"Yesteryear" de Caro Claire Burke | Porto Editora


Yesteryear


Sobre livro:
«Divertido e provocador, este livro vai estar nas bocas do mundo.» THE INDEPENDENT

A escrita de Caro agarrou-me pelo pescoço e não me largou.» ANNE HATHAWAY

Natalie Heller Mills é uma mulher americana tradicional: uma esposa e mãe deslumbrante que vende um estilo de vida pioneiro aos seus milhões de seguidores nas redes sociais. O rancho onde vive tem um charme rústico irresistível, o marido é um cowboy atraente, e cada um dos seus seis filhos é mais perfeito do que o anterior.

Que importa se há amas e produtores nos bastidores, se a cozinha esconde eletrodomésticos de nível industrial, se o marido é herdeiro de uma dinastia política? Se os seguidores de Natalie não sabem é porque não existe. E as “Mulheres Zangadas”? As elitistas que a acusam de ser uma iconoclasta antifeminista? Estão doentes de inveja. Porque Natalie não está apenas a viver a vida perfeita — está a construir um império.

Até que, numa manhã, acorda numa vida que não é a sua. A casa, o marido, os filhos — tudo lhe é familiar, mas está errado. A cozinha não tem eletricidade; os filhos estão sujos e estranhos; e o marido é agora um agricultor competente. Na trave de madeira sobre a porta, está gravada uma data: 1855.

Ainda ontem selecionava fotografias para o Instagram; agora, espera-se que carregue lenha e lave roupa à mão até os dedos sangrarem. Ter-se-á tornado a estrela involuntária de um reality show? Será possível que tenha viajado no tempo?
Quando sofre um ferimento brutal, Natalie percebe duas coisas: esta não é a sua vida; e tem de escapar, custe o que custar.

Um romance eletrizante, tão sombrio quanto mordaz, Yesteryear é um olhar incisivo sobre tradição, fama, fé e a grande encenação da condição feminina.

Sobre autor:
(Conteúdo indisponível.)

Imprensa:
«Causticamente divertido e por vezes comovente… Burke traça com mestria o retrato de uma mulher cujas arestas vivas e enorme competência a colocam em conflito com todos à sua volta… Mais do que uma história exuberante e sangrenta sobre a queda de uma tradwife… emocionalmente ressonante.»

Los Angeles Times

«O mais perto que estaremos de entrar na mente real e imperfeita de uma tradwife… O humor é delicioso. A escrita de Burke é honesta e acessível. Ela não está a tentar difamar Natalie; está a tentar mostrar-nos a sua versão sem filtros. No fim de contas, esse é o paradoxo de Yesteryear — e o que faz valer a pena lê-lo.»

The Cut

«Hipnotizante. Um engenhoso e requintado ‘cuidado-com-o-que-desejas’… Na prosa mordaz de Burke, Natalie é uma anti-heroína eletrizante.»

The New York Times Book Review

«Uma sátira social afiada e espirituosa que funciona também como um thriller tenso e uma inquietante obra de especulação… Extraordinariamente perspicaz sobre os tempos complicados e contraditórios em que vivemos.»

Boston Globe

«Burke mantém o leitor na dúvida… Não fazia ideia para onde a história ia e fiquei genuinamente surpreendida no final.»

Véronique Hyland, Elle

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