Sobre livro:Primeiro romance de Mikhaíl Bulgákov, fortemente inspirado nas suas experiências enquanto jovem médico durante a guerra civil que se seguiu à Primeira Guerra Mundial e à Revolução Russa, a Guarda Branca transporta-nos até à cidade de Kiev, durante o inverno de 1918, através dos olhos dos irmãos Turbin.
Enquanto exércitos rivais cercam a cidade e o velho império se desmorona, Aleksei, Elena e Nikolka tentam sobreviver entre o medo, a perda e a violência que invade as ruas e as suas próprias vidas.
Aleksei, médico e oficial do exército branco, continua a acreditar na honra e no dever mesmo perante uma guerra já perdida. Elena vê a casa da família transformar-se no último refúgio contra o colapso do mundo que conheciam. E o jovem Nikolka descobre, demasiado cedo, o verdadeiro rosto da guerra.
Mikhail Bulgákov constrói um retrato brilhante e devastador dos conflitos interiores desencadeados pela guerra e pelo colapso dos alicerces sociais, morais e políticos que nos regem.
Sobre autor:Romancista e dramaturgo, Mikhaíl Bulgákov nasceu em Kiev em 1891, filho de um professor da Escola Superior Eclesiástica, e morreu em Moscovo em 1940. Estudou na Faculdade de Medicina da Universidade de Kiev, tendo-se licenciado em 1916, e durante a Primeira Guerra Mundial trabalhou nos hospitais militares e num hospital rural. Das suas obras destacam-se A Guarda Branca (1924), a peça Os Dias dos Turbin (1926) e O Mestre e Margarita, publicado postumamente em 1966.
Imprensa:«Um escritor de génio extraordinário.»
The Sunday Times
«O amor de Bulgákov por Kiev arde em cada capítulo de A Guarda Branca.»
The Guardian
«A atmosfera tumultuosa da revolução ucraniana e da guerra civil é brilhantemente evocada.»
Daily Telegraph
«Impregnado de uma paixão pela velha cidade e pelos seus habitantes que envolve o leitor numa intensidade arrebatadora.»
The New York Times Book Review
«Um retrato de uma população sitiada. O romance de Bulgákov evoca o sofrimento da Guerra Civil Russa e os horrores ainda maiores que estavam por vir.»
The Wall Street Journal
«Bulgákov desenrola vastos frescos narrativos que recriam a atmosfera e a beleza da sua amada Kiev, à maneira de Púchkin. Mas sob o lirismo exuberante ressoa um subtil riso de cinismo. A sua ironia é ampla e refinada.»
Newsweek