"Caixa Geral de Despojos" de José Jorge Letria | Glaciar


Caixa Geral de Despojos


Sobre livro:
«A partir de um título que joga com a Caixa Geral de Depósitos - um nome que, para uma instituição bancária, poderia funcionar como alegoria de todo um país -, vem José Jorge Letria dar-nos um conjunto de ficções que, na melhor senda de Borges, o de Ficciones, propõem uma versão da realidade, ou, se se quiser, versões de mundo, na conhecida acepção de Nelson Goodman. (…) José Jorge Letria, nesta caixa onde estão histórias humanas, oferece-nos um instigante exercício da imaginação: do vendedor de livros enredado no seu paradoxo (também escritor que recusa ser conhecido), sem esquecer o político satirizado chamado Noé, que naufraga na barca da ambição desmedida, a esse narrador que se debate com as cobras e as ratazanas de uma casa em obras, o que temos é a construção de um livro de contos que surgem do que pode bem ser o vórtice de um sonho. Contos que são textualizações das ficções sonhadas por um escritor chamado José Jorge Letria. Melhor: contos que nascem de uma certeza certa.»
Do prefácio de António Carlos Cortez

Sobre autor:
José Jorge Letria é ficcionista, jornalista, poeta, dramaturgo. Nasceu em Cascais, em 1951, onde foi vereador da Cultura de 1994 a 2002. Traduzido em mais de dez idiomas, foi premiado em Portugal e no estrangeiro: destacam-se dois Grandes Prémios da APE, o Prémio Aula de Poesia de Barcelona, o Prémio Internacional UNESCO, o Prémio Eça de Queiroz – Município de Lisboa, o Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prémio de Poesia Guerra Junqueiro. As antologias "O Fantasma da Obra", "O Livro Branco da Melancolia" e "Poesia Escolhida" condensam o essencial da sua poesia. Foi, ao lado de José Afonso e Adriano Correia de Oliveira, um destacado cantor político

Imprensa:
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