"O Desfufador" de Valério Romão | Tinta da China


O Desfufador


Sobre livro:
Vem aí a muito aguardada segunda parte da grande sátira romanesca de Valério Romão:

DEPOIS DO CONTÁGIO, RESTAM SETE DIAS PARA SALVAR O MUNDO

O relógio já está a contar e, depois da noite de pancadaria que encerrou o primeiro volume de O Desfufador, Alex descobre que tem apenas sete dias — ou oito, dependendo de como os bombistas contam uma semana — para salvar o seu bem-amado Pablo e, quem sabe, um transatlântico cheio de velhos amotinados. Isto tudo sem a ajuda do fiel Dmitry, tornado poeta: Mulher e anão ser tudo a mesma merda. Regressadas todas as personagens que se foram revelando antes — Alex, Alejandro, Catarina, Hélder, Pedro e Paula —, agora acompanhadas por um telespectador «interessado» na pandemia, resta pouco tempo para encontrar o Desfufador, o único que pode contrariar a profecia segundo a qual os últimos dias da humanidade serão vividos somente por mulheres, numa felicidade terminal. Alejandro, renovado e confiante, Yo soy magnifico, parece ser o candidato melhor posicionado para salvar o mundo, embora, segundo Catarina, lhe falte ainda qualquer coisa. Afinal, onde está a verdade? Quantos dias faltam até ser sábado? Será que ainda há cura?

E como é que os golfinhos contam as semanas?

Sobre autor:
Valério Romão nasceu em França, em 1974. Licenciado em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa, tem três romances publicados: Autismo (2012), O da Joana (2013), Cair para dentro (2018); três livros de contos: Facas (2013), Da Família (2014), Dez Razões para Aspirar a Ser Gato (2015); duas peças de teatro: A Mala (2015), Irina, Macha, Olga (2016); e um livro de poesia: Mais Uma Desilusão (2024). É igualmente tradutor e dramaturgo.

Imprensa:
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