No palco da memória de Carmen Dolores

22:42

P.V.P.: 14,94 €
Data de Edição: 2013
Nº de Páginas: 272
Editora: Sextante Editora
A vida de Carmen Dolores
No palco da memória é a autobiografia de uma das maiores atrizes portuguesas de sempre

Carmen Dolores é uma das mais prestigiadas atrizes da História do teatro e do cinema em Portugal. No dia 4 de fevereiro, verá publicada a sua autobiografia, No palco da memória, na Sextante Editora.
As estreias, as interpretações no teatro, cinema e televisão e as amizades com atores e escritores conhecidos do grande público, são alguns dos temas-chave deste livro, ricamente ilustrado com fotografias do arquivo pessoal da autora.
Carmen Dolores é uma das convidadas da 14.ª edição do Correntes d’Escritas, que se realiza em fevereiro na Póvoa de Varzim.
Sobre a obra:
«Nunca pensei escrever um segundo livro de memórias, embora o primeiro tivesse como título Retrato inacabado. No entanto, o tempo foi passando e comecei a anotar numa espécie de diário o que me ia acontecendo, o que ia observando, o que me despertava mais interesse… e assim surgiu este No palco da memória, para que fique um registo daquela que ainda sou, uma referência aos trabalhos em que fui participando, e até um recordar do que se escreveu a meu respeito.»
Eis uma voz única, a de Carmen Dolores, que nos entrega aqui, desta vez por escrito, um testemunho absolutamente precioso de uma longa vida em que o Teatro desempenhou um papel decisivo.

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Sobre autor:
Carmen Dolores é uma atriz portuguesa nascida a 8 de agosto de 1924, em Lisboa, de seu nome completo Carmen Dolores Cohen Sarmento Veres. Aos 14 anos, estreou-se na rádio, onde manteve depois uma intensa atividade, nomeadamente em programas de divulgação de poesia. Apareceu pela primeira vez no cinema no filme Amor de perdição (1943), realizado por António Lopes Ribeiro, desempenhando o papel de Teresa. A sua aparição nos palcos aconteceu em 1945, na peça Electra, de Jean Giraudoux, na Companhia dos Comediantes de Lisboa. Transitou depois para o Teatro Nacional, onde permaneceu durante oito anos, tendo passado pelo Teatro de Sempre e pelo Teatro Nacional Popular. No início dos anos 60, fundou, com Armando Cortez, Fernando Gusmão e Rogério Paulo, o Teatro Moderno de Lisboa. Em televisão participou em várias peças de teatro. A 15 de maio de 2005 atuou pela última vez na peça Copenhaga, em Lisboa, dirigida por João Lourenço, peça que marca o seu afastamento dos palcos e da televisão após 60 anos de carreira. Foi então condecorada pelo Presidente da República Jorge Sampaio com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Imprensa:
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