Confissões comprometedoras de uma jovem vitoriana.
Maio-Junho de 1883. Começou oficialmente a época social e Emma M. Lion foi recrutada por Lady Eugenia, sua tia, para uma missão da mais alta importância: colaborar de forma estratégica para garantir o casamento mais vantajoso para a sua prima Arabella, a Deusa Divina.
Para isso, Emma terá de comparecer a jantares exclusivos, chás cuidadosamente orquestrados e bailes onde cada passo e cada gesto são calculados. O seu papel consiste em estar presente quando for conveniente e tornar-se invisível quando for um estorvo, e Emma tentará cumpri-lo sem perder a sua identidade, que é como quem diz, com maliciosa abnegação.
Enquanto navega pela intrincada maquinaria social londrina, Emma continua a sua vida na Casa Lápis-Lazúli, paredes meias com Niall, o seu misterioso inquilino, com o qual, além de bilhetes clandestinos, partilha também Teobaldo, rei dos gatos. Entre profecias do além, encontros desastrosos e alianças inesperadas, um raio de luz incipiente começa a despontar no seu coração.
Este é o segundo volume de Os Diários de Emma M. Lion: série viciante que esta jovem vitoriana nos oferece com total liberdade, por mais comprometedora que possa ser. Mergulhe de novo nas páginas dos livros que estão a conquistar o mundo e deixe-se guiar pela pena afiada e provocadora de Emma. Uma narrativa com o charme de Jane Austen, mas com um humor decididamente moderno.