"A Professora" de Giuliana Salvi | Bertrand Editora


A Professora


Sobre livro:
Uma sala improvisada entre as paredes de casa é o lugar onde ela muda o mundo.
Esta é a história da coragem de uma grande mulher e da sua força silenciosa.

Enquanto a História se desenrola furiosamente do lado de fora da janela, Clementina, uma jovem viúva com três filhos, é obrigada a reinventar o seu mundo. Sentada à secretária que pertenceu ao pai, precisa de equilibrar as contas para não desiludir nem os vivos nem os mortos. E assim, utópica e feminista por instinto, com um quarto só para si, Clementina cria, dentro das paredes da sua casa, uma escola improvisada e diferente de todas as outras, mudando o destino de dezenas de raparigas e rapazes em Lecce, cidade italiana onde, na primeira metade do século XX, a vida acontece na periferia de tudo, fazendo frente a muitas dificuldades.

Inspirado na história real da bisavó da autora, A Professora é um romance que não se esquece, muito graças à força de uma protagonista absolutamente contemporânea: uma mulher que transpira vida, carismática, inquieta, sempre em busca de qualquer coisa, pronta a travar a sua batalha, superar as fronteiras da memória familiar e habitar a nossa.

Enquanto isso, a História do século XX – o fascismo, as duas grandes guerras – também a alcança, por vezes com violência, outras como ruído de fundo. Mas esta mulher extraordinária resiste inabalável e, vencendo as suas resistências e, acima de tudo, as da sua época, constrói todos os dias a sua própria revolução.

Sobre autor:
(Conteúdo indisponível.)

Imprensa:
«Giuliana Salvi conta em forma de romance a história da sua bisavó, que fundou uma escola em casa, em Lecce, e inventou um método. Há muitas maneiras de fazer uma revolução sem ir para as barricadas, e esta mulher alcança a sua criando uma pedagogia fértil.»
La Repubblica

«Esta estreia convincente é também um ato de reparação pelas injustiças sofridas pelas mulheres ao longo do século XIX e do século XX. Começando pela educação, o direito ao voto, a escolha de serem elas mesmas.»
Corriere della Sera (La Lettura)

«A História ensina que subestimar uma mulher é coisa de cobardes, além de estúpidos. Era 1925 e Clementina havia criado uma escola na sua casa, onde ensinaria dezenas de crianças. Não ser subestimada pelo mundo foi para ela um imperativo categórico mais do que uma escolha ponderada, que a levou a transformar a sua paixão pelo ensino num trabalho, graças ao qual mudou o destino da sua família. Um século depois, a história desta corajosa mulher torna-se um romance.»
Il Venerdì di Repubblica

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