Sobre livro:Numa fria noite de inverno no remoto e isolado fiorde Hvalfjörður, na Islândia, um vizinho vai a casa de uma família que não é vista há uma semana. Ninguém atende quando ele bate à porta. Quando consegue entrar à força pela porta das traseiras, depara-se com uma cena macabra e dantesca, confirmando os seus piores receios: a casa de família, arrumada, limpa e moderna, é agora o cenário de um crime horripilante.
O detetive Týr e a patologista forense Idunn são chamados para investigar. Conforme o caso avança, são revelados segredos cada vez mais perturbadores sobre aquela família que tinha acabado de se fixar naquele lugar isolado depois de vender a sua empresa de IA por milhões de dólares. Juntamente com um jovem polícia, Karó, a equipa de investigação logo percebe que o caso os força a confrontar os seus próprios passados reprimidos, abrindo uma caixa de Pandora para crimes muito mais sombrios. Tudo isto enquanto se descobre que um membro da família assassinada está, afinal, desaparecido.
A narrativa de Sigurðardóttir alterna capítulos entre o presente e acontecimentos do passado. Figuras sombrias espreitam nas tempestades de inverno, pegadas de gelo aparecem ao lado de portas trancadas e avisos rabiscados com sangue nas janelas sugerem a ação de forças ainda mais sinistras.
Sobre autor:Yrsa Sigudadóttir (1963) é a escritora islandesa mais conhecida fora de fronteiras, autora de dezenas de grandes histórias policiais e thrillers. Em Portugal, tudo começou com Cinza e Poeira, em 2011 – e continuou com livros (muitos deles adaptados ao cinema e à televisão) como Lembro-me de Ti, Lisboa -Reykjavík, A Absolvição ou Campo de Lava, que a transformaram numa referência fundamental do suspense nórdico atual. Depois de completada a série DNA e antes de dar início à publicação da nova série, Gelo Negro, um romance fortíssimo e inesquecível.
Imprensa:«Sigurðardóttir continua a ser uma escritora tão confiante como sempre.» The Sunday Times
«As longas e escuras noites da Islândia atingem o seu ápice de tensão nos thrillers atmosféricos de Sigurðardóttir.» Financial Times
«É uma estrutura claustrofóbica, tensa e brutal que revela lentamente o verdadeiro horror.» Nordic Watchlist
«Sigurðardóttir é sempre uma narradora elegante. Há tons gloriosos do realismo mágico que conhecemos do estilo das sagas. No estrangeiro é, naturalmente, coroada como rainha do noir islandês.» Politiken