"Robinson Crusoe" de Daniel Defoe | Quetzal Editores


Robinson Crusoe


Sobre livro:
Alegoria, fábula sobre a sobrevivência, invenção pura, narrativa de aventuras, autobiografia, crónica de pirataria, tratado de geografia imaginária, manual de economia, Robinson Crusoe conta as viagens e faz a crónica da sobrevivência e enriquecimento de um homem do Yorkshire obcecado desde jovem pela ideia de uma vida no mar.

Durante duas décadas, Crusoe vive na mais completa solidão, como um agricultor próspero e leitor da Bíblia, até descobrir que a sua ilha — na foz do Orinoco — é usada por canibais para matar e comer prisioneiros, entre os quais um que ele batiza como Sexta-Feira e que se tornará seu criado.

Mais tarde regressará a Inglaterra, onde todos o julgavam morto. No final, terá de ir a Lisboa a fim de reaver a sua fortuna e viver uma última aventura.

Este livro, um dos fundadores do romance europeu, juntamente com Lazarillo de Tormes ou D. Quixote, inspirou quase todos os tipos imagináveis de imitação e variação, e foi tema de peças de teatro, óperas, banda desenhada e jogos de computador.

A personagem de Crusoe entrou para o imaginário de cada geração subsequente, à medida que os leitores acrescentam as suas próprias interpretações às aventuras tão emocionantes «registadas» por Defoe.

Elogiado por figuras eminentes como Coleridge, Rousseau e Wordsworth, foi inclusivamente citado por Karl Marx em O Capital para ilustrar a sua crítica da teoria económica.

No entanto, foram os leitores de todas as idades, ao longo dos últimos 300 anos, que concederam a Robinson Crusoe o seu lugar definitivo como um clássico da literatura europeia.

Sobre autor:
Daniel Foe — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe — (1660-1731), é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, As Aventuras de Robinson Crusoe, aos sessenta anos.
Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam

Imprensa:
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