"Os Pássaros de Banguecoque" de Manuel Vázquez Montálban | Quetzal Editores


Os Pássaros de Banguecoque


Sobre livro:
Os Pássaros de Banguecoque é o mais complexo romance da obra de Carvalho. Três histórias criam situações e personagens que se unem para formar um todo onde cada peça se encaixa na perfeição. As duas primeiras decorrem em Barcelona. Uma delas trata da investigação do detetive sobre um roubo familiar a um empresário. A outra centra-se no assassinato de uma jovem mulher; aqui, Carvalho age por conta própria para lidar melhor com a atmosfera opressiva em que decorrem as vidas de Celia Mataix, assassinada com uma garrafa de champanhe, e da sua assassina, Marta Miguel, uma mulher independente vinda de uma aldeia em Salamanca.

A terceira história começa com o caso que o leva à Tailândia: Teresa Marsé, amiga de Pepe Carvalho, desapareceu do outro lado do mundo. A princípio, o detetive hesita e recusa-se a aceitar o caso. Há implicações que vão além do puramente profissional. No entanto, o desejo de escapar da monotonia e da melancolia que ameaçam dominá-lo levam-no, pela segunda vez na vida, a visitar o país asiático.

Como nos maiores romances, o círculo acabará por fechar-se. Tudo fará sentido quando chegamos às páginas finais. Para que isso aconteça, Carvalho regressa a Barcelona, a cidade da qual fugiu (porque o que ele fez foi realmente uma fuga completa). Ou talvez o verdadeiro motivo da viagem seja descobrir o nome dos pássaros de Banguecoque, ou confirmar que a Terra é redonda e que o verdadeiro desfecho o aguarda no regresso.

Sobre autor:
Manuel Vázquez Montalbán (1939-2003) nasceu em Barcelona, estudou Filosofia e Letras, secção Românicas, trabalhou como jornalista e foi uma das figuras mais importantes das letras de Espanha. Escreveu romances, literatura policial, poesia, ensaio e crónicas sobre temas variados, da política internacional à gastronomia. Foi um militante político e um antifranquista ativo. Além de ter criado um detetive conhecido no mundo todo, Pepe Carvalho, obteve numerosos prémios literários e muitos dos seus livros foram adaptados ao cinema e à televisão. Entre outros livros, escreveu Os Mares do Sul, Assassinato no Comité Central, Autobiografia do General Franco, O Pianista ou Os

Imprensa:
«Montalbán escreve com autoridade e compaixão – uma tristeza à Le Carré.»
Publishers Weekly

«Com Montalbán descobrimos o humor, a cultura, o prazer, a delicadeza, o sentido da História.»
Libération

«Quero celebrar a Quetzal, que republicou os romances de Montalbán.»
Paulo Portas, TVI

«Montalbán está para os romances policiais tal como Dom Quixote está para os livros de cavalaria: um espelho irónico e devastador.»
Le Monde

«Pepe Carvalho é um investigador fleumático. A sua maior preocupação é com o estômago mas, quando não persegue iguarias, consegue desvendar os mais emaranhados dos mistérios.»
The Sunday Times

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