"Orgulho e Preconceito" de Jane Austen | Bertrand Editora


Orgulho e Preconceito


Sobre livro:
Quando a primeira frase de um romance se torna imortal, a eternidade recebe, de braços abertos, o seu autor. Porém, quando Jane Austen escreveu Orgulho e Preconceito, uma mulher escritora que publicava e cuja obra viria a ter milhões de leitores, através dos séculos, estava longe de toda e qualquer cogitação. E assim voltamos ao início, que é «uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro em posse de uma boa fortuna necessita de uma esposa», e voltamos de outro modo.

A chegada de dois jovens cavalheiros, solteiros e ricos, às paragens vizinhas de Longbourn alimenta na Sra. Bennet a esperança de que os sinos da igreja não tardem a dobrar. Procurando desesperadamente arranjar um bom casamento para as suas cinco filhas, vê Jane, a mais velha, alimentar rápida e apaixonada afeição pelo Sr. Bingley. E, quando olha para Elizabeth, outra das irmãs, descobre-a empenhada e magnificamente pronta a desafiar o altivo Sr. Darcy. Entre equívocos e julgamentos precipitados, vaidades e fraquezas, o orgulho de Darcy e o preconceito de Lizzy tentarão travar o curso do amor verdadeiro numa tela efervescente da vida rural na paisagem inglesa do final do século XVIII.

Publicado em 1813 como obra de autor anónimo — «pela autora de Sensibilidade e Bom Senso», editado dois anos antes —, Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, é hoje considerado uma das obras-primas mais importantes na história da literatura inglesa. E, com a lucidez universal e intemporal dos grandes clássicos, uma das histórias de amor mais célebres de todos os tempos.

Sobre autor:
Importante romancista inglesa (1775-1815) cuja escrita marca a passagem do Neoclassicismo para o Romantismo. Quando era ainda criança, escreveu novelas para a família, em parte publicadas em Love and Friendship and Other Early Works (1922). Na produção literária desta autora são considerados dois períodos: de 1796 a 1798, em que escreveu Sense and Sensibility (Sensibilidade e Bom Senso) e Pride and Prejudice (Orgulho e Preconceito), publicados em 1811 e 1813, respetivamente; e a partir de 1811, com a escrita de Mansfield Park (1814), Emma (1816) e Persuasion (Persuasão, 1818).

Imprensa:
«Jane Austen consegue descrever uma noite clara
sem mencionar uma única vez a Lua.»
Virginia Woolf

«A subtileza, o eufemismo, a técnica. Tanto aprendi eu com esta extraordinária romancista.»
Kazuo Ishiguro

«No início do século XIX, antes que as ferrovias transformassem o país, e muito antes do telégrafo, ela evoca um mundo tão conexo, tão em sintonia consigo mesmo. É impressionante.»
Ian McEwan

«Orgulho e Preconceito é o meu romance favorito. É, provavelmente, o livro artisticamente mais perfeito, o mais prazeroso e aquele com o qual se pode aprender mais.»
Colm Tóibín

«Perspicaz e graciosa, muitas vezes cheia de ironia, sinto-me imensamente atraída por esta voz narrativa, porque ela dá brilho aos seus personagens, e esse é um dos grandes prazeres de Austen.»
Siri Hustvedt

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