Sobre livro:Clássico inesquecível sobre manipulação, vingança e sedução que continua a chocar e a deliciar gerações de leitores.
«Considerado um romance erótico, fixa-nos na sensualidade da narrativa, e na luminosidade clássica do vocabulário. Uma lição magistral, e trágica, sobre a arte de viver.»
Prefácio de Inês Pedrosa
Os Melhores Clássicos - The Times
Os 100 Grandes Romances de Sempre - The Observer
101 Melhores Romances de Sempre - The Guardian
101 Romances Favoritos dos Leitores - Le Monde
110 Melhores Livros: a Biblioteca Perfeita - The Telegraph
500 Livros de Leitura Obrigatória - The Daily Telegraph
1000 Livros para Mudar a Tua Vida
1001 Livros para Ler antes de Morrer
As complexas ambiguidades morais fazem deste romance um dos mais escandalosos e controversos da literatura europeia.
Sobre autor:Pierre Ambroise François Choderlos de Laclos (1741-1803), romancista e oficial de artilharia francês que viveu intensamente a Revolução Francesa (editou jornais e panfletos republicanos, participou em manobras palacianas, organizou protestos e foi preso ou exilado mais do que uma vez), celebrizou-se como autor do controverso romance epistolar As Ligações Perigosas (1782), obra-prima da literatura setecentista e um dos primeiros exemplos de romance psicológico, que expõe as intrigas amorosas da aristocracia do Antigo Regime — valendo-lhe a fama imediata de escandaloso, apenas equiparada à de Marquês de Sade. Personagem múltipla e complexa, de pai extremoso e marido exemplar a admirador de Rousseau e das ideias jacobinas, desdobrou-se a escrever ensaios, discursos, cartas, peças, um libreto e até canções. Com os textos que compõem Da Educação das Mulheres (1783), deixou-nos uma das visões iluministas mais originais e destemidas sobre a condição feminina.
Imprensa:«Laclos queria contar uma história que "ressoasse na terra depois de por ela ter passado". A comoção durou séculos. Foi um succès de scandale após a publicação, avaliado como "diabólico" enquanto se tornava um bestseller instantâneo: saboreado por Maria Antonieta; proibido em 1823 como "um ultraje à moral pública"; lido por Virginia Woolf com "grande deleite" e, nas últimas décadas, inspirou uma nova onda de adaptações. (..) o nosso fascínio pelo livro perdura.»
The London Magazine