O Labirinto de Osíris de Paul Sussman

23:43

P.V.P.: 17,91 € 
Data de Edição: 2014
Nº de Páginas: 624
Editora: Bertrand Editora

Sobre a obra:
Desde que se viram pela última vez, a vida de Yusuf Khalifa da polícia de Luxor, e de Arieh Ben-Roi, detetive em Jerusalém, mudou. Ben-Roi, prestes a ser pai pela primeira vez, investiga um crime tenebroso no Patriarcado Arménio de Jerusalém. A vítima, uma jornalista chamada Rivka Kleinberg, andava a investigar o tráfico de seres humanos para exploração sexual em Israel. Quando surge uma ligação entre Kleinberg e um engenheiro britânico desaparecido de Luxor em 1931, Ben-Roi pede ajuda ao velho amigo e colega Khalifa. A vida de Khalifa também mudou, mas, no seu caso, não para melhor. No meio de uma tragédia pessoal e embrenhado numa investigação - uma série de envenenamentos de poços no deserto egípcio -, acede a ajudar o amigo israelita. As duas investigações interligam-se, arrastando Ben-Roi e Khalifa para uma sinistra rede de violência, abuso, falta de ética empresarial e terrorismo anticapitalista. E no coração dessa rede encontra-se o labirinto - um mistério egípcio com mais de três mil anos que já fez com que Rivka Kleinberg perdesse a vida, e ela não será a última vítima...
Sobre autor:
Paul Sussman, ele próprio arqueólogo de profissão, ensino História na Universidade de Cambridge. Decidiu depois viajar pelo mundo, tendo durante um período de três anos ganho a vida como descobridor de túmulos, empreiteiro, vendedor de detergentes e actor. Em 1991 regressou a Inglaterra, onde foi um dos fundadores da revista The Big Issue. Desde então tem trabalhado como jornalista para a secção europeia da CNN, para a Rádio 4 e a GLR (London Live), e para os jornais The Daily Telegraph, The Daily Express, The Evening Standard e The Sunday Herald. Em 1997 foi nomeado o colunista inglês do ano pela Associação dos Editores de Publicações Periódicas.
Nos últimos anos tem passados os meses de Outubro e Novembro em escavações no Vale dos Reis, onde desempenha a função de cronista oficial do Projecto de Túmulos Reais Amarna.
Vive habitualmente em Londres.
Imprensa:
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