Certas regras existem para serem quebradas
Emmett Lasker vive segundo as suas próprias regras. No trabalho, exige perfeição absoluta, disponibilidade total e obediência sem perguntas. Rico, poderoso e habituado a controlar tudo e todos, é arrogante, obstinado e impossível de agradar.
Trabalhar para ele significa abdicar de toda a vida pessoal. Já estou a contar os dias para me despedir, assim que garantir o bónus que me prende à empresa. Numa sexta-feira à noite, depois de um dia desastroso e de chegar ao limite, entro no escritório dele decidida a dizer tudo o que penso. Mas, do outro lado da porta, deparo-me com algo que nunca devia ter visto. Numa mistura de tensão e desejo, sem pensar nas consequências, cruzamos uma linha impossível de apagar.
Quando o desejo e a paixão entram em jogo, quem decide, afinal?
Agora, estou grávida. E ele reage como sempre: toma o controlo. Para ele, a solução é simples, lógica e definitiva - casar. Fazer «a coisa certa». Proteger o nome da família. Resolver o problema. Só que isso, para mim, é impensável. Não sou um problema para resolver. Não vou trocar a minha liberdade por um casamento de conveniência nem aceitar que o meu destino esteja sujeito a regras que não defini. Ele até pode mandar no trabalho. Mas não vai mandar na minha vida.