Editorial Presença | "Deuses Americanos" de Neil Gaiman

21:30

P.V.P.: 18,17 € 
(à data da publicação deste post)
Nº de Páginas: 496


Sobre a obra:
Sombra, acabado de sair da prisão, aceita trabalhar para um estranho, o Sr. Quarta-Feira, que não é nada mais nada menos que a encarnação de um deus antigo. Por estarem a ser ultrapassados por ídolos modernos, os deuses antigos encontram-se em vias de extinção, e Sombra e Quarta-Feira têm de reunir o maior número de divindades para se prepararem para o conflito iminente que paira no horizonte.


Mas esperam-nos inúmeras surpresas… Bestseller distinguido com diversos prémios, Deuses Americanos é uma aventura onde o mágico e o mundano, o mito e o real, caminham lado a lado, levando-nos numa viagem repleta de humor ao extraordinário potencial da imaginação humana.

Sobre autor:
Neil Gaiman começou por trabalhar como jornalista freelancer até que em 1987 se tornou conhecido ao criar com Dave McKean a novela gráfica Violent Cases. Devido ao excelente acolhimento da obra, abandonou o jornalismo e em 1988 iniciou a publicação da série Sandman, que o transformou num autor de culto. A sua carreira tem sido extraordinariamente prolífica e a sua arte tem obtido um justo reconhecimento, quer do público quer da crítica, o que lhe valeu diversos prémios prestigiados. Alguns dos seus livros foram adaptados ao grande ecrã com grande sucesso, como é o caso de Coraline e a Porta Secreta e Stardust – O Mistério da Estrela Cadente, ambos já publicados pela Presença. Neverwhere - Na Terra do Nada, uma brilhante fantasia urbana, foi inspirada numa minissérie que escreveu para a BBC. A Presença publicou ainda, deste autor, Os Filhos de Anansi, Deuses Americanos, Bons Augúrios, em coautoria com Terry Prachett, A Estranha Vida de Nobody Owens e O Oceano no Fim do Caminho.

Imprensa:
«Mistério, sátira, sexo, horror, prosa poética - Deuses Americanos usa todos estes elementos para manter o leitor suspenso no texto.»
The Washington Post

«Neil Gaiman entra no território dominado por Stephen King¿ com Deuses Americanos.»
New York Post

«Ponderado, hilariante, perturbador, construtivo, horrífico e agradável - por vezes, tudo em simultâneo.»
Saint Louis Dispatch

«Confronto de titãs, mas com mais alardo do que fúria, neste semi-épico do autor de Neverwhere - Na Terra do Nada.»

Publishers Weekly

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