Coolbooks | "A última viagem" de Inês Pinheiro

10:00

P.V.P.: 13,95 € 
(à data da publicação deste post)
Nº de Páginas: 256


Sobre a obra:
Baseado em acontecimentos reais, vividos pela autora durante as viagens que fez ao Bangladesh, A última viagem conta a história da luta de Maria Eduarda pela construção de um hospital pediátrico em Daca.
Após a trágica perda do marido, a vontade de continuar com o projeto que iniciaram juntos esmorece. A vida, contudo, não lhe permite esquecer, e Maria Eduarda regressa ao Bangladesh para honrar o compromisso que, afinal, nunca tinha abandonado.

O aparecimento de Carlos, diretor de um laboratório farmacêutico, faz com que a concretização do sonho se torne possível, mas em condições bastante peculiares. Maria Eduarda será obrigada a testar a integridade dos seus valores enquanto assiste a uma mudança improvável na sua vida, da qual parece ter perdido todo o controlo.
Este é um romance construído à volta das relações interpessoais e de tudo aquilo que o ser humano é capaz de abdicar, por amor a quem nasceu com quase nada. Se as crianças de Daca são o fio condutor de toda a narrativa, heróis improváveis que lutam diariamente por uma sobrevivência dura e muitas vezes inglória, o amor é a energia invisível que transforma sonhos em algo verdadeiramente lendário.

Sobre autor:
Tem 35 anos e vive no Porto.
Iniciou o seu percurso profissional na área da saúde, como enfermeira. Trabalhou durante cinco anos num serviço de psiquiatria, onde aprendeu muito do que sabe acerca do ser humano e dos seus limites.
Abandonou a enfermagem para se dedicar a um projeto pessoal na área da restauração/turismo, mas, três anos mais tarde, a paixão de sempre falou mais alto, passando a dedicar-se inteiramente à fotografia e, mais tarde, à escrita.
O facto de gostar muito de línguas levou-a ao Bangladesh pela primeira vez, como tradutora. Regressou um ano mais tarde para integrar um projeto de voluntariado. Foram duas viagens, que encara como uma só. Juntas fecharam um ciclo do qual, no fim, precisou de se afastar. Só agora, cerca de cinco anos depois, se sentiu capaz de escrever sobre tudo o que viu e viveu. São viagens que acontecem e nos mudam.

Imprensa:
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