. Um drone do Exército americano roubado. Uma ilha japonesa desabitada. O arsenal secreto de armas químicas de um país. São estes os ingredientes da crise mundial que começa a escalar.

«Temos de acabar com isto antes que a situação se descontrole. É assim que têm início as catástrofes, com um pequeno problema que não é tratado.» Que o diz é Pauline Green, presidente dos Estados Unidos da América.


Mas há quem tente tudo por tudo para evitar o início de uma nova guerra mundial: uma jovem espia; um agente infiltrado entre os jiadistas; um brilhante espião chinês; e a própria Pauline, que está sob o ataque de um candidato populista que a quer derrotar nas próximas eleições.

Povoado de heroínas e vilões, falsos profetas e soldados de elite, políticos cansados e revolucionários oportunistas, esta é uma história que nos transporta para o centro de uma realidade inimaginável. E se isto pudesse mesmo acontecer?


Sobre autor:
Ken Follett nasceu a 5 de junho de 1949, em Cardiff, no País de Gales, e licenciou-se em Filosofia no University College, em Londres. Começou a sua carreira como jornalista no South Wales Echo e, mais tarde, no London Evening News. Trocou a profissão de jornalista pela de editor e continuou a escrever no tempo livre. A sua primeira obra foi publicada em 1978 sob o título Eye of the Needle, um thriller que venceu o Edgar Award e deu origem a um filme. Vive em Londres com a mulher, a deputada Barbara Follett, e os seus dois Labrador retrievers. Tem estado associado a diversas associações para a promoção da literacia e da leitura; é membro da Welsh Academy e Fellow da Royal Society of Arts. Follett é um grande apreciador de Shakespeare e um músico amador.


Imprensa:
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