"Os Filhos das Trevas" de José Antonio Cotrina | Ala dos Livros


Os Filhos das Trevas


Sobre livro:
Bem-Vindos a Rocavarancolia!

Os dias passam em Rocavarancolia e a situação torna-se cada vez mais sombria e violenta. As mortes continuam, não apenas entre as crianças trazidas da Terra, mas também entre os monstros que habitam a cidade. Algo despertou entre as ruínas, um mal mais antigo do que o próprio reino, que tem os seus planos em relação ao destino de Rocavarancolia e dos jovens sequestrados. À medida que o surgimento da Lua Vermelha se aproxima, o grupo aprende mais sobre a cidade e os seus habitantes. Mas nada os prepara para a terrível revelação que acontece na noite em que mais um deles morre. É então que eles descobrem o que os aguarda, é então que descobrem que existem destinos piores do que a morte: a Lua Vermelha irá transformá-los em monstros, em monstros idênticos aos que habitam a cidade, em monstros idênticos aos que estão a matá-los, um a um… Esta série não termina aqui!

Os Filhos das Trevas é o segundo volume da trilogia O Ciclo da Lua Vermelha que, por todo o mundo, agarrou os leitores do género fantástico.

O primeiro tomo desta trilogia A Colheita de Samhein, que a Ala dos Livros publica em Portugal, ganhou o Prémio Adamastor de Ficção Fantástica, no Fórum Fantástico.

Sobre autor:
José Antonio Cotrina nasceu em Vitoria (Espanha), em 1972. Nos inícios dos anos 90, começou a publicar textos de fantasia, horror e ficção científica para todas as idades, que misturam o fantástico com o macabro, tendo a sua primeira obra de maior fôlego, Las Fuentes Perdidas, surgido em 2003. O Ciclo da Lua Vermelha, bem como a sua obra posterior La Canción Secreta del Mundo (A Canção Secreta do Mundo), são os seus trabalhos mais conhecidos. Entre os inúmeros prémios atribuídos à sua obra possui um Kelvin atribuído a Las Puertas del Infinito, que Cotrina co-escreveu com Víctor Conde. Também escreve e publica com Gabriella Campbell. Crónicas del Fin (Crónicas do Fim), um dos seus trabalhos conjuntos.

Imprensa:
«Uma leitura apaixonante, que se afasta de clichés mantendo um tom jovem sem ter de abdicar de nada. (…) Uma história que nos emociona, surpreende e nos deixa pena de terminar.»
Santiago Garcia Soláns, SagaComics

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