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Um homem é encontrado carbonizado dentro de uma réplica do Touro de Fálaris, a lendária máquina de tortura que transformava os gritos das vítimas em mugidos. A vítima é Tomás Cabral, empresário e financiador de uma exposição dedicada a Rafael Bluteau, autor do primeiro grande dicionário da língua portuguesa. Na casa do morto, o inspector Dante Carvalho encontra um cofre protegido por uma palavra-passe e um enigma em que surge outro touro. A viúva insiste em chamar um professor capaz de o decifrar. Mas porquê aquele professor? E o que liga o crime a um dicionário com 300 anos?
Morte em 22 Letras, de Marco Neves, é um policial que cruza a investigação criminal e a língua portuguesa.
Sobre autor:É professor na NOVA FCSH e investigador na área das línguas, literaturas e culturas. É autor de mais de quinze livros sobre temas linguísticos. Dedica-se à comunicação sobre língua portuguesa por escrito, na rádio, na televisão e nas redes sociais. É autor dos programas Português Suave, na Rádio Observador, e Esta Língua Que Nos Une, na RTP.
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