Sobre livro:Do autor vencedor do Booker Prize por Lincoln no Bardo, este é "um romance espetacular" [Los Angeles Times] que decorre junto ao leito de um magnata do petróleo nas últimas horas da sua vida.
Com a sabedoria, o humor e a imaginação que os leitores esperam de George Saunders, este livro enfrenta algumas das questões mais importantes do nosso tempo — a ameaça da ganância corporativa, o preço do capitalismo e os perigos ambientais do progresso —, construindo, ao mesmo tempo, uma história sobre a vida e a morte, o bem e o mal e a hipótese de redenção.
Não é a primeira vez que Jill Boneca Blaine se precipita em direção à Terra, recompondo-se à medida que cai. Lança-se em queda livre rumo à sua mais recente tarefa — outra alma que terá de acompanhar para o além — e aterra de cabeça na entrada circular de uma sumptuosa mansão.
Os seus protegidos, regra geral, encontram grande conforto nos seus momentos finais. Mas este não é um caso comum. O poderoso K. J. Boone recusa qualquer consolação, porque não tem arrependimentos. Viveu uma vida grandiosa, ousada, épica, e o mundo é um lugar melhor graças a ele. Ou será que não é assim?
Sobre autor:Valioso cronista dos absurdos da vida moderna, George Saunders (Texas, 1958) é professor de escrita criativa na Universidade de Syracuse, em Nova Iorque, e o seu inusitado percurso de vida levou-o de Chicago e Samatra à colaboração literária com a New Yorker nos anos 90. Inspirado pelo realismo sujo de Raymond Carver e pelas proezas estilísticas de Donald Barthelme, Saunders legou-nos as premiadas coletâneas de contos CivilWarLand in Bad Decline (1996), Pastoralia (2000), In Persuasion Nation (2006) e Dez de Dezembro (Ítaca, 2016), que lhe valeram elogios de David Foster Wallace, Zadie Smith e Thomas Pynchon. Soube na perfeição, e com um humor negro e incómodo
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